O carro está fo****? Então vou às p****!

Não sei se é para levar a sério, mas como esta “estória” é referida hoje pelo site Jalopnik, eu coloco por aqui. Primeiro que tudo, quem conhece a história da Formula 1 sabe quem é Jean-Pierre Van Rossem. E se não sabem eu conto: era o senhor que foi o maior financiador da aventura da Onyx, em 1989, quando graças ao seu esquema – fraudulento – de finanças chamado Moneytron, arranjou dinheiro suficiente para colocar em marcha uma equipa que das trevas da qualificação, conseguiu um pódio e seis pontos das mãos do sueco Stefan Johansson.
O esquema foi tão bom que durou… pouco. No ano seguinte, a pretexto de um acordo falhado com a Porsche, abandonou a Formula 1 e foi apanhado pela justiça belga no caso da tal fraude. Para fugir de uma sentença de cinco anos de prisão, decidiu… candidatar-se ao parlamento belga, de forma a garantir imunidade parlamentar. E conseguiu!
Agora o excêntrico belga – barba e cabelos compridos, sem papas na lingua – decidiu contar uma historieta que aconteceu durante as 24 Horas de Spa-Francochamps de 1989, quando Van Rossem financiava e participava com uma equipa de dois Ferraris. E um dos pilotos que convidou foi o finlandês Keke Rosberg, então com 40 anos e retirado da Formula 1 desde 1986. E que até então, nunca se tinha metido numa corrida de Endurance.
Van Rossem conta a historieta: “Tinhamos problemas com as jantes num dos Ferrari Mondial dos Dubois Bros. Quando os travões aqueceram, estes se tornaram ‘ovais’ e começaram a afetar os travões inferiores. Pouco antes da meia-noite, já não tinhamos rodas suplentes e o diretor de equipa disse ao Keke que iria demorar entre quatro a seis horas para reparar o seu carro.”  

“O que faz Keke? Pergunta-me onde ficava a “zona vermelha” de Liége (local onde ficam situados os bordéis da cidade), e ele sai dali, regressando às sete da manhã do dia seguinte, pronto para mais umas horas de corrida, como se nada tivesse acontecido. Definitivamente, ele não era um piloto para a Endurance“, sentencia Van Rossem.
Interessante saber que depois disto, Rosberg tornou-se piloto oficial da Peugeot no Mundial de… Endurance, a bordo do modelo 905. E até nem se saiu mal, vencendo duas corridas e teve uma participação nas 24 horas de Le Mans. E ja agora, foi atrávés de Van Roosem que Rosberg conseguiu colocar um dos seus protegidos, o compatriota J.J. Letho, na Formula 1.
Quanto à história em si… bom, Rosberg nunca foi propriamente o piloto mais certinho daqueles tempos, portanto, pode ser credível. 

O fabuloso Nasser Al-Attiyah

Já sabemos que ao longo da história do desporto houve pilotos de Formula 1 e restantes automobilistas que representaram o seu país nos Jogos Olimpicos. O nobre tailandês Bira ou o argentino Roberto Miéres foram dois exemplos, em vela. Mas nenhum deles conseguiu algo que o qatari Nasser al Attiyah obteve esta tarde: uma medalha. Aos 42 anos, e depois de ter vencido o Rally Dakar em 2010, conseguiu a medalha de bronze na modalidade de “skeet”, na sua quinta participação olimpica.

O piloto – e atirador – qatari precisou de ir para um desempate com o russo Valeri Shomin depois de terem empatado a 144 pontos, menos dois do que o campeão olimpico Vincent Hancock. Nas eliminatórias, Al-Attiyah tinha ficado em quarto lugar, atrás de Shomin. O dinamarquês Anders Golding ficou com a medalha de prata. Com este resultado, o Qatar consegue a sua primeira medalha em Londres e a terceira da sua história, todos de bronze.
Claro, já não vai a tempo de participar no Rali da Finlândia – para o seu lugar veio o australiano Chris Atkinson – mas pelo menos pode-se dizer que a sua participação em Londres já compensou. E este é mais um feito na sua longa lista. Parabéns, Nasser!

