Noticias: Alemanha está em risco de ficar sem corrida em 2010

A Alemanha pode deixar de albergar a Formula 1 em 2010, caso se confirme que Hockenheim e Nurburgring renunciarão ao direito de organizar provas, devido aos elevados custos. No caso de Hockenheim, local onde correu o GP de 2008, o governo do “Lander” de Baden-Wuttemberg já anunciou na passada sexta-feira que não vai providenciar mais apoio para manter a Formula 1. “Simplesmente não temos dinheiro“, anunciou Josef Schmidt ao jornal alemão Die Tagesspiegel. “Sem apoios federais, não há hipótese de organizar a corrida para 2010“, afirmou.
Segundo Schmidt, a organização do GP alemão trouxe um prejuízo na ordem dos cinco milhões de Euros, e em 2010, as previsões teriam o mesmo destino. Ademais, a organização de Nurburgring, que vai receber o Grande Prémio em 2009, poderá também acabar em prejuízo. E mais um sinal da crise a chegar à Formula 1, e dos preços astronómicos que Bernie Ecclestone pede para manter determinado circuito no calendário. Caso o pior venha a acontecer em 2010, seria a primeira vez em 50 anos que a Alemanha não albergaria um Grande Prémio. Irónicamente, numa Formula 1 onde boa parte do pelotão (pilotos e máquinas) é de origem alemã…
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A capa do Autosport desta semana

Eu confesso uma coisa: não gosto muito de ver capas de jornais onde se fala de assuntos de “boca no trombone”. E sei que neste jornal em particular, tudo que seja Formula 1 tem prioridade em relação a outros desportos. Logo, não me surpreenda que, no meio das 24 Horas de Fronteira em TT e no anincio da nova Ocean Racing Technology (ORT), a capa seja as declarações do Rubens Barrichello em relação ao que sucedeu no famigerado e polémico GP da Austria de 2002.

É certo que ainda há muito por esclarecer, e não sei se algum dia isso acontecerá, pelo menos enquanto os intervenientes forem vivos. E sei como isto surgiu, mais ou menos, pois tem a ver com uma certa amargura de Barrichello por poder sair da Formula 1 pela porta pequena, aliada à polémica do livro do Lemyr Martins, onde se falava de uma conversa que nunca existiu, mas que passou para a imprensa como sendo verdadeira… entre outras coisas menores.

Barrichello recorda o GP da Austria de 2002: ‘Ferrari ameaçou-me’“, é o título da capa desta semana do jornal português. Em quadrados mais pequenos, temos o sombolo da ORT, a nova equipa do Tiago Monteiro, e um test-drive com o novo Audi S4, que tem no seu motor, nada mais nada menos do que 333 cavalos…

E volto a dizer isto: não gostei desta capa.

Potrero de los Funes, Argentina

Ontem falei do novo circuito vem Santa Catarina, no Brasil, e desde há algum tempo que ando a falar do novo Autódromo de Portimão, que foi inaugurado há um mês atrás. Mas nã sabia que a Argentina tinha construido e inaugurado recentemente um circuito num sítio chamado Potrero de los Funes, na provincia de San Luis, a 800 km da capital, Buenos Aires.

Hoje andava a ver o blog Sport-Protótipos, do Joel Marcos Cesetti, e fiquei de boca aberta quando vi o circuito que eles andaram a construir. Magnifico! Aproveitaram um lago artificial para construir uma pista à volta dele. Lembra muito Spa-Francochamps (aliás, o comprimento da pista, de 6250 metros, é semelhante à pista belga), e pela beleza da paisagem, acho que concorre ao título de “Circuito mais belo do Mundo”…

O circuito foi inaugurado na semana passada, com a realização da última ronda do campeonato FIA GT, com uma multidão de gente a assistir ao evento. E agora, perguntam vocês, acham que receberia a Formula 1? Não sei, não vejo o Ecclestone a pedir para rebentar com a montanha e vazar o lago…

