Dez razões pelo qual a lenda de James Hunt continua a ser cantada nos dias de hoje

O fluxo do Twitter é o equivalente aos rios: basta esperar um pouco para que apareçam coisas interessantes para serem ditas por aqui. Nestes dias em que falamos constantemente de “Rush” (cuja estreia internacional está marcada para esta sexta-feira), e especialmente de James Hunt, um artigo escrito pelo jornalista Michael Hogan, do jornal “The Daily Telegraph” dá dez boas razões pelo qual a lenda de James Hunt continua viva, mesmo vinte anos depois da sua inesperada morte, a 15 de junho de 1993. Vai muito para além do famoso “Sex, breakfast of Champions”, das senhoras e da sua vida boémia.

Aqui vai a minha tradução. O artigo original podem ler por aqui.
1. A carreira de James Hunt na Formula 1 começou em 1973 com a Hesketh Racing, gerida pelo excêntrico Lord Hesketh (agora membro do partido UKIP). A equipa tinha uma reputação de “playboy”, com os membros a hospedarem-se em hotéis de cinco estrelas, chando às corridas em Rolls Royce e celebrando com champanhe, independentemente do resultado.

2. Assinou pela McLaren imediatamente antes do começo da temporada de 1976 e causou logo controvérsia ao recusar assinar uma clausula que estipulava que aparecesse de fato em aparições publicitárias. Em vez disso, Hunt aparecia nesses eventos de T-Shirt, jeans e por vezes… descalço.

3. Hunt dormiu com mais de 5,000 mulhares e tinha o autocolante “Sex: breakfast of champions” (Sexo: o pequeno-almoço dos campeões) colocado no seu fato de competição. Aparentemente, existiu uma fila de hospedeiras da British Airways à porta do seu quarto de hotel no Japão. Casou-se por duas vezes e a sua primeira mulher, a modelo Suzy Miller, deixou-o a favor do ator Richard Burton.

4. Hunt venceu o campeonato do mundo de Formula 1 de forma dramática, na sua primeira temporada com a McLaren, vencendo seis corridas e conseguindo o título por apenas um ponto. Foi um dos campeões mais baratos de sempre, assinando por meros… 200 mil dólares.

5. Retirou-se em 1979, apenas com 31 anos de idade. Hunt teve depois problemas financeiros e pensou por duas vezes em regressar, especialmente depois de perder cerca de 180 mil libras numa conta no Lloyd’s. Depois disso, deixava o dinheiro em casa.

6. Hunt começou a fumar aos 10 anos e mais tarde, chegava a fumar 60 por dia. Também usou cocaína e marijuana e era frequentador habitual de bares perto da sua villa em Marbelha. Frequentemente jantava com o seu cão Oscar em restaurantes de Mayfair. Anos depois, adquiriu um nightclub, ao que deu o nome do seu amado cão.

7. Fez uma aparição como um camionista zarolho no filme “The Plank”, de 1979.

8. Antes do GP da Africa do Sul de 1977, a sua bagagem foi revistada pelos oficias de alfândega sul-africanos. Apesar de não encontrarem qualquer vestígio de drogas, encontraram uma cópia da revista “Penthouse”. Não ficaram impressionados quando disse que precisava da revista “por negócios”, e acabaram por apreendê-la.

9. Quando foi contratado como comentador da BBC, ao lado de Murray Walker, Hunt bebeu duas garrafas de vinho rosé e passou toda a corrida com a sua perna – em gesso após um acidente em ski – em cima das pernas de Walker.

10. Hunt foi mentor de Mika Hakkinen na sua carreira automobilística, para além de ser o ídolo de Kimi Raikkonen, que usou uma réplica do seu capacete em dois Grandes Prémios. 
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