Schumacher: Divulgado o resultado do inquérito sobre o seu acidente

A Procuradoria de Albertville divulgou esta quarta-feira os resultados do inquérito sobre o acidente que Michael Schumacher sofreu há duas semanas e meia na estância de ski de Meribel, e confirmaram que o ex-piloto alemão de 45 anos estava numa zona não-demarcada e que guiava a alta velocidade, embora considerem que isso não foi um fator decisivo no acidente.

De acordo com o procurador Patrick Quincy, a cabeça de Schumacher bateu com a face numa pedra que estava a oito metros fora da pista, e que foi parar um metro mais adiante. Também disseram que ele não tinha parado para aujdar uma criança, como disse Sabine Kehm, no Hospital de Greboble, e que toda a sequência do acidente foi filmada pela câmara que o piloto tinha no seu capacete. 
Ele também afirmou que o video que analisaram foi apenas esse, e não o de uma testemunha que afirma ter filmado inadvertidamente o acidente, enquanto filmava a sua namorada: “Ouvi as pessoas falarem de um filme feito por uma testemunha, mas não recebemos nada desta pessoa. Pessoalmente, duvido que ele realmente exista”, comentou.
O procurador Quincy deixou claro que esta investigação é de rotina para qualquer acidente que ocorra na região, independentemente de quem esteja envolvido. “Temos investigadores especializados neste tipo de acidente. Todos os invernos, temos à volta de 50 investigações deste tipo e sempre usamos os mesmos métodos e a mesma atenção aos detalhes”, esclareceu.

Logo, não haverá acusações contra ele: “Neste estado da investigação, não podemos responder perguntas sobre responsabilidade. Nós vamos estudar as imagens com as pessoas mais qualificadas possíveis e com especialistas“, esquivou-se.

Entretanto, Schumacher continua em coma induzido no Hospital Universitário de Grenoble, a recuperar dos seus ferimentos. Os médicos esperam pela evolução do seu estado de saúde, embora digam que não corre mais perigo de vida. 

No 45º aniversario de Michael Schumacher

Albert Einstein disse certo dia, no meio dos estudos sobre a Teoria da Relatividade e numa tentativa de compreender o Universo, que “não queria acreditar que Deus jogue aos dados“. Uma geração mais tarde, outro cientista, Stephen Hawking, demonstrou isso mesmo, ao colocar uma série de esferas alinhadas perfeitamente, como se fosse um desfile militar, e retirou cinco delas desse alinhamento. O que aconteceu a seguir provou isso mesmo: graças ao magnetismo, esse alinhamento foi desfeito e elas começaram-se a juntar, num acaso. A conclusão simples é esta: se a perfeição existisse, nós não existiríamos. E quando digo “nós”, falamos do Universo, tal como conhecemos.

O Acaso, por ser assim mesmo, causa injustiças aos nossos olhos. Não poupa ninguém, seja ele rico ou pobre, famoso ou anónimo. Não podemos contar que a nossa vida seja longa ou aborrecida, porque a sua fragilidade vêm ao de cima, quando menos esperamos. Soube disso pessoalmente, e da pior maneira, há quase 16 anos, quando um mero apêndice rebentado se tornou numa peritonite septicémica. Saber que estive a dias de morrer não é agradável, mas estranhamente reconfortante e pacifico. Para recuperar, foi precisa muita paciência, pois somente seis semanas depois é que saí do hospital.
Mas falar desse acaso para explicar o que se passou a Michael Schumacher. Hoje é o dia do seu 45º aniversário natalicio, e ele está nas bocas do mundo nestes dias pelas piores razões: como sabem, no passado domingo, na estação de ski de Meribel, nos Alpes franceses, ele escorregou e bateu com uma pedra, ficando com uma grave fratura craniana e estando agora em coma. Os médicos do hospital universitário de Grenoble conseguiram salvar-lhe a vida “in extremis”, e agora está a ser fortemente vigiado e medicado, para evitar que o seu cérebro lesionado se deteriore e tenha lesões permanentes.

Eles estão expectantes, tal como todos nós, para ver se ele sobreviverá. Mas o mais interessante, em termos pessoais, é ver como é que Schumacher evoluiu aos meus olhos, pois tive o previlégio de assistir a toda a sua carreira. Lembro-me bem daquele fim de semana do GP da Belgica, quando um jovem desconhecido para a maioria de muitos, surpreendeu toda a gente num Jordan do qual nunca tinha andado muito. Antes, acompanhava-o dos seus feitos na Endurance, a bordo de um Sauber-Mercedes, ao lado de Karl Wendlinger e de Heinz-Harald Frentzen, e pensava que provavelmente essa gente poderia ser a geração que iria colocar a Alemanha no mapa automobilístico, especialmente na Formula 1.