GP Memória – Alemanha 1977

Quase um ano após o acidente de Niki Lauda no enorme Nurburgring Nordschleiffe, os organizadores cederam ao inevitável e decidiram que dali em diante, a corrida seria disputada no mais pequeno – mas muito veloz – circuito de Hockenheim, que tinha recebido sete anos antes uma prova do Mundial, vencida pelo Lotus de Jochen Rindt. Veloz, mas muito mais seguro, os pilotos preferiram bastante esta pista.

Para a corrida alemã estavam inscritos 30 carros para uma grelha de 24 que a organização deixava entrar. Em relação a Silverstone, 15 dias antes, havia novidades: a Renault estava ausente, tendo decidido que iria fazer mais algumas sessões de testes, enquanto que a McLaren voltava ao formato de dois carros, depois da experiência do novato Gilles Villeneuve. Na ATS, entrava um segundo carro para o local Hans Heyer, enquanto que na BRM, o belga Teddy Pillete estava a bordo do carro.

Após as duas sessões de qualificação, a pole-position calhou pela primeira vez na carreira, a um Wolf. Jody Scheckter tinha sido o autor da proeza, com John Watson ao seu lado, no seu Brabham-Alfa Romeo. Niki Lauda era o terceiro, no seu Ferrari, na frente do McLaren de James Hunt. O segundo Brabham-Alfa Romeo de Hans-Joachim Stuck foi o quinto, seguido pelo Ligier-Matra de Jacques Laffite. Carlos Reutemann era o oitavo, e a fechar o “top ten” estavam, na quinta fila, o Lotus de Gunnar Nilsson e o Surtees de Vittorio Brambilla.

Seis pilotos acabaram por não se qualificar para a corrida. Destes, o mais sensacional foi a não-qualificação de Emerson Fittipaldi, no seu Copersucar, que era a segunda vez que isso acontecia. O March de Patrick Néve, inscrito pela Williams, outro March, de Arturo Merzário, o Penske-ATS de Hans Heyer, o McLaren privado de Emilio de Villota e o BRM de Teddy Pilette.

A corrida começou com os três primeiros da grelha a manterem as posições. Watson pressionou Scheckter pela liderança até à oitava volta, altura em que o motor falhou e ele acabou por desistir. Por essa altura, havia algo insólito: um carro ilegal! O autor da duvidosa proeza era Hans Heyer, que tinha largado sem que os comissários se tivessem despercebido. Estes queriam desclassificá-lo – o que acabou por acontecer – mas Heyer não viu as bandeiras pretas até que a transmissão se partiu, na nona volta.

Pouco depois, Lauda aproximou-se o suficiente para passar, que conseguiu concretizar à 13ª volta. Aos poucos, afastou-se do sul-africano da Wolf e rumou à vitória. Atrás dos dois pilotos, havia uma batalha entre o Ligier de Laffite, o McLaren de Hunt e o Brabham de Stuck. Hunt passou o francês e foi ao ataque de Scheckter, numa batalha que se prolongou até à 33ª volta, altura em que o motor do britânico estourou, deixando o piloto da Wolf mais tranquilo.

A partir dali, não houve grandes novidades, a não ser a desistência de Mário Andretti, na volta 34 quando já era quinto. O lugar foi para o Tyrrell de Ronnie Peterson, que oito voltas depois acabou também por desistir pela mesma razão.

No final, Niki Lauda era o vencedor, seguido por Jody Scheckter e o Brabham de Hans-Joachim Stuck, para delírio dos alemães, pois era o seu primeiro pódio da sua carreira. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o segundo Ferrari de Carlos Reutemann, o Surtees de Vittorio Brambilla e o Ensign de Patrick Tambay, que pontuava pela primeira vez na sua carreira.

