Noticias: Bruno Senna quer correr na Indy… mas não nas ovais

Bruno Senna está a considerar o regresso aos monolugares em 2014, depois de uma temporada bem sucedida na Endurance, ao serviço da Aston Martin, e a prioridade poderá ser a IndyCar, mas aparentemente, colocou uma exigência: que apenas corresse em pistas convencionais e de rua. E alega um “histórico familiar conmplicado” como causa.

Comecei negociação com algumas equipes, mas a dificuldade é que não eu correria em ovais, porque tenho um histórico familiar complicado… Não dá para abrir chances para essas coisas. Isso dificulta um pouco as condições para fazer isso lá. Vamos ver se eu consigo fazer uma temporada só de circuitos mistos na Indy, o que provavelmente limita a chance de ganhar campeonato. Não é tão fácil fazer assim, e se sair, pode ser um programa que eu possa fazer no ano que vem”, reconheceu, citado pelo blog A Mil Por Hora, do Rodrigo Mattar.
Comparando o Aston Martin de GTE com um monolugar, o piloto de 30 anos considera que corridas de monoposto são bem mais “divertidas”, mas afirmou ter gostado da experiência com a Aston Martin no WEC: “Foi bom, me adaptei rápido ao carro, temos sido super bem-sucedidos, largamos na pole em todas as corridas – menos uma – e estamos vencendo, as duas últimas corridas eu venci. Estou me divertindo bastante, mas claro que monopostos são sempre os carros mais divertidos de se pilotar”.

Acho interessante ele alegar o “histórico familiar”, quando que eu me lembre, o tio nunca correu na antiga CART, apesar do famoso teste com a Penske em 1992. E acho também curioso que a única oval que ele estaria disposto a fazer seria a das 500 Milhas de Indianápolis, num ano em que vai ser corrido por duas vezes, pois a IndyCar decidiu utilizar o circuito interior, desenhado para acolher a Formula 1. 
Mas lendo há umas semanas atrás um artigo do Bandeira Verde sobre os inimigos da IndyCar, verifico que os pilotos europeus que chegam a esta categoria estão a seguir os passos de Sebastien Bourdais e Mike Conway, ao afirmar que não querem correr nas velozes ovais. E claro, o acidente mortal de Dan Wheldon, em Las Vegas, ainda está fresco na memória…
Mas mesmo assim, acho que não deveria impor esse “veto às ovais”. Deveria experimentar para conquistar os medos, porque é isso que faz parte da história, e deixar isso para a NASCAR abre um precedente perigoso. Digo eu.
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