Extra-Campeonato: O Planeta Feroz

Para os meus amigos brasileiros, este é um fim de semana prolongado para as minhas bandas. E neste dia, parte de Portugal está debaixo de neve. Não só em sitios habituais, como nas montanhas da Serra da Estrela, ou em Bragança, mas também em sitios como Guarda, Viseu e Portalegre. Estradas cortadas, temperaturas a atingirem graus negativos à noite (por vezes roçam os oito ou nove graus negativos), e quando não neva, sente-se o frio de rachar.
Mesmo eu, que vivo perto do mar e sem montanhas à volta, no Centro do país, sente-se outras coisas. Por exemplo, ondem, pelas seis e meia da manhã, acordei com o barulho de granizo a cair no meu telhado, a bater forte, bem forte, durante um curto periodo de tempo. Quando abri o estore, verifiquei que tinha uma pequena camada de gelo acumulado, e os vizinhos a irem às suas janelas para verem o “espectáculo”.
Mais do que aquilo que os meus camaradas brasileiros sofrem com as chuvas, que caem sem parar há algumas semanas, em sitios como Santa Catarina, e onde já morreram 110 pessoas, em aluimentos de terras e levados por enxurradas. Aí é que é mesmo devastador. Mas ver como parte de um país fica parado ou isolado por causa de meia dúzia de nevões, mostra, lá como cá, como a Natureza pode ser feroz. Mas depois da tempestade, vem sempre a bonança…

WRC: Gronholm pode estar de volta aos ralies?

O rumor sobre um eventual regresso de Marcus Gronholm aos Ralies parece ser cada vez maior e mais audível. Segundo o site autonews.info, o bi-campeão do Mundo de 2000 e 2002 pode ter assinado um contrato com a Subaru para correr em oito das doze provas do Mundial de 2009.
Segundo o jornal, Gronholm fez um teste “secreto” há umas semanas atrás em Inglaterra, com um modelo 2008 do Subaru Impreza, e com a presença de Andreas Mikkelsen. Algo que ninguém na marca confirma. Outro sinal de um eventual regresso é uma conversa que Timo Rautiainen, seu navegador (e cunhado), teve no seu site na Net, onde afirmava que caso ele volte, também poderia voltar, mas qualquer decisão só seria tomada dentro de duas semanas.
Apesar de não existir qualquer tipo de confirmação de forma a poder-se dizer com alguma segurança que Gronholm irá regressar ao WRC, a verdade é que tal cenário parece ganhar forma a cada dia que passa. Mas caso aconteça, seria um regresso saudado por todos…

Noticias: Brasil vai ter um novo autódromo

Não é só em Portugal, ou na Europa, onde se constroem autódromos. Também no Brasil se elaboram projectos de autódromos, para receber todo o tipo de categorias, locais e internacionais. No caso do qual falo, é um autódromo que está a ser construido desde o ano passado, na cidade de Canelinha, a 65 km de Florianópolis, e que se espera estar comcluido em 2010.
O terreno tem mais de um milhão de metros quadrados, onde será construido um autódromo de 2700 metros de extensão, com uma extensão de mil metros, no meio da floresta, para dar um ar desafiador aos pilotos, qual mini-Inferno Verde de Nurburgring. Para além disso, vai ter um kartódromo, um hotel de cinco estrelas e local para percursos de off-road.
A parte de 2,7 km estará pronto em 2010, mas com o problema de chuvas nos últimos 70 dias não conseguimos dar o seguimento que gostaríamos.”, disse Jairo Albuquerque, presidente da Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina, em declarações feitas ao site Tazio.
A maqueta do autódromo foi mostrada em Florianópolis, local onde decorre neste fim de semana o “Desafio das Estrelas”, uma prova de karting organizada por Felipe Massa, e onde correm os mais importantes pilotos brasileiros, como Nelson Piquet Jr. e Rubens Barrichello, e que também conta com a presença do alemão Michael Schumacher.

