Nunca um vencedor foi tão secundarizado

Não sei se é o maior momento da Formula 1, mas certamente é um dos maiores. Num dia histórico para a Formula 1, pois é a primeira vitória de um Renault Turbo de 1.5 Litros, tripulado por Jean-Pierre Jabouille e calçando pneus Michelin, nunca um vencedor foi tão secundarizado pelos seus companheiros de pódio.

Pois foi: Gilles Villeneuve e René Arnoux disputaram a segunda posição como se o amanhã não existisse. O estilo sempre agressivo e louco do canadiano, combinado com outro “pé pesado”, como era o piloto francês, era um cocktail explosivo pronto a explodir. Isso aconteceu, qual combinação astronómica, na tarde do dia 1 de Julho de 1979, faz hoje 30 anos.

Quem vê o video pela primeira vez, julga que isto é a luta pela vitória. Nada mais errado. É apenas a tentativa de Villeneuve para ficar com o segundo posto, evitando uma dobradinha da Renault no seu solo, ainda por cima com uma Ferrari que se debatia com problemas de pneus, já que Villeneuve partiu na frente da corrida e lá ficou até meio, quando foi ultrapassado por Jabouille.

E as últimas três voltas foram de arrepiar. Toques um no outro, ultrapassagens “no limite”, por fora e por dentro, mas conseguiram o milagre de não destruirem o carro, nem de perder o seu controlo. Ficou na retina de todos os que viam na TV, um pouco por todo o mundo, e certamente na pista. A partir dali, para mim, o 1º de Julho é sempre Dia de São Gilles e São René.

No final, os espectadores entraram em delírio, e em Itália, a “lenda Villeneuve” começava aqui, fazendo com que entrasse no coração dso “tiffosi”. Mas se era assim entre os espectadores, no lado dos pilotos, eles não gostaram muito do gesto deles, especialmente Emerson Fittipaldi e Niki Lauda, na altura presidente da GPDA. O Ico contou a história no ano passado:

Na corrida seguinte, em Silverstone, Gilles Villeneuve e René Arnoux foram chamados a uma reunião com a cúpula da GPDA na época, formada por Niki Lauda, Emerson Fittipaldi, Clay Regazzoni e Jody Scheckter. Lauda acusou: ‘Vocês pilotaram em Dijon de maneira perigosa e danificaram a imagem do esporte’. Arnoux respondeu de imediato: ‘Com você, isto jamais teria acontecido… porque você levantaria o pé logo de cara!‘. Gilles virou as costas aos pilotos e deixou a sala. Rindo.”

Já escrevi várias vezes sobre esta corrida. Há dois anos e pouco, escrevi a crónica dessa corrida, e tem lá inscrito um video comentado pelo Jeremy Clarkson, o “Mr. Top Gear”. Mas hoje coloco um link onde se pode ver como aquelas últimas voltas foram vistas em Itália, a pátria da Ferrari. O narrador nem acreditava no que via…

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PTCC 2009 – Boavista (Antevisão)