GP Memória – Alemanha 1972

Quinze dias depois de Emerson Fittipaldi ter vencido em Brands Hatch e alargado a sua liderança para dezasseis pontos para o seu rival Jackie Stewart, máquinas e pilotos estavam no circuito de Nurburgring, palco do GP da Alemanha.
No pelotão, havia novidades. Clay Regazzoni estava curado da fratura no braço e voltaria ao “cockpit”, mas a Scuderia, que tinha feito uma nova evolução nos seus carros, iria colocar três bólidos em pista. Com Mário Andretti ausente porque estava a competir nos Estados Unidos – tal como o seu compatriota Peter Revson – no seu lugar iria o italiano Arturo Merzário, que tinha dado boa conta de si na corrida anterior. Na McLaren, com Revson ausente, o seu lugar iria ser preenchido pelo britânico Brian Redman.
Na BRM, havia mais mudanças. Peter Gethin e Jackie Oliver estavam de fora e no seu lugar iriam entrar o sueco Reine Wisell e o neozelandês Howden Ganely, e a Williams iria voltar a alinhar com um March, depois de Henri Pescarolo ter danificado o chassis original. Ao todo, iriam alinhar 26 carros para a corrida alemã.
Na qualificação, o melhor foi Jacky Ickx, que conseguiu levar a melhor sobre Jackie Stewart. Emerson Fittipaldi foi o terceiro, seguido pelo March de Ronnie Peterson. O segundo Tyrrell de Francois Cevért era quinto, seguido pelo Brabham-Ford de Carlos Reutemann e pelo segundo Ferrari de Clay Regazzoni. O Matra de Chris Amon era o oitavo e a fechar o “top ten” estavam o March-Williams de Henri Pescarolo e o segundo McLaren de Dennis Hulme.
Na partida, Ickx saiu na frente, enquanto que atrás, Regazzoni e Peterson duelavam pelo segundo posto, com o sueco a levar a melhor, enquanto que Fittipaldi e Stewart eram quarto e quinto. Nas voltas seguintes, o brasileiro começou a subir de posto, passando Regazzoni na segunda volta e depois Peterson na sexta, indo atrás de Ickx, que estava na frente, quase imparável.
Na nona volta, Peterson entra em pião e perde dois lugares para Stewart e Regazzoni. O sueco consegue colocar o carro de volta à pista e vai atrás do tempo perdido, e consegue resultados logo na volta seguinte quando a caixa de velocidades do carro de Fittipaldi quebra e o brasileiro acaba por abandonar.
Na frente, Ickx seguia rumo à vitória, com Regazzoni em segundo, mas o grande duelo é pelo terceiro lugar, com o sueco Peterson a aproximar-se de Stewart até que no inicio da última volta, ele está na traseira do Tyrrell do escocês. Na aproximação a Hatzenbach, o March tenta passar o Tyrrell e ambos tocam-se, com Stewart a ir para os rails de proteção. Peterson continua, rumo ao terceiro posto.
No final, a Ferrari celebra uma dobradinha, a primeira do ano, com Ickx na frente de Regazzoni. Peterson foi o terceiro, e nos restantes lugares pontuáveis ficaram o BRM de Hownden Ganley, o McLaren de Brian Redman e o Brabham de Graham Hill.

McLaren Toons – Terceiro episódio

Não é uma vez por semana, é apenas uma vez por cada Grande Prémio. Mas este terceiro episódio deve ser visto com um sorriso a dobrar, depois do feito de Lewis Hamilton na pista, não é? 
O episódio fala sobre o futuro – carros controlados por pensamento, motores do tamanho de cubos de açucar, uma gota de gasolina que dure toda uma temporada… – com um final muito… enfim, depois vão ver. Ah! Depois espreitem na matricula do avião sueco que aparece neste episódio.
E na parte da sala de troféus, mostram-se os “K’s” do Mika Hakkinen. E faz sentido, porque por fim percebi o fascínio da McLaren por pilotos finlandeses.

