Formula 1 em Cartoons – Temporada de 2013 (Grand Prix Toons)

E pronto, acabou a temporada de 2013 da Formula 1. Assim sendo, o Hector Garcia, do Grand Prix Toons, lembrou-se de um clássico dos desenhos animados e fez um “finale” digno desse cartoon. E quem fiz a frase mágica é Mark Webber!

Em 2014, haverá mais. Isto, se a pré-época não for muito agitada…

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Foirmula 1 2013 – Ronda 18, Estados Unidos (Qualificação)

A ronda americana da Formula 1 parece que veio para ficar. Apesar de todos os preconceitos anteriores – circuito no meio do Texas, desenhado por Hermann Tilke – após dois anos, já conquistou toda a gente. Austin não é Texas – aliás, um dos ditados mais famosos localmente é “Keep Weird, Austin!” – e desta vez, Hermann Tilke acertou a mão, fazendo um circuito desafiador para os pilotos e atraente para os espectadores.
O Circuito das Américas tornou-se num destino popular, e a prova disso são as bancadas cheias de espectadores para este fim de semana. Não estarão só cheias de americanos, como também de estrangeiros, especialmente mexicanos, que terão este ano dois representantes na categoria máxima do automobilismo para os aplaudir e apoiar, mesmo que nesta altura, saibamos que Perez esteja de saída da McLaren e Esteban Gutierrez esteja em dúvida na Sauber.
Sem possibilidades de chuva -mas com tempo encoberto – a qualificação começa normalmente, com os pilotos a queixarem-se de falta de tração na pista. Estes só conseguiam marcar tempos mais tarde do que o habitual, e os últimos a sair para a pista foram os Red Bull. Webber foi o primeiro e… ficou com o melhor tempo até então: 1.38,493. A seguir, veio Lewis Hamilton respondeu, marcando 1.37,959 e à medida que o tempo acabava, o tempo melhorava com um surpreendente Valtteri Bottas, com 1.37,821. Em contraste, o seu companheiro de equipa Pastor Maldonado não conseguia passar da Q1.
Ao mesmo tempo que o jovem finlandês marcava um tempo, Adrian Sutil saia de pista no final da curva 1 e teve depois problemas de transmissão no seu Force India. Com isso, o alemão de origem uruguaia fazia companhia a Maldonado e aos Caterham e Marussia como os primeiros eliminados nesta qualificação americana.
Passado para o Q2, os pilotos começaram a marcar temos, com Hamilton a ser o melhor, com 1.38,104 segundos. Mas a meio da qualificação, a temperatura da pista baixou e o asfalto estava a melhorar, fazendo com que os tempos baixassem. Romain Grosjean tirou meio segundo, com 1.37,523, antes de Mark Webber tirar mais um pouco, com 1.37,312. A dois minutos do fim, Sebastian Vettel faz 1.37,065 segundos e fica no topo da tabela.
Com o final do segundo sector, houve algumas surpresas. Bottas e Heiki Kovalainen conseguiram passar para a Q3, em contraste com Felipe Massa, que não conseguiu mais do que o 16º tempo, pior do que Nico Rosberg, que foi o 14º e Jenson Button, apenas com o 12º melhor tempo. Como ele vai perder mais três lugares devido ao incidente de ontem, onde passou um carro sob bandeiras vermelhas, as coisas para ele também não andam boas.
E assim passamos para a Q3, onde os dez melhores estavam lá. Mark Webber foi o primeiro a marcar tempo, com 1.36,699 segundos. Vettel não conseguiu marcar melhor tempo, e parecia que iria ser o australiano a fazer a pole, melhorando para 1.36,441. Mas no último momento, Vettel faz a pole, com 1.36,338, fazendo a 44ª pole-position na sua carreira. E a Red Bull esteve numa liga à parte, pois o terceiro classificado, o francês Romain Grosjean, fez apenas 1.37,155 segundos. E o Lotus ficou na frente do Sauber de Nico Hulkenberg – 1.37,226, fabuloso! – e o Mercedes de Lewis Hamilton.
Quanto ao resto da grelha, Fernando Alonso foi apenas o sexto no seu Ferrari, enquanto que Sergio Perez conseguiu um ótimo sétimo posto, na frente do regressado Heiki Kovalainen, o Williams de Valtteri Bottas e o outro Sauber de Esteban Gutierrez.
Com isto, a grelha estava definida para a corrida de amanhã. Parece que poderemos ver mais um passeio dos energéticos, como é apanágio desta temporada, mas toda a gente deseja que em Austin, possamos esperar algo mais interessante do que isso.   