Normalmente, as provas do PTCC este ano contam sempre com uma grelha de entre 12 a 14 inscritos, o que numa altura destas, até é importante. Mas na ronda do circuito urbano da Boavista, no Porto, a grelha vai simplesmente… dobrar. No próximo fim de semana, uma prova que também vai contar para a Taça de Portugal de Circuitos, e que faz parte do programa da ronda portuguesa do WTCC, irão estar inscritos 28 carros, divididos em quatro categorias, o dobro do normal.
Contudo, no meio da lista de inscritos, existe uma ausência de peso: César Campaniço, no seu BMW 320i, irá estar ausente devido à imcompatibilidade de calendários. Isso dará mais chances a José Pedro Fontes e a Duarte Felix da Costa, seus rivais na luta pelo título.
Para Fontes, o objectivo principal para este fim de semana é de “somar o máximo de pontos possíveis, tentando vencer e manter a liderança no Campeonato. Se assim acontecer, o objectivo de vencer a Taça também fica mais próximo“, disse. O piloto do BMW 320 Si tem ainda mais um grande factor de motivação, já que estará a correr na sua cidade.
Correr em casa é sempre especial! Vai ser espectacular poder correr na minha cidade, perto da minha família e amigos, e em frente a tanto público. Espero que as pessoas compareçam ainda em maior número do que em 2007“, acrescentou.
Contudo, as grandes novidades do pelotão tem a ver com novos carros e alguns regressos no pelotão dp PTCC. Primeiro que tudo, aparecerá pela primeira vez um carro a Diesel. E é um BMW! Manuel Pedro Fernandes, num modelo 120D, estreará o carro em palcos portugueses. Outra estreia é Tiago Petiz, que levará o seu Mini Challenge da S.Conrado para participar no circuito da Boavista. Ambos os carros estarão na Categoria 2, e serão os unicos que destoarão dos Seat Leon Supercopa.
Também na Categoria 2 haverá algumas novidades em termos de pilotos. Dois angolanos, José Carlos Madaleno (Tri-campeão Nacional da sua Classe e actual lider do Troféu A Mundial Seguros, Troféu destinado a viaturas Turismo até 2000cc aspirados) e João Carvalho (piloto habitué das provas angolanas), participarão no circuito da Boavista com dois Seat Leon Supercopa preparados pela Veloso Motorsport. O objectivo deles é ganhar experiência, já que irão pegar em carros absolutamente novos para eles.
Em Angola, neste momento, vive-se um momento de ascenção no desporto motorizado e esta foi uma forma de mostrarmos ao Mundo que nós também estamos cá! Vai ser muito dificil, pois nunca tivemos contacto com o carro e apenas iremos fazer um dia de treinos antes da prova, mas estamos esperançados que poderemos surpreender muita gente, se os “muros” assim o permitirem…”, afirmou Madaleno.
Na categoria 4, reservada aos carros de ralies às quatro rodas motrizes, o “habitué” José Monroy já não vai estar sozinho, pois vai ter a companhia de mais dois adversários: José Pedro Miranda, num Mitsubishi Lancer EVO VIII e Nuno Barroso Pereira, que num Subaru Impreza WRX, vai deixar este fim-de-semana os ralis de lado e dedicar-se à velocidade.
Para Barroso Pereira, a sua presença na Boavista, não é mais do que “uma participação esporádica. Como já temos o carro com as especificações de asfalto, junto o útil ao agradável, aproveito para o guiar neste tipo de piso, coisa que ainda não fiz, e tenho o prazer de correr no, já, mítico Circuito da Boavista perante a maravilhosa multidão que acorre a esta prova. Não tenho qualquer pretensão em termos de classificação, mas sim testar e divertir-me ao máximo!“, declarou.
Para finalizar, eis o programa completo do PTCC para o Circuito da Boavista:

Sexta-feira, 3 de Julho

15.45h – Treinos Livres

Sábado, 4 de Julho

9.45h – Treinos Livres
14.15h – Qualificação

Domingo, 5 de Julho

10.05h – Corrida 1
15.25h – Corrida 2

Só posso agradecer pelo tributo

Hoje de manhã, ao abrir o meu computador, fui surpreendido com uma mensagem do Ridson, avisando-me que tinha sido homenageado pelo Becken Lima, do F1 Around. Confesso que fiquei espantado, e quando fui lá, acabei por ver o post de tributo que ele fez.

Eis um excerto do post dele: “Além de todo esse incansável trabalho de fomentador, Paulo ainda consegue escrever análises de um bom leque de várias categorias e excelentes — senão as melhores — análises do mundo político da F1, com uma visão européia da F1, só que escrita e expressa em nossa inculta e bela língua portuguesa, algo absolutamente raro.”

Comparar-me a Mário de Andrade é um excercício interessante, confesso. Há coisas que são absolutamente reais: o meu trabalho de pesquisa, o instigador de novos blogueiros (instiguei tantos que já não tenho tempo para ver todos…) e a minha análise pessoal sobre a actualidade da Formula 1 e conhecendo o impacto que este blog tem na comunidade brasileira, mostrar a eles o que se faz por estas bandas.

E depois, quando leio sobre a obra dele, decubro que, entre outras coisas, que existe uma biblioteca em São Paulo com o seu nome, e que chegou a ser a face de uma nota de 500 mil cruzeiros, em 1993. Não espero que acabe numa nota de banco (agora Portugal faz parte de um sistema monetário transnacional), mas num selo de correio seria engraçado… LOL!