Acho que toda a gente sabe o que é, hoje em dia, mas em 1990, a Alemanha tinha um palmarés muito pequeno. Nunca tinha tido um campeão do mundo e só tinham conseguido três vitórias na Formula 1, apesar da Mercedes e da Porsche. E ainda se sentia a falta de Stefan Bellof, um piloto do qual todos sabiam do seu talento, mas tinha desaparecido precocemente, em setembro de 1985.

Depois vi o que fiz na Benetton. De jovem esperança de 1992 à grande certeza nos anos seguintes, e vi também a sua faceta de vencedor a qualquer custo, e até que ponto ele era capaz de ir. E à sua aparente insensibilidade daquela tarde de maio de 1994, em Imola, comemorava a sua terceira vitória consecutiva, enquanto via o seu maior rival a agonizar na cama de um hospital. Talvez mal informado ou entendeu mal, aquele gesto foi sentido e muitos cavaram um ódio contra ele. Rei morto, rei posto, a Formula 1 dividiu-se entre os que admiravam Schumacher e os que odiaram Schumacher.

E poucos meses depois, em Adelaide, quando impediu Damon Hill de o passar, batendo com o seu carro, ser a seu favor fora da Alemanha significava remar contra a maré, fazer parte de alguma confraria satânica, porque para o resto do mundo, ele parecia ser a encarnação do Diabo. A grande ironia é que muitos dos que o odiavam eram “sennistas”, desconhecendo que tinha aprendido muitas dessas manobras, bem como o seu método de trabalho… do próprio Ayrton Senna. E ninguém se lembrou, em Adelaide, da manobra que Senna fez contra Alain Prost em Suzuka, quatro anos antes.

Depois de ganhar tudo na Benetton, decidiu aceitar o maior desafio de todos: transformar a Ferrari numa equipa campeã do mundo. Tinha encontrado as pessoas certas para esse trabalho na Benetton: Ross Brawn, Rory Bryne. E na Scuderia tinha outros: Jean Todt e Luca di Montezemolo. Aos poucos, a equipa se moldou em torno dele, para alcançar o que escapava desde 1979: o título mundial de pilotos. Quase o conseguiu em 1997, mas usou a mesma manobra, aquilo que todos temiam na altura. Mas o tiro saiu-lhe pela culatra, e a FIA não lhe perdoou: desclassificou-o do mundial, retirando-lhe o vice-campeonato.

Mas com o tempo, amadureceu. E o trabalho compensou: em 2000, depois de ter perdido meio ano no seu maior acidente automobilistico até então, em Silverstone, deu finalmente os títulos que perseguiam. E ninguém sabia, mas ali começava uma era de dominio dos carros vermelhos de Maranello. E mesmo em tempos de dominio, não escapava à polémica. Especialmente no GP da Áustria de 2002, quando Jean Todt ordenou a Rubens Barrichello que cedesse a vitória ao seu companheiro de equipa. No meio do sucesso imenso, aquele gesto soou a arrogância. Podem aceitar o circo, mas não perdoam uma manipulação tão descarada dos resultados.

Nessa altura, apareceu uma nova geração, pilotos que cresceram a admirá-lo e começaram a desafiá-lo. Kimi Raikkonen e Fernando Alonso foram dois deles. Sem ter de lidar mais com Jacques Villeneuve, Mika Hakkinen ou David Coulthard, esta nova geração estava mais esfomeada de vitórias, e conseguia acompanhá-lo, e batendo-o. Quando o piloto espanhol venceu o título de 2005, a Formula 1 inteira respirou de alivio ao saber que por fim, o alemão tinha um rival. Mas esqueciam-se que ele já tinha 36 anos e já tinha mais atrás dele do que pela sua frente. Contudo, a temporada 2006 foi uma das mais emocionantes.

