WRC 2013 – Rali da Acropole (Etapa 1)

O Rali da Acropole tem fama de ser duro para com os carros e os pilotos, e parece que este sano, a dureza começou a fazer estragos… logo na primeira especial. E foi logo ao líder do campeonato, Sebastien Ogier. É que o piloto da Volkswagen teve um problema com a bomba de combustível no seu Polo R WRC e viu-se obrigado a abandonar a prova, prometendo regressar amanhã no modo “Rally 2”.

Outro piloto que teve problemas logo na sua primeira especial foi Mikko Hirvonen, que teve problemas graves com a direção do seu Citroen DS3 WRC, perdendo mais de seis minutos para os da frente, caindo imenso na classificação geral. Arrastando-se ao longo da classificativa, chegou até a prejudicar o andamento do Ford do qatari Nasser Al-Attiyah, que teve de o colocar na berma para poder continuar.

Outro piloto que teve problemas logo na sua primeira especial foi o norueguês Mads Ostberg, que bateu numa pedra e perdeu uma roda, logo, muito tempo para os da frente.  E causa disto tudo, o russo Evgeny Novikov (Ford Fiesta RS WRC) tornou-se no primeiro líder do Rali da Grécia!

Ainda haverá mais algumas especiais para esta sexta-feira, mas pode-se dizer que o começo já foi demolidor para alguns pilotos…

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Noticias: Pirelli tenta sanar a polémica com o teste da Mercedes

A história do teste secreto com a Mercedes – e denunciado no dia do GP do Mónaco, no passado domingo – fez correr muita tinta, como seria de esperar. Com Ferrari e Red Bull a queixarem-se e a ideia de um “Tyregate” a pairar no ar, a Pirelli fez uma conferência de imprensa esta sexta-feira em Milão para afirmar que se isenta de culpa no caso, afirmando que desconhecia que a marca iria usar um modelo W04 nos testes que fez após o GP de Espanha.

Ali, a marca italiana afirmou que a Mercedes não tirou qualquer proveito dos testes com os pneus, pois estes foram concebidos visando a próxima temporada e nunca existiu ao longo dos dias de teste qualquer tipo de troca de informação entre fornecedora e a marca de Estugarda. “Os testes foram realizados com um composto-base e que não esteve em uso neste ano, e com 12 estruturas diferentes, que jamais foram utilizadas em 2013, apenas uma delas com kevlar. A equipe não obteve qualquer vantagem no que diz respeito ao conhecimento do comportamento dos pneus em uso no atual campeonato”, começou por afirmar a marca, representada nessa conferência por Paul Hembery, Maurizio Boiocchi e Mario Isola.

No que diz respeito às regras que regem sua conduta, a empresa sempre respeitou os limites contratuais que ligam FIA, as equipas e os organizadores do campeonato, e sempre respeitou os princípios da lealdade desportiva. A Pirelli, no entanto, sente a necessidade de reafirmar a indiscutível necessidade para a realização de testes para o desenvolvimento dos pneus que sejam adequados a regras claras e compartilhados por todas as partes interessadas. A empresa confirma sua disponibilidade, conforme comunicado às marcas muitas vezes no passado, para organizar os testes para o desenvolvimento de pneus para 2014 com todas as equipas do campeonato”, continuou. 

A Pirelli, nos testes de desenvolvimento com as equipas, realizadas no inicio de 2013, não favoreceu qualquer escuderia e, como sempre, agiu profissionalmente, com transparência e  em absoluta boa fé. Os pneus usados não eram do campeonato atual, mas pertenciam a uma gama de produtos que ainda estão sendo desenvolvidos com vista a uma eventual renovação do contrato de fornecimento”, continuou a explicar a empresa nessa nota oficial. 

Além disso, nenhum dos testes foram realizados com o propósito de aumentar [a performance] de veículos específicos, mas apenas para testar soluções de pneus para campeonatos futuros. A utilização do carro pela Mercedes, em particular, foi resultado de uma comunicação direta entre a FIA e o próprio grupo. A Pirelli não pediu, de maneira alguma, que um carro de 2013 fosse utilizado”, concluiu.
No comunicado à imprensa, a marca esclareceu a razão pelo qual não pode fazer os testes com vista a 2014 com todas as equipas do campeonato ao mesmo tempo: “Os testes foram realizados em cumprimento do contrato entre a Pirelli e a FIA, que dá ao fornecedor a possibilidade de realização dos testes para o desenvolvimento dos pneus com cada marca, até um total de mil quilómetros, sem especificar o tipo de carro a ser usado, nem a sanção à presença simultânea de todas as equipas para a execução dos testes”.  