Foirmula 1 2013 – Ronda 18, Estados Unidos (Qualificação)

A ronda americana da Formula 1 parece que veio para ficar. Apesar de todos os preconceitos anteriores – circuito no meio do Texas, desenhado por Hermann Tilke – após dois anos, já conquistou toda a gente. Austin não é Texas – aliás, um dos ditados mais famosos localmente é “Keep Weird, Austin!” – e desta vez, Hermann Tilke acertou a mão, fazendo um circuito desafiador para os pilotos e atraente para os espectadores.
O Circuito das Américas tornou-se num destino popular, e a prova disso são as bancadas cheias de espectadores para este fim de semana. Não estarão só cheias de americanos, como também de estrangeiros, especialmente mexicanos, que terão este ano dois representantes na categoria máxima do automobilismo para os aplaudir e apoiar, mesmo que nesta altura, saibamos que Perez esteja de saída da McLaren e Esteban Gutierrez esteja em dúvida na Sauber.
Sem possibilidades de chuva -mas com tempo encoberto – a qualificação começa normalmente, com os pilotos a queixarem-se de falta de tração na pista. Estes só conseguiam marcar tempos mais tarde do que o habitual, e os últimos a sair para a pista foram os Red Bull. Webber foi o primeiro e… ficou com o melhor tempo até então: 1.38,493. A seguir, veio Lewis Hamilton respondeu, marcando 1.37,959 e à medida que o tempo acabava, o tempo melhorava com um surpreendente Valtteri Bottas, com 1.37,821. Em contraste, o seu companheiro de equipa Pastor Maldonado não conseguia passar da Q1.
Ao mesmo tempo que o jovem finlandês marcava um tempo, Adrian Sutil saia de pista no final da curva 1 e teve depois problemas de transmissão no seu Force India. Com isso, o alemão de origem uruguaia fazia companhia a Maldonado e aos Caterham e Marussia como os primeiros eliminados nesta qualificação americana.
Passado para o Q2, os pilotos começaram a marcar temos, com Hamilton a ser o melhor, com 1.38,104 segundos. Mas a meio da qualificação, a temperatura da pista baixou e o asfalto estava a melhorar, fazendo com que os tempos baixassem. Romain Grosjean tirou meio segundo, com 1.37,523, antes de Mark Webber tirar mais um pouco, com 1.37,312. A dois minutos do fim, Sebastian Vettel faz 1.37,065 segundos e fica no topo da tabela.
Com o final do segundo sector, houve algumas surpresas. Bottas e Heiki Kovalainen conseguiram passar para a Q3, em contraste com Felipe Massa, que não conseguiu mais do que o 16º tempo, pior do que Nico Rosberg, que foi o 14º e Jenson Button, apenas com o 12º melhor tempo. Como ele vai perder mais três lugares devido ao incidente de ontem, onde passou um carro sob bandeiras vermelhas, as coisas para ele também não andam boas.
E assim passamos para a Q3, onde os dez melhores estavam lá. Mark Webber foi o primeiro a marcar tempo, com 1.36,699 segundos. Vettel não conseguiu marcar melhor tempo, e parecia que iria ser o australiano a fazer a pole, melhorando para 1.36,441. Mas no último momento, Vettel faz a pole, com 1.36,338, fazendo a 44ª pole-position na sua carreira. E a Red Bull esteve numa liga à parte, pois o terceiro classificado, o francês Romain Grosjean, fez apenas 1.37,155 segundos. E o Lotus ficou na frente do Sauber de Nico Hulkenberg – 1.37,226, fabuloso! – e o Mercedes de Lewis Hamilton.
Quanto ao resto da grelha, Fernando Alonso foi apenas o sexto no seu Ferrari, enquanto que Sergio Perez conseguiu um ótimo sétimo posto, na frente do regressado Heiki Kovalainen, o Williams de Valtteri Bottas e o outro Sauber de Esteban Gutierrez.
Com isto, a grelha estava definida para a corrida de amanhã. Parece que poderemos ver mais um passeio dos energéticos, como é apanágio desta temporada, mas toda a gente deseja que em Austin, possamos esperar algo mais interessante do que isso.   

Noticias: Kimi Raikkonen foi operado às costas, Alonso apto a correr

Kimi Raikkonen foi operado esta quinta-feira às costas e vai estar em convalescença nas próximas quatro a seis semanas, antes de começar a fazer ligeiros exercicios, afirmou hoje a televisão finlandesa. 
A intervenção aconteceu devido às fortes dores de costas que o finlandês sofria nos últimos Grandes Prémios devido a uma lesão antiga, que levaram o piloto a falhar as duas últimas rondas desta época para ser operado antes de rumar à Ferrari em 2014. Para o seu lugar nestas duas últimas corridas do ano, ele foi substituido pelo seu compatriota Heikki Kovalainen.
Entretanto, outro piloto que não está a cem por cento, o espanhol Fernando Alonso, foi dado como apto para correr este fim de semana no GP dos Estados Unidos pela FIA. Após uma bateria de exames, conduzidos pelo Dr. Steve Olvey, chefe do centro médico do Circuito das Américas, ele foi autorizado a correr. Apesar de tudo, as suas aparições extra-corridas serão reduzidos ao mínimo neste final de semana.