Schumacher já sabia que era a altura de ir embora, mas decidiu que queria ir em estilo, com o oitavo título mundial. Alonso, mais jovem e mais fresco, deu o seu melhor para revalidar o seu título e ao longo dessa temporada, o duelo foi emocionante, com o piloto da Renault a levar de vencida, depois de no Japão, Schumacher ter tido uma rara quebra de motor. O acaso fazia a sua aparição, no momento errado, na hora errada. A sorte virara-se contra si, e não era a despedida que queria ter, semanas depois de ter anunciado em Monza que os seus dias de pilotagem iriam chegar até ao fim.

Mas no Brasil, a última prova do ano, decidiu demonstrar a sua classe. Não se desmoralizou com os azares – quebras no carro, um pneu furado, uma penalização – e dançou na pista apenas como os campeões, ou os “eleitos” dançam. Como Fangio em Nurburgring ou Senna em Donington Park, em exibições que ficaram para a eternidade. Ficando no fundo do pelotão por duas vezes e acabando no quarto lugar final, passando muito dos “jovens lobos”, incluindo Kimi Raikkonen. E no final, se todos aplaudiam Fernando Alonso, todos aplaudiam mais Michael Schumacher, numa exibição inesquecivel, aquela que todos queriam contar um dia aos netos.

Schumacher partiu então para a reforma. Engraçado era que ele nunca quis fazer outras competições, apenas uma outra vida. Adorava karting, mas não interessava uma carreira nas Américas, andar na Endurance. Pelo contrário, foi fazer motociclismo, tentando ter uma segunda carreira. Não foi muito longe, especialmente depois de uma violenta queda em 2009.

Contudo, quando a Mercedes voltou em 2010, depois de comprar a Brawn GP, perguntou a ele se queria regressar à ativa e ajudar a equipa que lhe deu a sua oportunidade de ser piloto profissional. Ele aceitou e a noticia do seu regresso foi uma das mais comentadas de então. E todos perguntavam na altura: seria um Niki Lauda ou um Alan Jones? Iria tentar um oitavo titulo mundial, contra uma nova geração de pilotos, alguns deles ainda estavam nos seus berços quando ele se estreara, naquela tarde de agosto de 1991, em Spa-Francochamps?

Nesse regresso, Schumacher sentiu o peso dos anos. Era batido constantemente pelo filho de Keke Rosberg, Nico. E tinha algumas boxes mais abaixo outro jovem compatriota seu, que um dia entregou um troféu de karting e lhe incentivou para que continuasse a correr. Era Sebastian Vettel, que em 1991, ainda não tinha idade para ir à escola. E ali estava, na grelha de partida de uma Formula 1 que estava com fome de bater recordes de precocidade. E nesse regresso, todos viram que o anteriormente “temivel” e “imbatível” Schumacher era um piloto como todos os outros. Parecia que tinha descido à terra, um piloto esforçado, que cometia erros e terminava corridas fora dos pontos. Era um mundo diferente, aquele que se encontrava agora. Não se podiam mais testar carros como se testava antes. Não havia mais o reabastecimento e as estratégias geniais combinadas entre ele e Ross Brawn. Viam-se algumas faíscas da sua genialidade, mas eram cada vez mais escassas. Apenas subiu ao pódio por uma vez, neste seu regresso.

O tempo, por fim, tinha-lhe alcançado. Mas paradoxalmente ganhou um capital de simpatia que antes não tinha. Parecia ser um piloto mais sábio e mais experiente, e mais simpático. Certamente havia uma ou outra polémica aqui e ali, que fazia lembrar os velhos fantasmas, mas agora os adeptos viam que era um piloto mais humano, não era a máquina temivel da década passada, que parecia que tinha “matado” a Formula 1 da sua competitividade. E no final de 2012, exausto, decidiu que era a altura de se ir embora, e desta vez, de vez. Depois de 305 Grandes Prémios, 91 vitórias, 68 pole-positions e sete títulos mundiais. O homem de todos os recordes que interessam ter.

O Universo nos tinha dado um homem excepcional, que decidiu ficar por aqui tempo demais, é verdade, mas no deu estranhamente – esse Deus que joga aos dados – uma faceta redentora a uma personagem que uma geração inteira tinha aprendido a detestar. Agora, naquelas que deverão ser as horas e dias mais decisivos da sua vida, noutro estranho acaso de estar no lugar errado, na hora errada, e a fazer as manobras erradas, vemos todo um mundo unido numa estranha unanimidade, perdoadas as polémicas do passado. Porque os verdadeiros adeptos não o viam como inimigo, mas sim apenas um adversário. Que aprendemos a respeitar e a admirar. E sentimos fortemente o seu sofrimento e o da sua família, que reparam agora que a vida é frágil e num momento, tudo muda.