Noticias: Williams confirma motores Mercedes em 2014

A Williams confirmou na manhã desta quinta-feira aquilo que já se sabia desde o fim de semana passado: que irá ter motores Mercedes a partir da temporada de 2014, e por mais duas temporadas. Como parte do acordo, a marca vai receber também o sistema de recuperação de energia da marca alemã, apesar de eles mesmos irem continuar a desenvolver o seu próprio sistema KERS.

Tenho o prazer de anunciar a nossa nova parceria com a Mercedes para a temporada 2014 de Formula 1 e mais além“, afirmou Frank Williams, em nota à imprensa colocada no site oficial. “A Mercedes tem sido um dos fornecedores de motor de maior sucesso no desporto e acreditamos que eles terão um pacote bastante competitivo“, completou. 
Também gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a Renault pelo seu trabalho sério e contínuo desde que renovou sua parceria em 2012. Nós apreciamos a forte relação que resultou em um grande sucesso ao longo dos anos, incluindo a vitória no ano passado no GP da Espanha“, acrescentou o dirigente. 
Claire Williams, vice-diretora da escuderia de Grove e sua filha, acredita que o acordo com os alemães é crucial para o sucesso futuro da marca. “O anúncio desta parceria é uma grande notícia para a Williams. Assinar um acordo para o fornecimento de motores é um marco fundamental para implementação das nossas estratégias para o futuro a longo prazo“, começou por dizer. “Temos também o prazer de concluir este acordo ainda no início da temporada e estamos ansiosos para trabalhar com a Mercedes no desenvolvimento do carro de 2014“, concluiu.

De uma certa maneira, o anuncio do acordo com a Williams poderá ter sido uma forma de compensar a saída do parceiro na estrutura acionista, Christian “Toto” Wolff, agora um dos diretores da Mercedes. Resta saber se isto irá significar alguma mais-valia para a partir da temporada de 2014, mas certamente será, dada a experiência da marca.

WSR: As ambições de António Félix da Costa para Spa-Francochamps

Uma semana depois do Mónaco, maquinas e pilotos da World Series by Renault irão correr neste fim de semana mais uma jornada dupla em Spa-Francochamps, numa temporada onde em cinco corridas, já tivemos cinco vencedores diferentes. Kevin Magnussen pode ser o líder, mas os seus adversários, com o belga Stoffel Vandoome, o suiço Nico Muller ou o português António Félix da Costa, não estão muito longe do campeonato, logo, as coisas andam muito equilibradas.
Para o piloto português, o fim de semana monegasco poderá ter sido agridoce, pois não conseguiu mais do que o quinto lugar nessa corrida, mas o facto de ser quarto classificado na classificação e ainda faltar muito para o fim do campeonato, poderá dar-lhe mais esperanças de que as coisas poderão mudar, já que ele costuma a dar-se muito bem na pista belga, que não esconde que é um dos seus favoritos.
Spa Francorchamps é um dos meus circuitos preferidos e sempre me dei bem com esta pista. O campeonato está cada vez mais competitivo mas acredito que poderei regressar aos resultados que nos interessam para esta temporada, que passam por lutar pelas vitórias. Ao contrário do Mónaco, aqui em Spa existem pontos de ultrapassagem, por isso vamos ter duas corridas muito disputadas, com as estratégias de paragens nas boxes e a utilização do DRS a terem um papel importantíssimo”, analisou o piloto português.
A jornada dupla da WSR começa nesta sexta-feira com as duas sessões de treinos livres, seguida da primeira qualificação e corrida no sábado, e a segunda qualificação e respectiva corrida no domingo de manhã.