Noticias: Ocean contrata Yelmer Buurman

Poucos dias depois de Tiago Monteiro ter adquirido a BCN Competicion, equipa de GP2, e de o ter transformado na Ocean Racing Technology (ORT), a equipa anunciou esta noite a contratação do holandês Yelmer Buurman, de 21 anos, para conduzir um dos carros da equipa na GP2 Asia Series, cuja próxima ronda acontecerá no dia 6 de Dezembro no circuito do Dubai.
Acho que é um óptimo piloto para arrancarmos com este projecto. É rápido e já tem uma boa experiência acumulada nos monolugares. Além disso é muito motivado e trabalhador. Encaixa perfeitamente no espírito da Ocean Racing Technology“, garante Tiago Monteiro.
José Guedes, o outro membro da direcção da ORT, também se congratula pela contratação do holandês, destacando a consistência do seu novo piloto: “Teve uma prestação admirável este ano na Superleague Fórmula e soube aproveitar bem um carro novo que precisou de muito trabalho. Também teve uma boa adaptação quando chegou à GP2 e já tinha dado bons indicadores quando passou pela World Series. Tem o perfil que procuramos na Ocean Racing Technology e estou certo de que vai adaptar-se bem a esta nova estrutura,” afirmou.
Já o piloto promete dar o máximo para merecer o lugar: “Como piloto é emocionante representar esta nova equipa. Vou dar o máximo para impressionar o Tiago e o José Guedes, e quero garantir um lugar na equipa em 2009. A GP2 é um terreno em que quero provar a minha competitividade, em especial depois de ter perdido o lugar na Arden na última temporada. O Tiago expôs-me as suas ideias e os planos para a equipa. Acho que a Ocean Racing Technology rapidamente estará a disputar os primeiros lugares,” assegura o jovem holandês.
Yelmer Buurman nasceu a 19 de Fevereiro de 1987, em Ubbergen, próximo da fronteira com a Alemanha. começou a correr na Formula Koenig em 2002, para logo depois competir na formula Renault durante três temporadas (2003 a 2005), correndo pela Fortec. O melhor que conseguiu foi ser terceiro classificado na série holandesa, na temporada de 2004.
Em 2005, fez umas corridas na Formula 3 britânica, algo que voltou no ano seguintes, fazendo a tempo inteiro. Foi quarto classificado em 2006, vencendo duas corridas, e em 2007, passou para a Euroseries, conseguindo o sexto lugar no campeonato, conseguindo como melhor resultado um segundo lugar em Hockenheim. Ainda nesse ano, correu em quarto provas na World Series by Renault, substituindo o francês Richard Phillippe, conseguindo como melhor resultado um quarto lugar, em Donnington.
No final de 2007, Buurman foi para a GP2 Asia, correr na Arden, entrando a partir da terceira jornada dupla, na Malásia. O seu melhor resultado foi um terceiro lugar no Dubai, acabando a série no nono lugar da classificação geral. Na época de 2008, Buurman continuou na Arden, mas não foi melhor do que um segundo lugar em Magny-Cours, antes de ser despedido da equipa e substituido por Luca Fillipi.
Pouco tempo depois de ser despedido, foi contratado pela Azerti Motorsport, para correr no carro do PSV Eindhoven, na Superleague Formula, onde alcançou uma vitória em Nurburgring, e terminou o campeonato na segunda posição.

Noticias: "Desilusão já passou", diz Massa

Um mês depois da decisão do GP do Brasil, Felipe Massa diz que desilusão pela perda do título deste ano “já está ultrapassada”. O piloto brasileiro, que este fim-de-semana está a organizar o “Desafio das Estrelas” de kart, em Florianópolis, no Brasil, deu uma pequena conferência de imprensa no qual reafirmou que já deixou a desilusão para trás.

Eu não sou do estilo de me queixar disto ou daquilo. Isso é conversa de ‘bebé-chorão’. Eu só tenho de me preocupar em pilotar. O que aconteceu no passado já passou”, começou por dizer, garantindo que “tenho é de me preparar para o futuro“, afirmou.
O paulista surpreendeu os presentes ao criticar de forma aberta as medidas propostas por Max Mosley, presidente da FIA, para cortar custos na modalidade, sendo a mais visada a da standardização dos motores: “Cada equipa deve ter direito a construir o seu motor. A Formula 1 não é para novatos é para os melhores pilotos do mundo e cada equipa tem o direito de construir o seu próprio motor“, começou por explicar, acrescentando que “é difícil imaginar um Ferrari sem o seu próprio motor. Falta-lhe o ‘glamour’, aquilo que cada equipa deve ter e que é próprio“, concluiu.