No final, isto é uma prenda antecipada, pois no dia 12, o mesmo dia do GP da Alemanha, comemoro o meu 33º aniversário natalicio. No final, confesso a minha supresa e agradeço enormemente pela homenagem que me fez, mas considero que existem muitos outros blogueiros que fazem um trabalho tão bom ou melhor do que eu. Não vou conseguir lembrar de todos, dada a extensão da lista, portanto, peço antecipadamente desculpas.

Como digo, existem blogueiros tão grandes como eu, se calhar melhores, como o Daniel Medici, o “soviético” Rianov Albinov, o Ron Groo e os seus maravilhosos contos, o Alexandre Carvalho e as excelentes entrevistas que faz às personagens laterais da Formula 1, o Luiz Antonio Pandini, a Ingryd Lamas e as suas crónicas de Londres, enfim… toda uma plateia de grandes nomes da blogosfera em Português, que fazem tudo para que mostrem não só o seu amor pela velocidade, como também a usem para expor os seus próprios talentos.

E no final, regresso ao título: só posso agradecer pelo tributo.

P.S: O Germano Caldeira, do Blog 4×4, ainda me deu mais uma prenda para mim. Decidiu pegar nos meus dados a fazer isto: um selo pessoal. O meu desejo foi concretizado mais cedo do que pensava…

A capa do Autosport desta semana

À falta da Formula 1, outros assuntos sobem à tona. E este fim de semana tivemos um marco histórico: a centésima vitória de Valentino Rossi na sua carreira motociclistica, o que o torna no segundo maior vencedor de sempre, superando apenas pelo seu compatriota Giacomo Agostini, nos anos 70.
Conhecido como “Il Dottore”, Rossi conseguiu o feito num dos mais tradicionais circuitos do motocilismo: Assen, na Holanda. A unica prova do calendário que decorre no Sábado (coisa rara!), o título da revista para este feito é bem simples: “As Cem Vitórias de Rossi“.
Para além disso, temos o rescaldo do Rali da Polónia, onde graças ao segundo acidente consecutivo de Sebastien Löeb, e consequente vitória de Mikko Hirvonen, e da Ford, faz com que um campeonato que parecia ter um dono, de repente se tornasse em algo excitante e imprevisivel, algo impossivel de pensar há dois meses atrás. “Reviravolta no Mundial de Ralies” é o título.
A Formula 1 e o WTCC também fazem parte da capa. No primeiro caso, faz-se um comparativo entre Ross Brawn e Adrian Newey, os homens que estão por detrás das máquinas da Brawn GP e da Red Bull, as duas maiores protagonistas da Formula 1 em 2009, e a análise de Tiago Monteiro aos rivais do WTCC, na semana em que decorre a ronda portuguesa, no circuito urbano da Boavista.

Como perder oito pontos a 200 metros do fim, por Jari-Matti Latvala

Jari Matti-Latvala é um piloto talentoso, do mesmo leque de “finlandeses voadores” como Henri Toivonen e Ari Vatanen. Contudo, nos últimos tempos, anda mais a destruir carros do que a acabar corridas. Após o seu acidente em Portugal, muitos são os que dizem que Latvala está a mais na equipa. que não sabe usar a cabeça, que corre rápido demais para as classificativas, etc, etc… Contudo, a vitória no Rali da Sardenha acalmou um pouco os ânimos, e o segundo lugar na Grécia parecia confirmar que ele já tinha encontrado um ponto de equilibrio entre a sua rapidez e a capacidade de terminar bem classificado nos ralies.

Só que num troço que deveria ser de espectáculo, acaba por quebrar uma suspensão num ressalto e acabar contra os ralis. Tudo isto à frente de… Malcom Wilson, o patrão da M-Sport, que estava com uma garrafa de champanhe na mão à espera que os dois carros terminassem o troço.

Latvala explica o acidente: “Não estava a conduzir muito rápido mas entrei na curva demasiado cedo e toquei num barril que estava cheio de areia.” Para o homem que perdeu o 2º posto com a meta à vista “este é o maior erro que já cometi. Desapontei toda a gente.”

