Youtube Formula 1 Animation: Formula 1 para Totós

O site Pole Position fez uma série de três animações que colocou no Youtube onde decidiu explicar como foi a temporada de 2013 de Formula 1. E para que todos pudessem entender, a explicação foi para os “leigos”. Do género… para até que uma criança de quatro anos entendesse do que se trata.
Coloco aqui as três partes. Acho que deveriam ter feito um video onde juntassem todos eles, digo eu…

Esta vi no WTF1.co.uk   

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The End: Doriano Romboni (1968-2013)

Que o automobilismo é perigoso, todos nós sabemos. Mas o motociclismo pode ser ainda mais perigoso, e este está a ser um ano bem triste nesse campo. Esta tarde, o ex-piloto de MotoGP, o italiano Doriano Romboni, de 44 anos, morreu em consequência de um acidente durante uma sessão de treinos numa corrida em homenagem ao seu compatriota Marco Simoncelli, outro piloto de MotoGP morto em Sepang, em 2011.

Segundo os relatórios vindos do local, Romboni foi atingido por outro piloto após ter sofrido uma queda na segunda sessão de treinos para o evento. Imediatamente imobilizado e levado de helicóptero ao hospital Santa Maria Goretti, em Latina, não muito longe de Roma, e apesar dos esforços da equipa de emergência médica, o italiano acabou por não resistir aos ferimentos.
Nascido a 8 de dezembro de 1968, Romboni chegou ao MotoGP em 1989, para correr na classe de 125cc (agora Moto3) ao serviço da Honda. Depois de mais uma temporada nessa classe, onde venceu duas corridas e foi quarto classificado no campeonato, Romboni passou em 1991 para a classe 250cc (atual Moto2), onde ao serviço da HB-Honda, após uma primeira temporada algo apagada, evoluiu bastante nos anos seguintes, sendo a temporada de 1994 a melhor, terminando no quarto lugar da classificação geral, com uma vitória, em Laguna Seca. Um ano antes, tinha vencido duas corridas seguidas, na Austria e na Alemanha.

Em 1996, passa para a classe raínha dos 500cc, ao serviço da equipa oficial da Aprilia, mas sem resultados de relevo. Falhando boa parte da temporada, conseguindo apenas 23 pontos e o 14º posto, no ano seguinte conseguiu um terceiro lugar em Assen, acabando com 88 pontos e o décimo lugar da classificação. Contudo, a sua carreira na classe rainha terminou após a primeira corrida do ano, no Japão, ao serviço da MuZ-Weber, com um 12º lugar.

Em 1999, Romboni – que tinha conseguido a alcunha de “Rambo” pelo seu estilo aguerrido – passou para a Superbike, onde aos comandos de uma Ducati, teve boas prestações a´te sofrer um grave acidente em Monza com o neozelandês Aaron Slight. gravemente lesionado nas pernas, basicamente a sua carreira terminou por aqui, apesar de ter tentado regressar à competição em 2000 e 2004, especialmente no campeonato italiano da categoria.
E a grande ironia é que morreu num evento de homenagem a outro piloto. É mesmo triste. Ars lunga, vita brevis. 

Agora que temos Pastor Maldonado na Lotus…

… as peças do puzzle poderão se mover rapidamente, numa questão de dias, talvez até de horas. A confirmação de Pastor Maldonado na Lotus era algo que se esperava há vários dias, especialmente depois que o jornalista Américo Teixeira Jr. o ter confirmado no seu site, o Diário Motorsport. E quando no fim de semana do Grande Prémio do Brasil, o venezuelano foi flagrado na porta da boxe da Lotus, com Nicolas Todt e Eric Boullier, toda a gente sabia que era uma questão de tempo.

Para a Lotus fazer este anuncio a razão foi uma: a Quantum não confirmou a injeção de dinheiro que andava a falar há meses, e segundo, as dúvidas sobre a viabilidade do negócio aumentaram bastante quando se começou a saber da origem do dinheiro por parte do paquistanês Mansoud Ijaz, o dono da Quantum. Um bom conselho é ler a matéria que o Vitor Martins fez na revista Warm Up deste mês sobre ele.
Assim sendo, Maldonado e os milhões da PDVSA vão entrar nos delapidados cofres de Enstone e da Genii Capital, e ele vai ser o companheiro de equipa do francês Romain Grosjean. Para muitos, parece que se juntaram os Cavaleiros do Apocalipse, mas isso seria verdade se a dupla se tivesse juntado em 2012 ou 2013. Agora, após a temporada de 2013, o francês conseguiu dar a volta em termos de reputação, ao fazer performances sólidas na temporada que passou, conseguindo seis pódios – sem vitória – e o sétimo lugar na classificação de pilotos, com 132 pontos.
Com 27 anos – menos um do que o venezuelano – o piloto suiço (mas com licença francesa) está a mostrar que está a aprender com os erros e está a melhorar as suas performances, o que lhe garantiu a confiança de Boullier e o reforço da Total, que exige no seu contrato que haja um piloto francês na equipa. À partida, ele será o primeiro piloto e o mais experiente e conhecedor das manhas de Enstone, contra um outro piloto que apesar de ter uma vitória na sua carreira, todos o conhecem mais pela maleta cheia de dólares que traz consigo e pela reputação de destruidor de carros. “Brutamontes de Caracas” será provavelmente o apelido mais adequado a ele.
Mas Maldonado sabe que está é uma grande oportunidade para brilhar de novo no pelotão. Basta reencontrar o seu cérebro e ganhar um pouco mais o seu sangue-frio e pode ser que encontre o mesmo caminho que o seu novo companheiro de equipa em 2014. O chassis é bom, e pode ser que os novos motores Renault sejam também bons.

