WRC 2013 – Rali do México (Dia 2)

Sebastien Ogier está cada vez mais distante da concorrência, e se ele não tiver problemas, estará a caminho da sua segunda vitória seguida nesta temporada, dado que beneficiou da desistência de Mads Ostberg, vitima de um problema no alternador do seu Ford Fiesta.
O evento aconteceu na 14ª classificativa, quando de repente, o piloto norueguês começou a sentir problemas de natureza eletrica e no final, descobriu que tinha a ver com o alternador. De impossivel resolução, restou ao norueguês senão encostar e chorar e sua má sorte.
O dia começou com Ogier a ter os Fords de Mads Ostberg e Thierry Neuville, bem com o Citroen de Mikko Hirvonen ao seu encalço, mas Ogier começou logo a impôr o seu ritmo, vencendo as primeiras classificativas do dia. Na de classificativa Ibarrilla 1, por exemplo, o gaulês da VW conseguiu uma vantagem  de 8,4 segundos sobre Mads Ostberg, deixando a diferença entre os dois nos 41,4 segundos. Contudo, Ogier tinha admitido nessa altura que “foi difícil encontrar o ‘feeling’ perfeito no troço, não sendo fácil encontrar o ritmo certo. Mas, apesar de tudo, não quero correr quaisquer riscos”.
Mas se ele não puxava muito, a concorrência desfazia-se. Foi ali que Ostberg começou a ter os seus primeiros problemas, e Thierry Neuville começou a acautelar o ritmo, depois de ter batido com uma pedra num gancho, adoptando um andamento cauteloso. No final, o grande beneficiado foi Mikko Hirvonen, que ficou um pouco mais aliviado na segunda posição, mas via Ogier a ir embora a cada classificativa que passava. 
Tanto que à tarde, Ogier puxou pelo seu próprio ritmo e a distância era tal que após o final do 17º troço – e após ter conquistado a sua 11ª vitória em especiais – ele admitia que já tinha entrado em modo de gestão: “Tenho que ser cauteloso e manter o segundo lugar. Agora a diferença é tão grande que só tenho que manter o segundo lugar”, referiu.

No troço seguinte, o insólito: Sebastien Ogier perde tempo por causa de… uma cancela, mas o seu rival Mikko Hirvonen atrasa-se devido a um furo.

Atrás dos três primeiros classificados está agora o Citroen de Dani Sordo, que teve dificuldades em controlar o seu carro, devido ao seu nervosismo com as afirnações, que o deixavam algo instavél. Mas o quarto lugar era seu, pois estava distante do qatari Nasser Al Attiyah, que teve um dia com alguns incidentes, nomeadamente um pião numa das classificativas da manhã, que o fez perder algum tempo.

Quanto a Ken Block, continua confortável no sexto posto, fazendo um rali sem muitos acidentes ou toques, emboa tenha tido no inicio da tarde um toque numa pedra de dimensões generosas. Tudo não passou de um susto, mas obrigou o americano a retemperar os ânimos.

A grande luta do dia foi para o sétimo posto, entre os Citroen DS3 de Benito Guerra e de Chris Atkinson. O australiano andou sempre a fundo neste segundo dia para recuperar o tempo perdido, e depois de entrar de novo no “top ten”, tentou apanhar Guerra, o que conseguiu pela tarde, no troço de Ibarra. Com o empo, conseguiu afastar-se do piloto local, que ficou a giardar o oitavo posto de um Martin Prokop que andou a lidar com problemas de ordem mecânica no seu Ford Fiesta. A fechar o “top ten” estava o Mini de Michal Koszciusko.

O rali do México termina amanhã.   
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