Wilson tem sido o maior defensor de Jari-Matti Latvala, perdoando-lhe erros, encontrando sempre uma forma de o ajudar. E mesmo depois da situação de hoje, Wilson confirmou Latvala para correr na Finlândia em Agosto. “De cada vez que ele comete um erro tendo sempre a ser uma situação diferente, mas garantidamente este foi o maior erro da sua carreira,” afirmou Wilson.

O homem da M-Sport explicou que há muitos anos que não vê uma classificativa, porque sempre que via acontecia algo. Abriu uma excepção na super-especial da Polónia para estar presente com a equipa nos festejos e afinal viu “in loco” a perda de um excelente resultado. “Escusado será dizer que não esperava ver o que vi na Super-Especial mesmo à minha frente. Inacreditável!”

Wilson e toda a equipa tiveram um verdadeiro “balde de água fria“. “Podem imaginar o chique que foi para nós. Estava ali a equipa toda para festejar a fantástica ‘dobradinha’ num rali novo. Depois aconteceu aquilo. Três dias de excelente trabalho evaporaram-se em frente dos nossos olhos. Simplesmente inacreditável…”

WRC – Rali da Polónia (Final)

Como seria de esperar, Mikko Hirvonen ganhou pela segunda vez consecutiva este ano, e deu à ford a sua terceira vitória consecutiva nesta temporada, relançando definitivamente um campeonato inicialmente perdido a favor de Sebastien Löeb, que depois de bater no primeiro dia, voltou à estrada no segundo, através do método Superrally, e acabou na sétima posição, conseguindo dois pontos para o campeonato, minimizando as perdas a favor do finlandês. Mas não evitou perder a liderança.

O terceiro dia do rali ficou marcado pelo acidente de Jari-Matti Latvala na… ultima especial, onde se despistou e partiu um braço da suspensão. Latvala seguia na segunda posição, e isso fez com que Daniel Sordo herdasse essa posição de bandeja. Na última posição do pódio ficou o Stobart-Ford de Henning Solberg, que suplantou o seu irmão Petter, no Citroen Xsara WRC. Uma boa surpresa foi o quinto lugar final de Matthew Wilson, seguido pelo local Krzysztof Holowczyc. A fechar os pontos, depois de Sebastien Löeb, ficou o zimbabueano Conrad Rautenbach.

O piloto finlandês ascende assim ao comando do campeonato, com um ponto de avanço sobre Sébastien Loeb. Agora faltam quatro ralis para o final do campeonato, e para discutir o título com o seu adversário, que, convém lembrar, venceu os cinco últimos campeonatos, tudo pode acontecer. Quem imaginaria tal cenário após a quinta vitória consecutiva do piloto francês este ano?

Noticias: Mosley ameaça recandidatar-se

O facto que não ter gostado da maneira como foi tratado pela FOTA no acordo de paz assinado na Quarta-feira, faz com que o (ainda) presidente da FIA, Max Mosley, ameaçe voltar com a palavra atrás e recandidatar-se às eleições de Outubro, depois de admitir que não está à espera das desculpas da FOTA. “Eles cometeram o erro de dançar sob a minha sepultura antes de eu ser enterrado. Não é bom a FOTA pagar a assessores de imprensa que anunciam que estou motor e enterrado quando aqui estou ‘teso que nem um carapau’.”, afirmou, numa entrevista ao jornal inglês “The Mail on Sunday”.
Estou a ser pressionado de todo o mundo para me recandidatar. Eu não queria, pois sinto-me um pouco velho demais. Quando comecei, tinha idade suficiente para ser pai de alguns jovens pilotos, agora tenho idade para ser avô deles. Não me sinto velho, mas pareço. Desse ponto de vista é preciso alguém com outra imagem.”, declarou.
Mais adiante, revela que já não tem ilusões que Luca di Montezemolo lhe peça desculpa pelas declarações proferidas após o acordo ao jornal Gazzetta dello Sport: “Sinceramente, não espero que o Luca peça desculpas ou retire as declarações ou então não seria levado a sério pelas pessoas. Agora ele é visto pelos italianos como uma ‘bella figura’. É natural que as pessoas acreditem no que foi dito, como por exemplo todo aquele disparate de Boeri me substituir até Outubro na gestão da Formula 1. Quando todos dormirmos sobre o assunto ficarei feliz de confirmar o acordo que fizemos na semana passada.”, concluiu.
Para acabar, deixa um aviso: “Geralmente, quando se trabalhou tanto em 16 anos, como eu fiz, é tempo de parar. Eu quero mesmo parar, mas se vai haver um conflito com a indústria automóvel, por exemplo, com as equipas da FOTA, então não irei parar. Farei o que for necessário fazer. Não é do meu feitio fugir quando há luta em perspectiva.” No final, ele não está “morto”, e nota-se que ficou ofendido com as declarações do presidente da Ferrari. Isto significa que até Outubro, tudo pode acontecer, até o reavivar da guerra FIA vs FOTA. Pelo menos, ele está disposto a isto…