No Desafio das Estrelas, Felipe Massa terá a companhia de alguns dos melhores pilotos brasileiros, mas não só, uma vez que Michael Schumacher, seu amigo pessoal, também estará presente. Para além disso, o piloto da Ferrari aunuciou ainda que irá doar 25 mil dólares para as vítimas das inundações no estado de Santa Catarina. As intempéries na região, que acontecem já há cerca de uma semana nesse mesmo estado, causaram até agora a morte de 100 pessoas, com mais de 54 mil familias desalojadas em vários locais do estado de Santa Catarina.

Noticias: Kubica critica a sua equipa

O polaco Robert Kubica aproveitou uma entrevista ao site holandês Fomule 1 Race Report para dizer que não consegue perdoar à BMW Sauber por não lhe ter dado um carro capaz de lutar pelo título mundial em 2008. A equipa, que depois de ter conseguido a sua primeira vitória no Canadá, decidiu apostar no carro de 2009, em vez de melhorar o carro deste ano, impediu o piloto polaco de lutar devidamente pelos lugares da frente, e colher pontos decisivos.
Não é segredo para ninguém o que correu mal. Não desenvolvemos o carro tão bem como esperávamos. Até a Toro Rosso se aproximou de nós nas últimas corridas”, sublinhou o piloto polaco ao website holandês.
O jovem piloto, que fará vinte e quatro anos no próximo dia 7 de Dezembro, admite que a sua equipa não tem qualquer problema ao nível financeiro ou de capacidade humana, mas deixa de transparecer alguma frustração por não ter sentido a BMW Sauber ao seu lado. ”Não tem a ver com dinheiro ou com capacidade de trabalho. A Renault não é a equipa mais rica, no entanto, tornou-se bicampeão mundial. Este ano demos o máximo e tivemos uma possibilidade fantástica, mas não a aproveitámos. Nos últimos dois ou três meses tive a sensação de que eu e a equipa não perseguíamos o mesmo objectivo”, fez questão de frisar.

Bolides Memoráveis – Hill GH1 (1975)

Há precisamente 33 anos atrás, as vidas de Graham Hill, Ray Brimble, Tony Brise, Andy Smallwood, Tony Alcock e Terry Richards tinham um final abrupto no campo de golfe de Arkley, no norte de Londres, quando o Piper Aztec tripulado por Hill despenhara-se, devido ao forte nevoeiro que se fazia sentir naquele dia. Vinham de Paul Ricard, no sul de França, onde tinham testado o GH2, o segundo carro da Embassy Hill, para a temporada de 1976. Infelizmente, com as mortes de Hill e Brise, também morriam as esperanças de ver se o construtor Hill iria ser bem sucedido, ou não.

Nesta homenagem a eles, decidi falar sobre o unico carro construido de raíz, que a equipa teve durante a sua curta existência: o Hill GH1.

Quando Graham Hill foi embora da Brabham, no final da temporada de 1972, decidiu que o melhor a fazer seria constituir a sua própria equipa. Em 1973, com o apoio da marca de cigarros Embassy, Hill compra um chassis Shadow e corre sozinho, começando as suas operações no GP da Espanha desse ano. No final, não conseguira pontos. No ano seguinte, adquire um chassis Lola, onde consegue resultados ligeiramente melhores, e contrata pilotos pagantes como o alemão Rolf Stommelen e o inglês Guy Edwards.

No inicio de 1975, Hill decide que é hora de construir o seu próprio chassis. Contrata os serviços de um jovem projectista, Andy Smallwood de seu nome, e projecta um carro fortemente influenciado pelo modelo Lola do ano anterior. O carro, baptizado oficialmente de Hill GH1, estreia-se no GP de Espanha desse ano, com Rolf Stommelen e o francês Francois Migault ao volante. Foi uma corrida polémica, devido aos problemas de segurança no circuito de Monjuich, mas a corrida foi marcante para a marca pela melhores… e piores razões.