Formula 1 2012 – Ronda 11, Hungria (Corrida)

Quando li esta quarta-feira que existia uma hipótese real de chuva para o final de semana húngaro, pensei em duas coisas: pensei em 2006 e a louca corrida que ela foi, e pensei nas duas últimas corridas, que tiveram treinos e qualificação à chuva com corridas a seco. E como elas acabaram. Assim sendo, no meio das “macaquices” do meu cérebro, pensei em muitas coisas. Pensei numa vitória de Fernando Alonso que “mataria” o campeonato a favor da Ferrari, pensei na continuação do bom fim de semana de Lewis Hamilton e da McLaren, e também pensei que, com Romain Grosjean na primeira fila, poderia acontecer algo surpreendente. Em suma, pensei em tudo, mas depois achei que “deixar o marfim correr” seria a melhor solução.
E assim, a realidade mostrou-nos que não choveu na corrida húngara. Pelo contrário: foi com sol e calor que os pilotos partiram para as 69 voltas do GP hungaro, que começou com uma… falsa partida, quando Michael Schumacher ficou parado na grelha. O alemão começava ali o seu inferno pessoal, pois poucas voltas depois, ele parou nas boxes e excedeu a velocidade, obrigando-o a um “drive through”.
Mas a corrida própriamente dia começou com Hamilton a disparar na frente, com Grosjean no segundo posto, e os carros de Mark Webber e Bruno Senna a passarem algumas posições. Mas depois das emoções da partida, não houve grande coisa. Em muitos aspectos foi mais “jogo de espera” do que passagens frequentes pelas posições. E, claro, foi aborrecido.

Mas apesar do aborrecimento, houve algumas tensões ao longo da corrida. Lewis Hamilton foi perseguido ao longo da corrida pelos Lotus de Lewis Hamilton e Romain Grosjean. Primeiro, o francês deixou escapar Hamilton, mas depois Kimi Raikkonen reagiu e tentou apanhar o inglês. Primeiro, com uma ultrapassagem musculada a Grosjean, e depois com uma aproximação do McLaren. Mas, tal como aconteceu na Alemanha, Kimi aproximou mas não passou, simplesmente porque os carros não conseguiram se aproximar e passar.
É por isso que a corrida não foi tão excitante como as anteriores, porque se este exemplo se multiplicou em mais alguns. As excepões – ou os incidentes de corrida, se perferirem – foram a ultrapassagem “musculada” de Pastor Maldonado a Paul di Resta, que mereceu um “drive through” que em circunstâncias normais, não daria nada. Mas como ele já tem cadastro de trás, os comissários encontraram um belo pretexto para aplicar mão pesada. Como alguém dizia no Twitter, “ele foi penalizado pelo conjunto da obra“. 
No final, a vitória de Hamilton apenas confirmou o fim de semana de sonho da McLaren. Só não ficaram com a volta mais rápida porque Sebastian Vettel achou que colocando pneus moles a poucas voltas do fim seria mais do que suficiente para apanhar Gorsjean e ficar com o lugar mais baixo do pódio. Não chegou, mas ficou na frente do aniversariante Fernando Alonso e sacou mais uns pontos ao espanhol, algo que Mark Webber não conseguiu. E quanto às Lotus, cada vez se fica mais com a ideia de que já não é “se ganham”, mas sim “quando ganham”, pois é a segunda vez nesta temporada que os seus dois pilotos sobem ao pódio.
Ainda na classificação final, se o sexto lugar de Jenson Button tem sabor de desilusão – mas não tão grande como a de Webber – o sétimo lugar de Bruno Senna recompensa uma corrida consistente e sem erros, da mesma forma que foi o nono lugar de Felipe Massa. E digo isso que, da maneira como anda, não pode aspirar a muito mais. Nico Rosberg fecou os pontos, compensando o péssimo fim de semana de Michael Schumacher.
Agora, Alonso segue na frente, mas as coisas apertaram-se mais um pouco. Daqui a um mês, depois das férias, em Spa-Francochamps, a luta pelo título continua, mais baralhada do que antes.