Com a entrada dele na Lotus, o xadrez sobre os pilotos poderá movimentar-se rapidamente. Nos próximos dias, provavelmente a Force India poderá confirmar a presença de Nico Hulkenberg, com Sergio Perez como seu companheiro de equipa, e claro, levando consigo um camião de pesos mexicanos vindos do grupo Slim. Na Sauber, os rumores são vários, desde que surgiram dúvidas sobre a viabilidade dos investimentos russos, que garantiram a chegada de Serguei Sirotkin. Alguns falam que o brasileiro Felipe Nasr poderá estar a caminho, outros referem que a Marussia e a Sauber poderão estar a discutir uma fusão, outros falam de que ambos os lugares estão vagos, já que Esteban Gutierrez poderia estar na porta de saída, devido aos resultados desapontantes nesta temporada. E ainda não se sabe se algum dos pilotos que sairá – ou anda à procura de lugar – vá parar à Caterham…

Em suma, só nos próximos dias é que se saberá como pararão as coisas do pelotão da Formula 1. Mas pode-se dizer que hoje, uma importante peça do puzzle foi desvendada.

Querem ver um livro que custa um milhão de dólares?

Já ouvi falar de livros raros e caros, mas este arrisca a bater recordes. Para já é o livro de Formula 1 mais caro de sempre, e segundo é uma edição… “Bernie Ecclestone“. Têm 852 páginas, pesa 37 quilos, e têm 50 centímetros quadrados. O custo deste exemplar único? Um milhão de dólares. Leram bem: um milhão de notinhas verdes vindos da terra do “Tio Sam” para a edição assinada pelo “anãozinho tenebroso“.
Claro, há edições mais acessiveis. Sem capas de aluminio, por exemplo. Esses exemplares mais acessiveis custam a módica quantia de… duzentos mil dólares.
Provavelmente muitos homens irão seguir o exemplo do senhor Mark Parisi, que irá vender um dos seus testículos por 35 mil dólares e comprar um Nissan 370Z
Esta vi no WTF1.co.uk

Youtube Formula 1 Classic: O anuncio da morte de Tom Pryce

O Grande Prémio da África do Sul de 1977 ficou marcado pelo acidente fatal do galês Tom Pryce, quando o seu Shadow atropelou um jovem comissário de pista chamado Jenson Van Vuuren, um bagageiro de 19 anos no aeroporto Jan Smuts. Pryce foi atingido pelo extintor que o jovem comissário levava, mas a sua trajetória continuou pista abaixo até bater no Ligier-Matra de Jacques Laffite e se enfaixar nas barreiras de proteção.
Na noticia da BBC, ouve-se a carreira do jovem galês, que então tinha 27 anos e que teve alguns bons resultados, como uma vitória na Race of Champions de 1975, e a pole-position no GP da Grã-Bretanha daquele ano, que foi no circuito de Silverstone. E também se fala da vitória de Niki Lauda, a sua primeira desde o seu acidente quase fatal em Nurburgring-
Este video é sem dúvida raro, mas não mostram as imagens do impacto, apenas o seu rescaldo. 

Rumor do Dia II: António Félix da Costa vai correr na DTM em 2014

O rumor existe há algumas semanas, mas a Autosport portuguesa anuncia esta tarde que a Red Bull decidiu colocar António Félix da Costa como piloto da DTM na temporada de 2014, ao serviço da BMW. A decisão, a ser confirmada, será consoante com os desejos da marca de energéticos austríaca, que quer colocar o piloto português – superado no final desta temporada por Daniil Kvyat no lugar deixado vago por Daniel Ricciardo na Toro Rosso – numa competição onde não haja colisão em termos de finais de semana na Formula 1.
Para além disso, a Red Bull vai o manter perto, sendo ele o terceiro piloto da marca, e trabalhando ativamente no simulador  ao longo de 2014. E a razão desta escolha poderá ser bem simples: com Daniel Ricciardo, Jean-Eric Vergne e Daniil Kvyat sob escrutinio, quer na Red Bull, quer na Toro Rosso, a ideia é que Félix da Costa seja uma espécie de “fantasma” para que atice os outros três pilotos para que coloquem velocidade e resultados. E a ideia de o piloto português saltar para um Formula 1 a meio do ano é uma hipótese que a Red Bull coloca em cima da mesa, e alternar DTM com a categoria máxima do automobilismo é perfeitamente viável.
Veremos na semana que vêm, quando a Red Bull anunciar os planos que têm para o piloto de Cascais.   