Uma entrevista recomendável

Sabia que ele estava a fazer isto há algum tempo, mas não esperava que o resultado fosse este. O Alexandre Carvalho tem um excelente blog, o Almanaque da Formula 1. E nos meus contactos frequentes com ele, um dos seus projectos é entrevistar com pessoas mais “laterais” na história da Formula 1. Um desses projectos era uma entrevista a Phillipe Streiff, um piloto francês cuja carreira terminou precocemente nos testes livres do GP do Brasil de 1989, no Autódromo de Jacarépaguá.

Irremediavelmente tetraplégico, Streiff teve outra vida a partir dali. Organizador do Elf Masters de Karting em Dezembro de 1993, que marcou um padrão para a posteridade, e também assinalou o duelo final entre Ayrton Senna e Alain Prost. E actualmente é conselheiro no Ministério dos Transportes e Segurança nas Estradas.
O link para a entrevista está aqui. E não sou só eu a recomendar. O Pandini também.

Pera aí, ele vai fazer isso?

Confesso que já tenho com que fazer no dia dos meus anos. Para além de ver o GP da Alemanha, em Nurbrugring, arrisco-me a ver algo de interessante no pódio, caso o Rubens Barrichello acabe por lá. É que prometeu no seu Twitter que vai fazer o “moonwalk”, em homenagem ao Michael Jackson, falecido na quinta-feira.
E ai galera. Já vi que vou ter que fazer o “moonwalk” (passo crado por Mihael Jackson) no pódio (do GP) da Alemanha então. Vou trabalhar muito pra ter um fim-de-semana bom e dedicar a vocês o que sair do “moonwalk”, ok?”, escreveu Rubens, em declarações captadas pelo site desportivo SCN.pt.
Essa tenho de ver. Rubinho. Porque promessa é divida!

WRC – Rali da Polónia (Dia 2)

O dominio da Ford continua nas classificativas polacas. Mikko Hirvonen e Jari-Matti Latvala mantiveram os dois primeiros lugares nas classificativas de hoje, apesar de uma ameaça inicial por parte do Citroen de Daniel Sordo, nas classificativas da manhã. apesar desse ataque, após a segunda passagem pelos troços, a vantagem dos pilotos da equipa comandada por Malcolm Wilson na frente da prova ficou reforçada.
Esta tarde foi de loucos. Nem sequer ouvimos as notas, vamos pé a fundo não interessa o que venha a seguir. Não esperava isto. Pensava que fosse um pouco mais fácil, mas desde o segundo troço desta manhã que estamos a andar ao máximo. Tem sido fantástico, absolutamente fantástico“, confessou o finlandês líder da prova.

Quanto ao homem da Citroën que persegue os Ford, Daniel Sordo, não conseguiu repetir os tempos da manhã, queixando-se que o comportamento do seu C4 não estaria tão bom nas segundas passagens pelos troços.

Estou a dar o máximo mas está a ser muito difícil. Não faltam muitas especiais amanhã, e hoje apenas consegui ser mais rápido na primeira ronda. A não ser que o Mikko ou o Jari tenham problemas, vai ser difícil. Vamos ver“, afirmou Sordo, que leva já mais de um minuto de vantagem sobre o quarto classificado, que é o francês Sébastien Ogier.

Quanto a Sébastien Löeb, depois de regressar à competição por via do Superally, teve um andamento muito competitivo e venceu quatro especiais, e conseguiu subir até ao 13º posto, mercê de um andamento muito competitivo. Contudo, o francês vai precisar de muitos azares alheios para conseguir chegar sequer aos pontos.

A prova termina amanhã.