A história das irregularidades das contas da FPAK

Ao ler hoje na Autosport portuguesa a noticia sobre a história da auditoria às contas da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), fiquei espantado – para não dizer chocado – ao saber que a FPAK esteve prestes a perder o seu Estatuto de Útilidade Pública Desportiva por parte do Governo devido às suas irregularidades nas contas referentes a 2010 e 2011.
As pessoas podem ter questionado ao longo das semanas a razão pelo qual a Federação estar a demorar para marcar eleições após a morte súbita do seu presidente, Luiz Pinto de Freitas, no passado dia 9 de abril. A razão principal teve a ver com a auditoria que tinha sido pedida às contas da Federação no sentido de a apresentar numa Assembléia Geral, para depois se poder marcar eleições, que acontecerão, segundo diz o jornal, no inicio de julho. E ali, a auditoria descobriu indicios de irregularidades graves em termos de contas, do qual o principal – e quase unico – responsável é Luiz Pinto de Freitas.
Eis o que a matéria fala:
Num documento a que o Autosport teve acesso, e que é assinado pelos membros da Mesa da Assembléia Geral – David Avelar (presidente, João Reis e José Machado – a demora deste procedimento foi justificada com a necessidade de ser apurada a real situação económica e financeira da FPAK (triénio 2010-2012) e para o qual foi pedida uma auditoria no final de 2012, que apenas nos últimos dias ficou pronta.
No comunicado pode ler-se que no relatório da dita auditoria ‘são reportadas irregularidades que justificam e impôem a sua comunicação às autoridades competentes’, mais precisamente a Procuradoria Geral da República e à Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude ‘para os efeitos que tiverem por convenientes’.
Dado este passo, e agora que a FPAK está em posição de paresentar as contas relativas a 2012, para que estas sejam votadas, a Assembléia Geral fica agendada para a terceira semana de junho – semana de 17 a 23, segundos conseguimos apurar. pois junho começa num sábado – sendo intenção que o ato eleitoral se realize na primeira semana de julho.”
MÁ GESTÃO?
O relatório final da auditoria realizada pela sociedade de Revisores Oficiais de Contas Floriano Tocha, Paulo Chaves & Associaco realça que, no período visado, houve irregularidades na gestão da Federação, nomeadamente por parte do seu falecido presidente, pois numa das alineas das conclusões revela que ‘foram efetuados levantamentos e compras no biénio 2010 e 2011 pelo presidente da Federação, sr. Luiz Freitas, no montante de 131.500 euros (89.000 euros em 2010 e 42.500 euros em 2011) sem justificação, ou seja, sem a existência de faturas ou outros documentos que corespondam ao fluxo de saída de meios financeiros’.
Entre diversos outros comentários, o relatório vinca esta tendência ao afirmar que ‘analisando os movimentos de regularização efetuados registados ao longo do ano, detetamos registos sem suporte documental adequado que os justifiquem, e documentos que não são suficientemente esclarecedores, desta forma , demonstra-se que esta conta regista a saída de fluxos financeiros ou a ausência dos mesmos, e que o saldo em causa em nosso entender também deverá ser caracterizado da mesma forma que o explicitado  nos parágrafos anteriores, ou seja, deve ser considerado a favor de Luiz Pinto de Freitas’.
Por outro lado, o relatório explicita que ‘as transferências bancárias eram executadas também segundos instruções do mesmo (ndr: Luiz Pinto de Freitas). O documento salvaguarda ainda a posição ou gastos de outros dirigentes, pois a estes não eram atribuidos quaisquer cartões ou meios de pagamento, esclarecendo que ‘os restantes membros da direção não tinham capacidade para movimentar as contas bancárias e nem sequer tinham conhecimento das mesmas’.
Os auditores criticam alguns costumes levados a cabo pela FPAK no seu regular exercicio, fazendo mesmo algumas recomendações para o futuro: ‘O trabalho desenvolvido permitiu-nos identificar alguns procedimentos internos instituidos, aos quais recomendamos que sejam alterados, tendo em vista obter um controlo interno mais rigoroso nos fluxos financeiros’“.
Em suma, esta auditoria demonstrou que dentro da FPAK, Luiz Pinto de Freitas tinham um acesso total às contas da Federação, podendo fazer o que quiser com eles, numa falta total de transparência, até para os restantes membros da sua direção. Desconhece-se o destino e que utilidade teve esse dinheiro levantado, e muito provavelmente existirão muitas perguntas sem resposta, dado que o autor deste desvio já não existir mais.
Contudo, o facto desta auditoria ter sido pedida pela direção interina da Federação, poderá significar que ela mesma não saber (ou ter conhecimento) o que poderia aparecer por ali, e provavelmente o resultado ter surpreendido e chocado alguma gente. E as consequências podrão ser graves, pois a noticia de que a FPAK esteve perto de ser gravemente punida com a perda do Estatuto de Útilidade Desportiva (e respectivos benficios fiscais, entre outros), do qual o jornal refere, só sublinham a gravidade da situação.
Veremos agora as cenas dos próximos capitulos, pois afinal de contas, temos dois candidados oficiais à eleição, bem como a Assembléia Geral e respectivas eleições. E provavelmente, muita gente zangada, com muitas questões na cabeça.  