Noticias: Ross Brawn explica razões para a sua saída da Mercedes

Como seria de esperar, Ross Brawn e a Mercedes anunciaram esta manhã que iriam seguir caminhos separados. Foi o próprio Brawn que fez o anuncio, explicando que a mudança de regulamentos para 2014 era a altura ideal para sair da marca, para continuar no caminho das vitórias e dos títulos. “2014 vai marcar o início de uma nova era neste desporto. Nós já sentíamos que essa era o momento correto de simultaneamente começar uma nova era no comando da marca para garantir que a organização vai estar competitivamente numa posição mais forte nos próximos anos”, avaliou.
Brawn também afirmou que a escuderia ficará em boas mãos, com Paddy Lowe e Toto Wolff ao leme, e observados por Niki Lauda. “O fator mais importante na minha decisão de abandonar o cargo de chefe de equipa foi garantir que este era o momento certo para garantir os nossos sucessos futuros. O plano de sucessão que implementamos durante esta temporada significa que a marca está pronta para a transição das minhas responsabilidades para uma nova liderança formada por Toto e Paddy”, declarou. 
A Mercedes-Benz investiu significativamente tanto em pessoal, quanto em estrutura, quer em Brackley, quer em Brixworth. Graças à abordagem unica que colocamos em ambas as fábricas, a Mercedes está posicionada para ter sucesso em 2014, e estou orgulhoso de ter ajudado a fazer as fundações desse sucesso”, acrescentou.
Para além disso, Brawn fez um balanço do tempo que passou em Brackley, desde os tempos em que aquilo se chamava Honda, para depois passar a ser Brawn GP, antes de em 2010 ter virado Mercedes: “Nós só podemos ficar orgulhosos não apenas com nossas conquistas na pista, mas também na organização que construímos em Brackley. Ao longo dos últimos seis anos, esta equipa proporcionou alguns dos momentos mais memoráveis da minha carreira. O nosso segundo lugar nos Construtores, nesta temporada, é uma importante marca no caminho para o sucesso. Estou confiante que o futuro destina muito sucesso para a marca e vou ficar realmente orgulhoso de ter feito a minha parte nessas conquistas”, concluiu.
Há especulação sobre o que ele poderá fazer no futuro, mas o mais provável é que ele decida tirar um ano sabático, tal como fez em 2007, após a sua saída da Ferrari. 

WRC: Hanninen e Bouffier terão programas parciais no Hyundai de WRC

A Hyundai anunciou hoje o que poderá ser um esboço de programa para a temporada de 2014, com Thierry Neuville como piloto principal e os outros três pilotos que ajudaram a desenvolver o carro – o finlandês Juho Hanninen, o francês Bryan Bouffier e o australiano Chris Atkinson – com programas parciais. Isto porque a marca coreana afirmou que Hanninen será piloto oficial (como já se sabia desde julho) terá um programa parcial com a marca coreana, a partir do Rali da Suécia, já que em Monte Carlo, eles alinharão com Neuville e Bouffier.
Tenho trabalhado muito com a equipa desde maio, e tem sido um projeto realmente fantástico. Tem sido um prazer trabalhar com eles nos testes, e eu realmente respeito a oportunidade de pilotar em alguns ralis para a marca em 2014”, declarou o finlandês de 32 anos, campeão na categoria S2000 em 2010.
Michel Nandan, o diretor desportivo da marca coreana, afirmou que o trabalho feito por Hanninen até agora tem sido valioso, por isso era questão de tempo para que fosse anunciado como um dos segundos pilotos da marca. “Ele mostrou grande lealdade à nossa equiopa, e é certo que ele vai se juntar a nós em uma série de eventos específicos durante nossa campanha de estreia no WRC”, começou por afirmar. 
Juho tem feito um trabalho fantástico nos testes. Ele provou ser um piloto completo, com a mistura certa entra velocidade e técnica, assim como ser um membro de verdade, dando um valioso feedback a nossos engenheiros. Ele traz consigo uma vasta experiência no WRC e foi quem completou mais quilómetros no carro neste ano, então sentimos que será um complemento ideal a Thierry”, concluiu.