Youtube Movie Presentation: A apresentação de "Rush" nos Globos de Ouro

“Rush” tinha duas nomeações para os Globos de Ouro: Melhor Filme em Drama, e Melhor Ator Secundário. Não ganhou nenhuma delas, mas a apresentação do filme, ontem à noite, ficou a cargo de Chris Hemsworth e… Niki Lauda.
Amanhã vão ser as nomeações para os Óscares. Vamos a ver se leva alguma, e se sim, quantas e em que categorias.
Anúncios

A Can-Am de Jackie Stewart

Nos anos 60 e 70, era frequente os pilotos de Formula 1 fazerem participações noutras modalidades automobilísticas. Fossem para representar a mesma marca onde corriam na Formula 1, ou porque o dinheiro era curto e tinham de complementar noutras competições, eles enriqueciam a lista de inscritos em coisas que iam desde a Endurance até às 500 Milhas de Indianápolis ou as 24 Horas de Daytona. Até coisas como a Formula 5000 ou a Formula 2 estavam recheadas de pilotos de Formula 1 que, podendo não contar para o campeonato, enfrentavam a concorrência de “jovens lobos” que os faziam passar por períodos complicados.

Jackie Stewart não foi excepção. Correu em Indianápolis nos seus tempos da BRM, alcançando boas prestações na edição de 1966 – foi o Rookie do Ano – e em 1970 era para correr nas 24 Horas de Le Mans ao lado de Steve McQueen num Porsche 917K da Vyer Team, mas no final, a sua participação foi rejeitada devido ao alto preço do seguro que os estúdios pagariam, pois na altura, o ator estava a filmar “Le Mans”.
Para além de Endurance e IndyCars, o escocês andou na Can-Am. Primeiro em 1970, conduzindo o icónico Chaparral 2J, um carro que tinha tanto de radical como de pouco fiável. E em 1971, no ano do seu bicampeonato com a Tyrrell, guiou um Lola T260, um carro desenhado especialmente pela marca para tentar derrotar os dominantes McLarens, que desde 1968 faziam algo que a certa altura se chamou de “The Bruce and Denny Show”, dado o domínio por parte dos pilotos de então, Bruce McLaren e Dennis Hulme.

Em 1971, McLaren tinha morrido, e ele fora substituído pelo americano Peter Revson, com Hulme como coadjuvante. A Can-Am era altamente popular devido ao seu elevado “prize-money” e à capacidade única de discussão entre os pilotos de Formula 1 e os da IndyCar, que se duelavam ali, para ver quem se saia melhor. Nesse ano, depois da experiência do escocês com o Chaparral, tinha sido contactado por Carl Haas, representante da marca nos Estados Unidos, e que iria ficar com o chassis, pois tinha o forte apoio da tabaqueira LM.

O T260 era um carro radicalmente novo, mas muito bom. Contudo, em termos de beleza, não era o mais bonito. Em vez de ter linhas fluidas, era mais um “caixote” como o Chaparral ‘sucker car’ desenhado por Jim Hall e que tinha guiado em Watkins Glen, em 1970”, contou o escocês ao jornalista do Moorsport, Gordon Kirby.
Stewart não teve muito tempo de habituação ao Lola. Um teste de pré-temporada em Silverstone, onde choveu na maior parte do tempo, foi o que conseguiu. Após isso, o carro foi embarcado para o Canadá, onde se estreou no circuito de Mosport, que também por esses dias era a habitual paragem da Formula 1. 
Apesar do pouco tempo de teste, Stewart fez o seu melhor e alcançou a pole-position, batendo os McLaren de Hulme e Revson. Na partida, o escocês foi superado pelo neozelandês, mas no final da décima volta, quando Hulme teve de lidar com tráfego, Stewart aproveitou a hesitação e o passou. Parecia que ia a caminho da vitória, mas a meio da corrida, um rastro de óleo começou a surgir do seu carro e a transmissão quebrou-se pouco tempo depois. Assim, o escocês viu nas boxes a dobradinha Hulme-Revson, e os McLaren a dominar a corrida.
Mal eles sabiam que aquele Lola iria dar-lhes dores de cabeça ao longo daquela temporada. Tanto que a corrida seguinte era no difícil circuito de Mont-Tremblant, no Quebec canadiano. Duas semanas depois daquela manifestação de desafio, Stewart levou a melhor, subindo ao lugar mais alto do pódio e dando a Carl Haas a sua primeira vitória como construtor. “Saint-Jovite [local onde fica o circuito] foi uma grande vitória”, comentou.
Depois do Canadá, seguiu-se os Estados Unidos, mais concretamente o circuito de Road Atlanta, no fim de semana de 10 e 11 de julho. Nos treinos, Stewart foi o terceiro na qualificação, mas na corrida, ele perseguiu os McLaren até os ultrapassar. Quando os fez, começou a distanciar-se e parecia que iria ganhar… até que um furo lento o fez ir às boxes. Reparados os estragos, quando voltou à pista, estava no fundo do pelotão, a três voltas dos lideres. Enraivecido, começou a subir na classificação, fazendo a volta mais rápida pelo meio. Mas isso fez esforçar demais o carro, e teve de voltas às boxes para arrefecer os travões, que tinham sobreaquecido. Voltou à pista, mas o carro estava a desfazer-se aos bocados. Ela acabou quando um dos amortecedores traseiros se quebrou.