Feliz Aniversário, Michael Schumacher. O nosso maior presente é que superes este momento. Todos estamos a torcer por ti.

Atualização e novos detalhes sobre o acidente de Schumacher

O segundo boletim médico, divulgado esta manhã pelos médicos que acompanham o estado de saúde de Michael Schumacher, afirma que existem sinais de melhoria na sua condição, após este ter sido submetido a nova intervenção cirúrgica esta madrugada, para diminuir o inchaço causado pelo hematoma que sofreu na sua queda.

Há alguns sinais de que a situação está mais bem controlada”, começou por afirmar Jean-François Payen, anestesista-chefe do Hospital Universitário de Grenoble. “Nós percebemos, no final da tarde [de ontem], uma melhora transicional na pressão intracraniana de Michael Schumacher. Um exame posterior mostrou que ele estava relativamente estável. Discutindo isso com meus colegas neurocirurgiões, decidimos que, já que tinha acontecido uma melhora, deveríamos fazer essa operação, pois isso nos ajudaria a reduzir a pressão do cérebro. Esta manhã, fizemos mais exames e percebemos que conseguimos evacuar o hematoma e isso nos dá sinais de que a situação está melhor controlada que ontem”, prosseguiu.
O Prof. Payen afirmou que a decisão da segunda operação foi tomada com a família, e apesar dos bons resultados, o ex-piloto alemão ainda não está fora de perigo: “A situação está melhor controlada do que ontem. Não podemos dizer que ele está fora de perigo, mas, como disse ontem, ganhamos um pouco mais de tempo na evolução dele. E as horas que vão ser cruciais para o desfecho. Ontem, percebemos que existia uma janela de oportunidade para fazer essa operação no fim da tarde, começo da noite. Decidimos todos juntos e também perguntando para a família. Não é algo excepcional o que fizemos”, declarou.

Questionado sobre se era possível uma transferência para a Alemanha, o Prof. Payen descartou essa possibilidade, devido ao seu estado de saúde delicado: “Qualquer transferência neste momento seria muito perigosa, dada à sua frágil situação médica. Num momento futuro, vamos discutir isso novamente e decidir com a família. Vamos decidir quando uma transferência será possível, mas, no momento, com o trabalho que está sendo feito e com o apoio que estamos recebendo da comunidade médica, achamos que é importante que ele seja tratado aqui, e essa questão de transferir ou não será tratada no futuro”, continuou.

Emmanuel Gay, o neurocirurgião que toma conta do caso, afirmou que a segunda cirurgia foi tomada com o consentimento da familia de Michael Schumacher: “Como Payen falou, decidimos todos juntos, e falamos com a família, pois é uma decisão difícil de tomar. Decidimos evacuar esse hematoma, que estava situado na parte esquerda do cérebro. É diferente dos hematomas evacuados no primeiro dia, era um hematoma que estava no próprio cérebro, e todos os sinais mostravam que poderíamos fazer isso ontem. Decidimos também reduzir a pressão do cérebro durante essa operação”, continuou.
O exame mostrou que o hematoma foi evacuado corretamente e há uma melhora. Mas há outras lesões no cérebro, e eles mostram que essas lesões precisam continuar sendo monitorizadas e estamos a fazer isso hora a hora”, concluiu.
Gerard Saillant, também médico e amigo da família Schumacher, está consciente de que, apesar das melhoras, ainda esta em coma induzido e que tudo pode acontecer: “A família está consciente de que o seu estado é muito sensível e que tudo pode acontecer”. 

Entretanto, surgiram novos detalhes sobre o local e as circunstâncias do acidente. Testemunhas referiram ao site F1Today.com que Schumacher andou por uma rota não-marcada na estância de Meribel antes de cair e atingir fortemente uma pedra. “Quando chegamos ao local, o capacete estava dividido e você podia ver muito sangue“, comentou uma testemunha, que afirmou que o alemão ficou consciente por alguns instantes, antes de entrar em coma. Também se fala que o alemão ia a mais de cem quilómetros por hora no momento do acidente, o que poderia explicar a sua violência.

Para além disso, as autoridades policiais da Albertville decidiram, ainda nesta segunda-feira, abrir um inquérito para determinar as circunstâncias do acidente. E também esta manhã, a assessora de imprensa, Sabine Kehm, confirmou que um jornalista, disfarçado de padre, tentou entrar no quarto de Schumacher, mas que foi impedido pelos seguranças do hospital. Por causa disso, essa foi reforçada, para evitar futuras invasões. 

