Relatório aponta falhas no acidente que matou um comissário em Montreal

O comissário que morreu durante o GP do Canadá deste ano teve o seu acidente fatal devido a falhas de organização. Quem o afirma é a Comissão para a Saúde e Segurança do Quebec (CSST), divulgou esta tarde o inquérito no qual se apuraram as circunstâncias da morte de Peter Robinson, o infeliz comissário canadiano que foi esmagado pelo trator que rebocava o Sauber de Esteban Gutierrez, no passado dia 10 de junho.
No relatório, os elementos da comissão apontam falhas em termos da velocidade do veículo – a 11 quilómetros por hora, demasiado veloz segundo eles afirmam – e que o automóvel estava erguido a mais de dois metros do chão, demasiado alto para que pudesse ser manobrado por algum dos comissários presentes, no sentido de estabilizar o carro que estava a ser retirado.
Para além disso, critica-se a velocidade da operação, pois nessa altura a corrida tinha acabado e os portões estavam a ser abertos para que os espectadores pudessem entrar na pista. Com isto, os organizadores arriscam a ser multados em mais de 130 mil euros devido aos danos humanos.
Os organizadores já concordaram com as recomendações, e já afirmaram que irão banir este tipo de gruas móveis, e poderão também proibir a abertura imediata dos portões logo após o final da corrida, no sentido de deixar os comissários fazerem o seu trabalho sem pressas.
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