Com o resultado de 2-1 a favor dos McLarens, a Can-Am seguiu para Watkins Glen, a 25 de julho.O escocês colocou o carro na pole-position, e na corrida, ele liderava com algum avanço até que teve novo furo. Perdeu ali uma volta para Peter Revson, e tentou recuperar o tempo perdido ao regressar à corrida. Mas foi em vão: a transmissão cedeu e ele se viu obrigado a desistir.

Por esta altura, Stewart tinha outras dificildades para líder: estava doente, com monocelulose, e isso o debilitava imenso, num ano em que voava dos Estados Unidos para a Europa para fazer ambos os campeonatos: Formula 1 e Can-Am. “É uma doença debilitante que te suga toda a tua energia. Não conseguias dormir e ficavas exausto. Era arrasador”, recordou.
Recuperado, ele correu a prova de Mid-Ohio, onde aí, ele aproveitou os problemas dos McLaren para vencer a sua segunda corrida do ano, mas a vantagem já pertencia aos carros laranjas, e parecia que eles iriam vencer mais uma vez o campeonato, o que veio a acontecer. Stewart não venceu mais corridas na temporada, mas conseguiu dois segundos lugares, em Edmonton e em Laguna Seca, onde conseguiu intrometer-se entre os carros de Hulme e Revson. Na prova final, em Riverside, não chegou ao fim.
Apesar de não estar em pico de forma durante boa parte do ano, a temporada de Stewart foi ótima: dominadores na Formula 1, as duas vitórias obtidas na Can-Am deram-lhe o terceiro lugar do campeonato, com 96 pontos, não muito longe dos McLaren dominadores de Revson (campeão com cinco vitórias e 142 pontos) e Hulme (segundo, com três vitórias e 132 pontos). E foi o único a quebrar o domínio dos carros laranja nas pistas norte-americanas.

Mas em jeito de conclusão, ele referiu que aquele carro foi o mais difícil de guiar de toda a sua carreira: “O carro tinha uma distância entre-eixos muito curta e era muito difícil de guiar. Em comparação com os McLarens, era um monstro e tinhas simplesmente de saber como o lidar. Em circuitos velozes como o de Riverside, era muito complicado, porque não sabias como é que se iria comportar”, afirmou.

Contudo, as suas prestações foram mais do que suficiente para que a McLaren atirasse um contrato para a temporada de 1972 da Can-Am. E ele aceitou. 
Fui abordado pela McLaren no sentido de guiar para eles na temporada de 72 da Can-Am. Testei o carro deles e comparado com o nervoso Lola, era um carro de passageiros, calmo e confortável. Com o Lola, parecia estar a um segundo de algum grave acidente. Assim sendo, assinei para eles e foi algo triste ter de telefonar para Haas e dizer que não iria mais trabalhar com ele, pois tinha sido generoso e amigável. Mas queria vencer, e a McLaren tinha o carro certo. Mas depois, a saúde me pregou mais uma partida [teve uma úlcera] e quando fiquei curado, decidi concentrar-me na Formula 1.
Quanto a Carl Haas, só tem elogios para o profissional e para a sua contribuição para o automobilismo americano. “Sempre fomos amigos, e continuamos amigos até hoje. A minha decisão poderia ter afetado a nossa amizade, mas como tinha uma grande equipa e muito unida, e como sabia das dificuldades que passei, compreendeu a minha decisão. Foi uma boa experiência ter corrido com ele. É um vencedor. As suas passagens pela Can-Am, Formula 5000 e IndyCar foram sempre vitoriosas, com as suas equipas e os seus pilotos. Foi um dos promotores do automobilismo de circuito nos Estados Unidos. É um simbolo, ele representa a América aos olhos de muitos europeus. E tive um enorme orgulho de ter guiado para ele”, concluiu.