Noticias: Porsche apresenta o 919 Hybrid

A Porsche apresentou esta noite o seu modelo 919 Hybrid, que irá atacar as 24 Horas de Le Mans e o Mundial de Endurance em 2014. Para além disso, apresentou mais dois pilotos aos quatro já conhecidos no alinhamento da marca para o campeonato: tratou-se do neozelandês Brendon Hartley e do alemão Marc Lieb.
Para Hartley, atualmente com 24 anos, ele já tinha sido piloto do programa da Red Bull e teve atuações na World Series by Renault, entre 2009 e 2011, e algumas passagens pela GP2, uma delas em 2012 pela Ocean Racing Technology. Em 2013, estava a correr na Rolex Sports Car Series americana, onde venceu uma corrida em Elkhart Lake.

Estou muito orgulhoso que a Porsche me tenha escolhido. Fiquei profundamente impressionado com a minha primeira aparição em Le Mans, mas competir ali em LMP1 numa marca emblemática como a Porsche é outra dimensão”, disse o neozelandês.

Quanto a Lieb, atualmente com 33 anos, é um piloto de fábrica da Porsche há 13 anos, participando em várias competições, desde o Porsche Carrera Cup até a várias participações na Endurance, nomeadamente nas 24 horas de Le Mans, conseguindo vitórias na classe GT2 (2008 e 2010) e na GTE Pro (2013). 

“Tenho a sorte de já ter celebrado vitórias com a Porsche em todo o mundo, mesmo na classe GT em Le Mans. As pessoas sempre perguntavam quando iríamos voltar para a classe LMP1 e desde que foi dado projeto luz verde ao projeto, só queria estar envolvido. Ir a Le Mans com a Porsche, nem posso descrever o quão animado isso me faz sentir.”, disse Lieb na apresentação.
Ambos os pilotos juntar-se-ão aos quatro já conhecidos: o suiço Neel Jani, o australiano Mark Webber, o francês Romian Dumas e o alemão Timo Bernhard

Youtube Automotive Challenge: McLaren P1 vs o Nordschleife

Há muito que se fala do McLaren P1, o hipercarro que eles andaram a fazer em Woking. Há um “hype” enorme sobre ele, chegando ao ponto de eles poderão ter de ter feito numa volta no Nurburgring Nordschleife em menos de sete minutos. Eles dizem que sim, mas francamente, não acredito até ver o video da volta. Que é o que todos fazem, incluindo a Porsche, que fez 6:58 com o seu modelo 918…
Por agora, coloco este video. Espero que o outro esteja para muito breve…

Vimeo Motorsport Experience: uma demonstração do futuro

Skynamic Hexacopter performance demonstration from skynamic.net on Vimeo.

Desde o inicio do ano que sei da existência de pequenos aparelhos telecomandados, que filmam determinados eventos do ar, e que mostram o potencial de melhores transmissões televisivas, especialmente nos Ralis. A FB Aviation, na Alemanha, mostrou isso, após se ter aliado com a Volkswagen para fazer imagens nos ralis do WRC.
Ora, aparentemente, eles levaram as coisas um pouco mais adiante. Batizado de “Skynamic Hexacopter”, ee fez este video que o colocaram na plataforma Vimeo, onde mostraram as suas potencialidades. ao vê-lo, imaginei logo pilotos como Sebastien Ogier, Jari-Matti Latvala, Thierry Neuville e outros, nos vários ralis um pouco por todo o mundo, incluindo Portugal, a serem filmados de uma perspectiva diferente, bem mais emocionante do que uma câmara fixa ou móvel, ou de um helicóptero.
Vai ser interessante ver as filmagens dessa câmara.

Formula E: Alemã Abt é a nova equipa na competição

A Formula E mostrou hoje mais uma equipa que vai participar nesta competição a partir de setembro de 2014. E o contemplado veio da Alemanha, com a Audi a participar através da preparadora Abt, numa nova etapa desta longa associação, que teve frutos especialmente na DTM.
Para Hans-Jürgen Abt, o responsável pela preparadora, “participar na Fórmula E marca um capítulo completamente novo na nossa história automobilística com mais de 60 anos. Como empresa ativa no campo de unidades motrizes regenerativas e mobilidade elétrica, estamos convencidos do conceito inovador do campeonato”, afirmou.
Já o chefe da Audi Motorsport, Wolfgang Ulrich, realçou que “estamos com muito interesse neste novo projeto da FIA e estamos deliciados com o envolvimento desde início do nosso parceiro de longa data Abt Sportsline”.
A entrada destas duas marcas deixou o responsável da Formula E, Alejandro Agag, muito contente: “Ter uma das equipas de automobilismo alemãs mais bem-sucedidas com o apoio de um grande construtor é fantástico para o campeonato”, comentou.
A Abt é a sétima equipa a juntar-se à Formula E, depois das confirmações da e.dams, com a parceria de Alain Prost, a China Racing, a Drayson britânica, a Andretti Autosport, da Super Aguri e da Dragon Racing. A competição, que terá doze corridas um pouco por todo o mundo, arrancará em setembro de 2014. 

Formula E: Alemã Abt é a nova equipa na competição

A Formula E mostrou hoje mais uma equipa que vai participar nesta competição a partir de setembro de 2014. E o contemplado veio da Alemanha, com a Audi a participar através da preparadora Abt, numa nova etapa desta longa associação, que teve frutos especialmente na DTM.
Para Hans-Jürgen Abt, o responsável pela preparadora, “participar na Fórmula E marca um capítulo completamente novo na nossa história automobilística com mais de 60 anos. Como empresa ativa no campo de unidades motrizes regenerativas e mobilidade elétrica, estamos convencidos do conceito inovador do campeonato”, afirmou.
Já o chefe da Audi Motorsport, Wolfgang Ulrich, realçou que “estamos com muito interesse neste novo projeto da FIA e estamos deliciados com o envolvimento desde início do nosso parceiro de longa data Abt Sportsline”.
A entrada destas duas marcas deixou o responsável da Formula E, Alejandro Agag, muito contente: “Ter uma das equipas de automobilismo alemãs mais bem-sucedidas com o apoio de um grande construtor é fantástico para o campeonato”, comentou.
A Abt é a sétima equipa a juntar-se à Formula E, depois das confirmações da e.dams, com a parceria de Alain Prost, a China Racing, a Drayson britânica, a Andretti Autosport, da Super Aguri e da Dragon Racing. A competição, que terá doze corridas um pouco por todo o mundo, arrancará em setembro de 2014. 

Youtube Onboard Classic: Hermann Lang, Nurburgring Nordschleife, 1962

Nos anos 50 e 60, bem antes da televisão fazer a sua forte aparição, quem queria ver Formula 1 ou lia os jornais, ou ouvia a rádio… ou ia ao cinema, para ver pequenos filmes feitos pelas gasolineiras, onde se mostravam os circuitos. 
Neste caso em particular, falamos de um filme feito pela Shell em 1962, onde Hermann Lang, um dos pilotos da era do Grand Prix, guia o Mercedes W125 de 1937 no Nurburgring Nordschleife, que com 646 cavalos, era na altura era o carro de corridas mais poderoso jamais feito – só se voltaria a igualar isso na Formula 1 em… 1980 – com a assistência de outra lenda, o diretor desportivo da Mercedes, Alfred Neubauer.
E o narrador desta volta é o vencedor do Grande Prémio de 1962: o britânico Graham Hill, que depois viria a ser campeão do mundo nesse ano, a bordo de um BRM.

Esta vi no WTF1.co.uk 

Youtube Onboard Classic: Hermann Lang, Nurburgring Nordschleife, 1962

Nos anos 50 e 60, bem antes da televisão fazer a sua forte aparição, quem queria ver Formula 1 ou lia os jornais, ou ouvia a rádio… ou ia ao cinema, para ver pequenos filmes feitos pelas gasolineiras, onde se mostravam os circuitos. 
Neste caso em particular, falamos de um filme feito pela Shell em 1962, onde Hermann Lang, um dos pilotos da era do Grand Prix, guia o Mercedes W125 de 1937 no Nurburgring Nordschleife, que com 646 cavalos, era na altura era o carro de corridas mais poderoso jamais feito – só se voltaria a igualar isso na Formula 1 em… 1980 – com a assistência de outra lenda, o diretor desportivo da Mercedes, Alfred Neubauer.
E o narrador desta volta é o vencedor do Grande Prémio de 1962: o britânico Graham Hill, que depois viria a ser campeão do mundo nesse ano, a bordo de um BRM.

Esta vi no WTF1.co.uk