Mais detalhes sobre o acidente de Benguela

Com a passagem dos dias, são conhecidos mais pormenores sobre o acidente do passado domingo, em Benguela, onde duas crianças perderam a vida depois de terem sido atropeladas pelo Porsche 911 de Luís Almeida. Recorde-se que os populares estavam em zona proibida, pois era uma escapatória do qual o carro foi para lá depois de um despiste.
Sabe-se que depois disso, os populares tentaram linchar o piloto, atirando-lhe pedras contra o carro e causando-lhe fraturas no braço. Mas há um dado novo: a agência Angola Press conta que, depois de agredido, o piloto foi forçado a entrar dentro do carro e alguns populares regaram gasolina para cima do carro (com o piloto lá dentro) e preparavam para consumar o incêndio quando a policia intreviu, dispersando a multidão à bastonada.
Entretanto, hoje, a Federação Angolana de Desportos Motorizados (FADM) emitiu um comunicado onde manifestou “profundo desagrado” pela “reação de vandalismo por parte de certos indivíduos“, confirma que os espectadores estavam em local proibido por motivos de segurança.
Ao não terem sido cumpridas as normas de segurança previamente definidas pela Comissão Organizadora, a viatura entrou na zona de escapatória onde não deveria ter nenhum espectador. Como consequência do não acatamento das normas de segurança, temos a lamentar a morte de duas pessoas e cerca de 17 feridos, alguns com ferimentos ligeiros que já tiveram alta e ferimentos do piloto”, lê-se no comunicado.
A FADM confirma que as duas vítimas mortais eram crianças e envia “sentidas condolências às famílias”, e promete ainda que “dentro do calendário nacional estabelecido nos circuitos urbanos, melhorar os níveis de segurança, comunicando que será extremamente rigorosa no cumprimento dessas normas que permitam, que estes verdadeiros ambientes de festa popular não se traduzam em tragédias.
Segundo a própria organização, a prova estava a ser seguida por duzentas mil pessoas. 

Austrália, Bahrein e o calendário para 2014

Apesar de ainda estarmos em maio, nos últimos dias têm aparecido fortes rumores – ou lobby – para que a prova de abertura da Formula 1 em 2014 seja no Bahrein. Há razões pelo qual isto poderá acontecer, sendo que dois deles têm a ver com a alteração dos regulamentos e o facto de haver excepcionalmente uma grande sessão de testes, que começarão logo em meados de janeiro.
E por causa do que aconteceu este ano com os pneus Pirelli, que não funcionaram bem nas condições invernais da Europa, as equipas querem agora que este ano, os testes sejam feitos em ambiente mais quente, e aí, Abu Dhabi e Bahrein perfilam-se como os destinos mais adequados para esse tipo de testes – bem como os testes para os motores – devido ao clima existente por alturas do inverno europeu, pois pretendem que o carro funcione bem no calor. E caso as equipas e Bernie Ecclestone decidam que o ideal seria arrancar na pequena ilha do Golfo Pérsico, onde desde 2011 se vive em agitação social, isso pouparia tempo e dinheiro nas deslocações para a Europa.
Contudo, existe também outra razão pelo qual essa hipótese poderá estar em cima da mesa. A ideia tem a ver com uma forma de pressão para que as autoridades australianas comecem já a negociar o prolongamento do contrato, que termina em 2016. As autoridades locais sentiram uma diminuição das receitas quando em 2007 e 2010 a Formula 1 decidiu começar a temporada no emirado do Bahrein, logo, Bernie Ecclestone e a FOM poderão usar isso como forma de pressão para conseguir uma extensão do contrato até 2020, com opção para 2025.
Em 2011, Ronald Walker, chefe da Austrailian Grand Prix Coproration e amigo pessoal de Ecclestone, afirmou o seguinte: “Termos sido recolocados como a corrida inaugural do campeonato é uma grande noticia para os australianos. Existe muito a ganhar em sermos a cidade anfitriã da prova inaugural do campeonato e este é um resultado esplêndido“.
Em suma, as coisas poderão ter a ver com dinheiro. Em 2010, o herdeiro do trono barenita – e autêntico petrolhead – disse ter pago à volta de 60 milhões de dólares para que o seu país acolhesse a corrida inaugural do campeonato: 40 milhões pela corrida em si, mais vinte milhões pelo extra. Havia um contrato para isso nos anos seguintes, mas a agitação social no inicio de 2011 na ilha fez cancelar a corrida e a partir de 2012, esta passou a ser a quarta prova do calendário, uma semana depois do GP da China, e sob forte contestação quer dentro, quer fora do país.
Veremos o que vai ser decidido. Ainda falta muito para 2014 e o calendário poderá dar muitas voltas.