Nessa corrida, Stommelen classificou o seu carro na nona posição da grelha, e aproveitou as desistências à frente dele para que chegasse à liderança na volta 17. Durante as sete voltas seguintes, o Hill aguentou as investidas do Brabham do brasileiro José Carlos Pace, até que a meio da volta 25, a asa traseira do Hill cede e Stommelen voa para fora das barreiras de protecção, matando quatro pessoas e ficando gravemente ferido.

Hill viu o potêncial do chassis e tentou a sua sorte no GP do Mónaco, substituindo Stommelen. Infelizmente para ele, os seus 47 anos já não foram suficientes para se classificar com o carro no mesmo circuito que o viu vencer por cinco vezes. Depois de reflectir, decidiu que era a hora de se retirar como piloto.
Contudo, precisava de um piloto capaz de subsituir Stommelen durante boa parte da temporada. O substituito acabou por ser um jovem e talentoso piloto inglês de 23 anos, que se tinha estreado em Montjuich com um carro da Williams: Tony Brise. Estreou-se na Belgica, onde colocou o carro na sétima posição da grelha, mas se retirou cedo com problemas de motor, e na corrida seguinte, em Anderstorp, palco do GP da Suécia, conseguiu levar o carro até ao sexto lugar, dando o primeiro ponto da equipa.
Por esta altura, Hill procurava um bom segundo piloto, que o pudesse acompanhar Brise, e encontrou um jovem australiano de 28 anos, que procurava lugar na Formula 1, depois da equipa privada em que guiava ter fechado as suas portas, Chamava-se Alan Jones.
O australiano juntou-se à equipa a tempo do GP da Holanda, onde ficou por quatro corridas, até ao regresso de Stommelen à equipa. Em Silverstone, antes da corrida começar, Graham Hill fez a sua volta final de piloto, a bordo do seu GH1, despedindo-se das pistas no qual correu durante 17 temporadas, marcando o final de uma era na Formula 1.

Depois do emocionante despedida da competição, Hill concentrou-se na equipa, e os resultados apareceram. Alan Jones, na última corrida pela equipa antes do regresso de Stommelen, acabou no quinto lugar no GP da Alemanha. O alemão voltou, mas correu somente em duas corridas, e na etapa final, em Watkins Glen, Hill levou apenas um carro para Brise. No final do ano, os três pontos conquistados pela equipa eram constituidos como um estimulante inicio de carreira como construtor.
E foi assim, que arrancaram para o GH2, com planos para correr em 1976 e melhorar os resultados. Mas depois de uma apresentação á imprensa e de testes em Paul Ricard, Hill e o resto da equipa voltavam a Londres para participarem num jantar de angariação de patrocinadores. Como Hill tinha pressa para ir a esse jantar, perferiu enfrentar o nevoeiro do que aterrar noutro lado e esperar, pois confiava na sua capacidade de piloto experimentado. Quando se aproximava do aeroporto, o nevoeiro era intenso, e sem saber, estava a sobrevoar as arvores que ladeiam o campo de golfe de Elstree. O choque foi inevitável e todos os passageiros que seguiam a bordo morreram.
Após o acidente, descobriu-se que Hill não tinha feito um seguro de vida para ele e para os outros membros da tripulação. As indemnizações que a viuva teve que pagar aos familiares que seguiam no avião fez com que as actividades da equipa pura e simplesmente terminarem, e o GH2 foi directo para o museu…

Chassis: Hill GH1
Projectista: Andy Smallwood
Motor: Cosworth DFV V8 de 3 Litros
Pilotos: Graham Hill, Tony Brise, Rolf Stommelen, Alan Jones, Francois Migault, Vern Schupmann
Corridas: 11
Vitórias: 0
Pole-Positions: 0
Voltas Mais Rápidas: 0
Pontos: 3 (Jones 2, Brise 1)

Fontes: