Youtube F1 Classic: The Formula 1 Story, BBC

Lembram-se há uns tempos de um video da Nike, creio eu, de um jogador de futebol a treinar-se arduamente para conseguir o seu lugar na equipa, com os altos e baixos típicos da profissão? Pois bem, a BBC decidiu fazer a sua versão desse video, só que colocando as coisas para o lado da Formula 1. Desda a infância, passando pelos karts, Formula Ford, etc…
Ao ver o video, pergunto-me: aquele até poderia ter sido eu. Teria a sua piada!
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Valerá a pena colocar a Formula 1 na Bolsa?

A grande cena dos últimos dias em termos financeiros – aparte a crise financeira na zona euro – é a novela do Facebook, que entrou com enorme estrondo há duas semanas na Bolsa de Nova Iorque, com ações a valerem 38 dólares no dia em que entrou.

Pois bem, depois de duas semanas de polémicas com a sua apresentação aos potenciais accionistas, anúncios de investigação por parte da entidade fiscalizadora da bolsa e o enorme “hype” causado pela entrada em si, faz com que neste momento, as ações da rede social fundada e gerida por Mark Zuckerberg valham agora à volta de 28 dólares, menos dez do que no inicio. E isso significou que durante este curto espaço de tempo, a empresa se desvalorizou em 25 por cento, fazendo desaparecer cerca de 25 mil milhões de dólares de capitalização bolsista. Algo que é raramente visto na bolsa americana, segundo dizem os entendidos na coisa.

E porque trago isto para o mundo da Formula 1? Ora, porque eles também vão se lançar na bolsa de valores. Não na de Nova Iorque, mas sim o de Singapura. A operação está a ser preparada desde o inicio do ano, e a ideia é o de colocar entre 20 a 30 por cento da capitalização que pertencia a Lehman Brothers, que poderá valer à volta de 300 milhões de dólares. Se for colocada na bolsa a percentagem mínima, significa que o mundo da Formula 1 valerá à volta de dois mil milhões de dólares, algo do qual muitos estão a torcer o nariz. Para terem uma ideia, esse é o valor da Premiership britânica, a liga de futebol mais importante do mundo.
A operação bolsista ainda não tem data marcada, mas está a ser tratada por quatro bancos: a UBS suiça, as americanas Goldman Sachs e Morgan Stanley, e a espanhola Santander. Mas mesmo que a fuga para a Ásia seja uma maneira segura de atraír, por exemplo, os chineses e os árabes, mesmo por aí, as pessoas estão cautelosas. Prova disso é o que Joe Saward afirma hoje no seu blog, quando se lê que duas empresas de origem chinesa, a Graff Diamonds e a China Nonferrous Minig, decidiram adiar a sua entrada na Bolsa de Hong Kong devido aos receios de que tais ações não iriam ser bem sucedidas. E da primeira companhia, a operação bolsista iria ser de mil milhões de dólares.
Percebe-se a ideia que está por trás disto tudo. Aliás, duas ideias: primeiro, gerar muito dinheiro. E segundo, fazer com que ninguém tente comprar a Formula 1. Bernie Ecclestone sabia disso, quando acedeu a dar “luz verde” a este negócio. Como as equipas nunca farão esforços sérios para tomar conta do negócio e como desde há muito que a FIA não tem mão nesta competição – podem agradecer a Max Mosley por isso – a valorização bolsista é mais uma forma de Ecclestone ainda ganhar mais algum dinheiro e mostrar que, até morrer, será ele a mandar no jogo. Daí ele poder dizer alegremente, aos quatro cantos do mundo, que já assinou um novo Acordo da Concórdia, conferindo mais algum dinheiro às equipas mais poderosas – que vão entre os 50 milhões de euros para a Ferrari, aos 35 milhões de euros anuais à Red Bull – e também a possibilidade do calendário ser alargado dos atuais 20 para um máximo de 24 corridas. E Ecclestone tem olhos agora para as Américas…
Em suma, veremos o que isto vai dar. E pelo que se vê nos exemplos anteriores, o risco é no mímino, grande.

5ª Coluna: O final inevitável de uma relação arruinada

Passou algo despercebido nas noticias: no final da semana passada, a Lotus anunciou que o seu “chairman”, Dany Bahar, fora suspenso das suas funções como dirigente do Grupo Lotus devido à sua “conduta”. Bahar, de 41 anos e dirigente da companhia desde o final de 2009, vindo da Ferrari, tinha chegado lá com planos para transformar a companhia fundada por Colin Chapman de alto a baixo, que passava pelo regresso no nome ao desporto automóvel, até a uma nova linha de superdesportivos de estrada, recuperando os velhos nomes do passado. E para isso, tinha convencido os investidores malaios a darem um grande financiamento com o objetivo de transformar a marca de alto a baixo. 
Contudo, a pose de Bahar ao longo deste tempo todo foi, como sabemos, comprando guerras com toda a gente. Já tinha sido assim nos sítios onde tinha passado – primeiro na Red Bull, depois na Ferrari, como sendo diretor do departamento de marketing – e a mais mediática de todas estas guerras foi a que teve contra Tony Fernandes em 2010 pelo direito de ter o nome “Team Lotus” na Formula 1. O assunto foi resolvido fora dos tribunais, depois de Fernandes ter-lhe sido dada razão nos direitos para obter o nome, provenientes de David Hunt, que por sua vez tinha comprado da Peter Collins e Peter Wright em 1990, que tinham ficado com a equipa de Formula 1 depois da familia Chapman ter cedido os seus direitos.
Bahar tinha planos enormes: colocar a marca Lotus em tudo que tinha quatro rodas e um volante, desde a Formula 1 até ao karting (!) ao mesmo tempo que fazia modelos de estrada. Mais do que um modelo, para ser mais preciso. Mas para que uma coisa dessas desse resultados, os seus financiadores tinham de ter uma confiança cega no seu projeto. Apesar dos seus financiadores saberem do seu passado quer na Ferrari, quer na Red Bull, o seu estilo de governação ainda não os tinha assustado suficientemente para o remover dali. Para piorar as coisas, Bahar tem um estilo ao mesmo tempo sedutor e megalomaníaco, e eles acharam que apostar todas as cartas em todas as frentes poderia ser a merlhor coisa que se poderia fazer para a marca.
Para piorar as coisas, Bahar, em vez de abraçar com toda a força a herança de Colin Chapman, de carros pequenos, leves e velozes, fez exactamente o contrário. A sua agenda pessoal era pura e simplesmente pegar na Lotus e a transformar uma “Ferrari inglesa”, deitando fora tudo o que foi feito atrás. E claro, fazer uma coisa dessas em tempos como estes, era uma opção que iria sair muito caro. E a escala dessa ambição louca se viu quando se apresentou a “nova Lotus” no Salão de Paris, em setembro de 2010: cinco modelos de automóveis, todos a serem feitos ate 2015. Numa era onde o dinheiro não é muito e onde o mercado dos super-desportivos anda cheio de modelos destes e afins, e onde também a McLaren demorou algum tempo e gastou muito dinheiro para construir o seu modelo MP4-12C, ver cinco modelos a serem construidos num curto espaço de tempo parecia ser incrivelmente louco. Ou tinha fundos infinitos, ou os seus investidores confiavam cegamente em Bahar.  
Contudo, quando no inicio deste anos, o governo malaio decidiu vender a Proton – que por si mesma já era deficitária – também serviu para se livrar do “ativo tóxico” que já se tinha tornado Dany Bahar. Já se tinha visto como é que os mais de oitenta milhões de dólares emprestados pelos bancos locais, com a garantia do próprio governo, tinham sido gastos, com projetos que tinham pouco ou nenhum retorno, a curto prazo, desde os patrocinios a tudo que tinha quatro rodas e um volante – GP2, GP3, Endurance, até um programa de GT nos ralis – até, claro, no projeto dos motores preparados pela Judd para a IndyCar e que resultou naquilo que sabemos. Mas também parece que esse dinheiro foi também usado para… renovar as instalações de Hethel, sede da companhia. Ou seja: o dinheiro serviu para tudo menos aquilo que deveria ser feito.
Claro, nesta altura, escusado será afirmar “eu bem avisei”, porque de uma certa forma a marca tornou-se na maior vítima dos planos loucos de um homem. O pior é que quem irá sofrer será a região de Norwich, local onde está instalada a fábrica da Lotus. Com noticias cada vez mais iminentes de venda ou de insolvência, o futuro tornou-se incerto. E provavelmente Colin Chapman, onde quer que esteja, estará a fazer o seu melhor para que se transforme no novo Polo Norte magnético, de tanto que se revira no seu túmulo…

GP Memória – Mónaco 1992

Quando máquinas e pilotos chegaram ao circuito do Mónaco, para a sexta prova do campeonato do mundo de 1992, as coisas no campeonato iam num só sentido: Nigel Mansell e os Williams dominavam a competição, sem que os adversários pudessem se aproximar o suficiente para os contestarem. Era uma questão de tempo até que vencessem ambos os campeonatos. Mas havia quem admitisse que o Mónaco, sendo diferente, poderia trazer alguma surpresa na manga.
De facto, elas aconteceram, mas começaram na qualificação. Roberto Moreno, na sua Andrea Moda, começou a fazer das tripas coração do seu carro, e enquanto que Perry McCarthy não marcava qualquer tempo, este conseguia fazer o terceiro melhor tempo na pré-qualificação e desalojar o Larrousse de Ukyo Katayama. Era a primeira vez naquela temporada que eles entravam na qualificação, mas parecia que as coisas não iriam terminar por ali, pelo menos do lado do Moreno. Os outros pré-qualificados foram o Larrousse de Bertrand Gachot, o Footwork de Michele Alboreto e o Fondmetal de Andrea Chiesa.

Contudo, nessa qualificação própriamente dita, os Williams dominaram. Nigel Mansell fez a pole-position, seguido pelo seu companheiro, Riccardo Patrese. Ayrton Senna era o terceiro, com o Ferrari de Jean Alesi no quarto posto. O outro McLaren-Honda de Gerhard Berger era o quinto, seguido pelos Benetton de Martin Brundle e Michael Schumacher. O segundo Ferrari de Ivan Capelli era o oitavo, enquanto que o “top ten” era fechado pelo Lotus-Ford de Johnny Herbert e o Tyrrell-Ilmor de Andrea de Cesaris.

Esta qualificação representou a segunda parte do milagre para Roberto Moreno, pois com uma Andrea Moda pelos arames, conseguiu um tempo suficiente para poder largar na grelha. Podia ser o 26º e último tempo, mas tinha conseguido colocar de fora os Brabham de Eric van de Poele e Damon Hill, o Fondmetal de Andrea Chiesa e o March-Ilmor de Paul Belmondo.
No dia da corrida, sob céu nublado, mas sem previsão de chuva, o Minardi de Gianni Morbidelli teve problemas de motor na sua volta de lançamento e largou das boxes. Na partida, Mansell largou bem, com Senna a conseguir passar Patrese para a segunda posição. A meio da primeira volta, o Dallara de Pierluigi Martini despistou-se no Mirabeau e ficou-se por lá.

Na frente, as coisas estavam na mesma, enquanto que Roberto Moreno aproveitava as retiradas e algumas ultrapassagens para chegar o mais à frente possivel. Na volta onze, o brasileiro estava na 19ª posição quando o seu motor Judd V10 cedeu, terminando ali a sua corrida. Na votla seguinte, quando discutiam o quinto posto, Schumacher e Alesi colidem, mas continuam a correr. Contudo, os danos sofridos no carro do piloto francês foram tais que acabou por desistir na volta 28, fazendo com que Berger herdasse a posição por pouco tempo, porque na volta 32, a sua caixa de velocidades cedeu.

Mais estranho ainda foi o que aconteceu a Ivan Capelli. Na volta 61, o italiano da Ferrari rolava calmanente na quinta posição quando bate na curva das Piscinas, danificando um braço da suspensão. Para piorar as coisas, na curva seguinte, bate nas barreiras de proteção, deixando o carro a um ângulo de 45 graus, com duas rodas no ar. Era o final anormal, mas frustrante para a marca de Maranello.

Na frente, impertubável, Mansell parecia ir a caminho de mais uma vitória, a sexta consecutiva. E parecia mesmo que as coisas ficariam assim, mas na volta 70, um dos parafusos de uma das rodas cedeu e Mansell teve de ir às boxes para reparar a anomalia. A sua diferença, de quase 30 segundos, evaporou-se e foi ultrapassado por Ayrton Senna.

Mansell aproximou-se rapidamente do brasileiro e tentou por várias vezes ultrapassá-lo, mas o brasileiro, mais esperto, conseguiu manter o carro numa trajetória que o impedisse de passar na pista e foi assim que o brasileiro acabou por ganhar a corrida. Uma vitória que tinha caído do céu, por certo, mas uma vitória.

Depois de Senna e Mansell, Riccardo Patrese fechou o pódio, enquanto que nos restantes lugares pontuáveis ficaram os Benetton de Michael Schumacher e Martin Brundle e o Larrousse de Bertrand Gachot.  

Fibra de Carbono – Episódio doze

O terceiro capítulo desta semana (!) desta Fibra de Carbono tem a ver com os rescaldos do GP do Mónaco – e respectivo comboio – e as 500 Milhas de Indianápolis e o seu “final banzai”, cortesia do Takuma Sato e as suas ultrapassagens na Curva 1. E temos também uma treta técnica, onde falmos dos pneus. 
Esperemos que gostem! Eis o link do episódio: http://fibracarbono.net/podcast/episodio-12-curva-banzai.html

Youtube F1 Classic: Hunt vs Lauda, visto por Antti Kalhola

No meio de todo este “hype” sobre o filme “Rush”, realizado por Ron Howard e que vai ter Chris Hemsworth como James Hunt e Daniel Bruhl como Niki Lauda, lembrei-me que o Antti Kalhola fez um video de tributo ao piloto inglês em 2008, muito antes de se pensar em fazer um filme sobre a temporada de 1976 e os dois pilotos.

A banda sonora é a mais indicada para o periodo em questão: “Supreme”, de Robbie Williams. Vejam – ou revejam.

Noticias: GP do Canadá ameaçado por protesto estudantil

Se acharam que o Bahrein seria a unica ocasião que a Formula 1 e a politica iriam “colidir”, enganem-se. Pelo menos em 2012. E diz-se isto porque no próximo dia 10 de junho, a caravana vai chegar a uma Montreal em pé de guerra há mais de quatro meses, devido a uma luta estudantil devido ao aumento das propinas. Algo de absolutamente estranho num país com fama de ser não-violento… mas real.
Explica-se em algumas linhas: o Quebec, a provincia maioritáriamente francófona do Canadá, tem as propinas mais baixas do sistema universitário canadiano, e este ano, o governo provincial decidiu implementar um aumento brutal no valor das propinas, fazendo com que os estudantes saissem à rua desde fevereiro desde ano. Até agora, estes protestaram com panelas e tachos, imitando o “cacerolazo” argentino, mas nos últimos dias, estes se tornaram violentos, pois houve cargas policiais na baixa da cidade, alegando que tinham ultrapassado o limite de ruído a determinada hora – neste caso, à noite – e houve reações violentas, com caixotes do lixo incendiados e vandalismo em lojas e automóveis por parte de elementos mais radicais.
Tal coisa não dá sinais de abrandamento, agora que estamos a cerca de doze dias do fim de semana do Grande Prémio. O lider provincial, Jean Charest, está num dilema, pois não aceita negociar com os estudantes o cancelamento ou um aumento mais suave das propinas, e arrisca a tê-los a perturbar o fim de semana da Formula 1, que normalmente costuma ser ótimo para os cofres da cidade e da província, dado que muitos dos espectadores vêm de Nova Iorque e da Costa  Leste americana.
Para piorar as coisas, a rede “Anonymous”, já apelou a novo boicote e ameaçou que iria “hackear” todos os sites relacionados com a Formula 1, desde o site oficial até ao da organização, passando por sites noticiosos. “Sugerimos fortemente que juntem ao nosso boicote à Formula 1 em Montreal, que não adquiram nem os bilhetes nem ‘merchandising’ online“, afirmou um porta-voz.
Em suma, mais problemas na Formula 1, mas desta vez num local inesperado. Veremos como isto vai terminar. 