As polémicas do "Testgate" da Mercedes

Os dias que passam após a descoberta de que a Mercedes e a Pirelli fizeram um teste secreto em Barcelona, um teste que à luz dos regulamentos estava ilegal, continuam cheios sobre este caso. Depois da queixa da Red Bull e da Ferrari à FIA, uma delas, a Red Bull, acha que este teste secreto pode ser comparável ao “Spygate” de 2007. Pelo menos é o que diz Helmut Marko
Numa declaração  publicada no jornal suiço “Blick”, afirmou: “Haverá uma audiência, e tudo se processará como no escândalo do ‘Spygate’ de 2007 com a McLaren. Um teste destes dá ainda maior vantagem do que o que sucedeu em 2007 com a passagem de informação, pois deu-se imediatamente a seguir a uma corrida no mesmo local, Barcelona, e é possível comparar facilmente, tirar daí as conclusões, e alterar o carro tendo em conta essas conclusões, pois até aqui os pneus tinham uma cinta interna de aço e agora volta a ser kevlar, o que tem influência direta no desgaste destes, pois ele deixam de sobreaquecer tanto e essa informação que a Mercedes conseguiu dá-lhes uma vantagem que para já ninguém pode quantificar“, concluiu.
Por enquanto, a Ferrari não diz muito sobre este caso, mas a ser verdade, a hipótese da marca alemã ser fortemente multada (no caso da McLaren, a multa foi de cem milhões de euros), e até de ser desclassificada do Mundial de Construtores, pode ser bem real. Veremos como isto poderá se desenvolver e ser resolvido, mas pode-se dizer com segurança que tal coisa não acontecerá antes do GP do Canadá. 

A capa do Autosport desta semana

A capa do Autosport desta semana têm como destaques a Formula 1, IndyCar, Velocidade nacional e kartung. E como grande destaque, fala-se sobre o facto de “Tal Pai, Tal Filho“, ou seja, Nico Rosberg, trinta anos depois, repetiu a proeza do seu pai Keke Rosberg, que também venceu esta corrida, mas em 1983.
Na parte de cima do jornal, em fundo negro, fala-se que uma “Auditoria confirma irregularidades na FPAK“, numa altura em que ainda não foram marcadas eleições para substituir o seu presidente, morto há cerca de mês e meio.
Em baixo, comemora-se a vitória de Tony Kanaan (“Finalmente, Kannan!“), fala-se sobre o Circuito da Primavera, no Estoril (“Velocidade anima Estoril com programa de seis categorias“) e sobre Karting (“Leiria recebe Campeonato de Portugal de Karting“) 

Youtube Formula 1 Onboard: Michael Schumacher, Nurburgring Nordschleife, 2013

Há cerca de dez dias, vimos Michael Schumacher a andar no Nurburgring Nordschleife a bordo de um Formula 1, algo que não se via desde 2007. Isto aconteceu durante o fim de semana das 24 Horas de Nurburgring, provavelmente a prova mais famosa do mundo para carros de GT, e de onde o português Pedro Lamy é um dos pilotos que mais venceu, com cinco vitórias, ao lado dos alemães Timo Bernhard e Marcel Tiemann.
Na altura, nós vimos Schumacher a passear na pista, com um helicóptero a filmar tudo do ar. Mas desta vez, a câmara estava no carro do piloto alemão, sete vezes campeão do mundo, e ao longo destes dez minutos, vê-se ele a passear por aquele circuito, com mais de 23 quilómetros de extensão e para cima de 120 curvas.