GP3: Felix da Costa domina… de novo!

Isto é algo que ainda não tinha acontecido neste campeonato: um piloto a vencer as duas corridas do fim de semana. Mas isto aconteceu agora na Hungria, e o autor do feito é português. Antonio Felix da Costa, partindo do oitavo lugar, repetiu a vitória de ontem e ainda fez a volta mais rápida, a bordo do seu carro da equipa Carlin.

A corrida foi como ontem: o português dominou uma corrida aproveitando bem as condições da pista, que mudavam rapidamente de húmido para seco. Largando do oitavo lugar, cedo passou o Ocean de Kevin Ceccon e o Lotus de Daniel Abt, e já era quinto quando a meio da corrida mudou para pneus “slicks”, e isso revelou-se decisivo, pois os pilotos da frente mantiveram os seus pneus e Felix da Costa chegou a ganhar… dez segundos por volta. 
Resultado final: Daniel Abt, Conor Daly, Aaro Vaino e Mathias Laine tornaram-se alvos fáceis para Felix da Costa e o piloto de 20 anos venceu com onze segundos de vantagem, num fim de semana de sonho. E com isso, mais a volta mais rápida nesta corrida, conseguiu o fim de semana perfeito. O suiço Patrik Niederhauser foi o segundo e o britânico Alex Brundle o terceiro.
Este é um dos dias mais felizes da minha carreira. Foi uma corrida espectacular, onde a equipa esteve muito bem na estratégia de troca para pneus slick e quando voltei à pista fiz uma série de voltas muito rápidas para chegar à liderança. Foi fantástico estar no lugar mais alto do pódio por duas vezes num fim-de-semana, acompanhado pelo nosso hino Nacional, um sentimento único. Esta vitória é minha, da Red Bull, mas também de todos os Portugueses. Estamos juntos nesta caminhada até à Fórmula 1“, afirmou, jubilante, na sua página no Facebook.

No campeonato, o lider continua a ser o neozelandês Mitch Evans – que nesta corrida foi apenas 21º -, com 136 pontos com Vaino em segundo, com 119 e Felix da Costa é terceiro, com 102 pontos, mais oito do que o alemão Daniel Abt.
A próxima jornada dupla da GP3 vai acontecer no final de agosto em Spa-Francochamps.

   

Youtube Motorsport Classical: Para alem da vida

É enorme: tirando o video (dividido em cinco partes) sobre a carreira de Ayrton Senna, nunca vi o Antti Kalhola a fazer um video tão longo como agora. Ao todo são 21 minutos e meio, mais dez do que, por exemplo, o video que o Matthias Manizer (Mattzel89) publicou há precisamente duas semanas. O título é “Beyond Life” (Para Além da Vida) e logo de inicio se mostram algumas das superstições e coincidências do automobilismo. 
Que Antonio e Alberto Ascari, pai e filho, morreram com a mesma idade, mas com trinta anos de diferença, num dia 26. Que Phil Hill e Mario Andretti venceram os seus campeonatos em Monza, a dez de setembro, contra os seus companheiros de equipa, que acabariam por morrer em acidentes na mesma pista, com dezassete anos de diferença. Que Patrick Depailler tinha um ídolo, Jean Behra, que morrera numa corrida na Alemanha a 1 de agosto, e cujo destino seria precisamente esse, 21 anos depois. Ou que o acidente mortal de Gilles Villeneuve e o acidente que terminou com a carreira de Didier Pironi, aconteceram num dia oito, com três meses de intervalo de diferença. E que Villeneuve foi conhecido pelo seu numero 27, numero esse que Jean Alesi usava quando venceu pela unica vez, em 1995, no circuito… Gilles Villeneuve, no Canadá.
Há mais, muito mais coincidências, ao longo do video, quer na Formula 1, quer nos ralis. Não vos contarei todas, claro. Mas que no automobilismo, tal como na vida, as coisas andam todas ligadas, isso andam.