Noticias: México quer voltar a ter Formula 1

As autoridades locais anunciaram esta manhã que vão negociar um acordo com Bernie Ecclestone para sediar o GP do México a partir de 2013 no Autódromo Hermanos Rodriguez, na Cidade do México. A ideia será de substituir o GP de Valencia, e assim colocar a Formula 1 por mais de um mês em paragens americanas, pois este aconteceria logo depois do GP do Canadá ou o GP de New Jersey, caso este se confirme.
A entrada mexicana está a ser possível graças ao apoio da Telmex, de Carlos Slim, atualmente o homem mais rico do mundo, que está a querer aproveitar a onda de entusiasmo existente por Sérgio Perez, piloto da Sauber que subiu ao pódio no GP da Malásia deste ano e fez uma volta mais rápida este domingo no GP do Mónaco.
A última vez que a Formula 1 esteve no México foi em 1992, numa corrida onde Nigel Mansell e Riccardo Patrese deram uma dobradinha à Williams, com Michael Schumacher a alcançar aqui o seu primeiro pódio da sua carreira.
Esta nova leva de circuitos faz parte do plano de Bernie Ecclestone em levar a Formula 1 para os quatro cantos do mundo, já que também há planos desde há muito para levar a sítios onde já esteve, como a Argentina e a Africa do Sul, em detrimento da Europa, onde os planos para um Grande Prémio em França parecem ter ficado congelados “ad aeternam” devido à subida ao poder do novo presidente francês, Francois Hollande.

Noticias: Dois espectadores morrem num rali na Irlanda

As coisas não andam fáceis nos ralis. Duas semanas depois de dois acidentes, um em França, e outro na Belgica, terem causado quatro mortos, neste final de semana, outro acidente na Irlanda, num rali local, causou a morte de dois espectadores e ferimentos em mais sete pessoas, incluindo o piloto e o navegador.
O acidente ocorreu no Cavan Car Rally, uma prova do campeonato nacional, quando um Ford Escort Mark II perdeu o controle após um salto, indo de encontro para um grupo de pessoas que estava á sua direita, atropelando-os. Os mortos acabaram por ser um homem de 50 anos, fotógrafo, e uma mulher de 29, navegadora de ralis, mas que não participava nesta competição.
Não sei se algo se quebrou dentro do carro ou perdeu pura e simplesmente o controle“, começou por dizer uma das testemunhas, Mathhew McMahon, à RTE Radio. “Depois do acidente, ouvi pessoas a gritarem ‘bandeira vermelha, bandeira vermelha, parem a corrida’. As pessoas choravam ou estavam pálidas, petrificadas com o que tinha acontecido. Depois alguém gritou ‘está morto’ e descobrimos até que ponto é que o acidente tinha sido sério“, concluiu. 
A policia local e a Motorsport Ireland, entidade que regula o automobilismo no país, está a investigar as circunstâncias deste acidente.