Noticias: "Rush" leva quatro nomeações para os BAFTA

Melhor filme britânico, melhor ator secundário, melhor som e edição. Estas são as quatro nomeações que “Rush” conseguiu esta tarde, na apresentação dos nomeados para a edição dos BAFTA, os prémios da British Academy of Film and Television Arts, que premeiam os melhores na Grã-Bretanha.
O filme, realizado por Ron Howard, retrata a temporada de 1976 da Formula 1 e o duelo entre o britânico James Hunt e o austriaco Niki Lauda, com momentos altos, como o acidente que o piloto austríaco sofreu em Nurburgring, a 1 de agosto de 1976, que deixou marcas na sua pele. Daniel Bruhl, o hispano-alemão que interpreta a personagem de Lauda, conseguiu mais uma nomeação para ator secundário, depois de o ter conseguido há umas semanas a nomeação para os Globos de Ouro.
A cerimónia de entrega dos prémios acontecerá a 16 de fevereiro.

The End: Andy Granatelli (1923-2013)

Andy Granatelli, uma das lendas do automobilismo americano nos anos 60 e 70, morreu este domingo na sua casa de Santa Barbara, na California, devido a uma falha cardíaca. Tinha 90 anos. Dono de equipa e presidente da Scientificaly Treated Petroleum (STP), ajudou nas carreiras de pilotos como Bobby Unser, Mário Andretti – na IndyCar – e de Richard Petty, na NASCAR, para além de ter sido ele o cértebro por trás do carro a turbina, que apareceu nas 500 Milhas de Indianápolis de 1967.
Nascido a 18 de maio de 1923 em Dallas, no Texas, Granatelli começou a meter-se no automobilismo em 1946, quando ele e os seus dois irmãos, Vince e Joe, correram sob a equipa Grancor, embora sem resultados. Vince ainda tentou a sua sorte como piloto, em 1948, mas este acabou no muro, ficando com lesões nas pernas.
Granatelli volta a estar nas 500 Milhas a partir de meados dos anos 60, quando é contratado pela STP para ser o seu CEO, no sentido de promover os seus produtos junto do automobilismo. A STP era na altura controlada pela Studebaker, e as 500 Milhas era um excelente meio para promover os seus produtos. Granatelli aproveitou a ocasião com as duas mãos, e nessa altura comprou os motores Novi, potentes mais com historial de pouca fiabilidade. Com ele, veio um jovem piloto, chamado Bobby Unser, e teve ali os seus primeiros resultados.
Contudo, é em 1967 que dá realmente nas vistas quando aparece com o “carro-turbina”. Guiado por Parnelli Jones, o automóvel foi a sensação da corrida e esteve prestes a vencer, quando a três voltas do fim, sofre uma falha de transmissão (na realidade, tinha-se partido uma peça que custava seis dólares…) e viu A.J. Foyt herdar uma vitória quase certa – e que seria histórica. No ano seguinte, volta à carga, desta vez aliado com Colin Chapman – que construiu o modelo Lotus 56 – mas a prova foi marcada de novo por azares e acidentes fatais, como a que sofreu Mike Spence, durante a qualificação. Na corrida, Joe Leonard esteve na frente por muito tempo, mas depois o carro sofreu uma falha mecânica na parte final da corrida.
Mas em 1969, pôde exorcizar o azar graças a Mário Andretti, que venceu aquele que foi a unica vez que ambas as personagens conseguiram estar no “Victory Lane” na Indianápolis Motor Speedway. Quando isso aconteceu, Granatelli foi ter com Andretti e mal ele desligou o carro, lhe deu um grande beijo na face, tornando-se numa das imagens mais icónicas da história da competição.
Granatelli continuou a explorar a sua equipa até 1973, ano em que se retirou, passando a ser patrocinador na Patrick Racing. Graças a isso, Gordon Johncock venceu duas edições das 500 Milhas, em 1973 e em 1982, nessa vez numa chegada em “photo-finish”.
Por essa altura, Granatelli patrocinava Richard Petty, na NASCAR. A associação entre ele e o lendário corredor é das maiores da história, pois durou cerca de 30 anos. Contudo, este acordo quase não aconteceu devido a uma teimosia entre os dois: Petty sempre guiou os seus carros com cor azul, que ficou conhecido como “Azul Petty”. Granatelli queria que ele mudasse para vermelho, a cor da marca, mas o piloto recusou. No final, chegou-se a um acordo, onde o carro seria pintado de azul e vermelho, e Granatelli lhe oferecia 50 mil dólares extra o acordo de 250 mil dólares, caso Petty alguma vez decidisse pintar o carro todo de vermelho. Depois dos sucessos nas pistas, ambos os lados decidiram que ele seria patrocinado pela marca enquanto se mantivesse em competição, algo que o fez até ao final da sua carreira, em 1992.
Retirado da competição, os seus feitos fizeram com que fosse incluído em 1992 na International Motor Sports Hall of Fame, em 2001 no Motorsports Hall of Fame of America, em 2011 na National Sprint Car Hall of Fame e em 2013 na National Midget Racing Hall of Fame, reconhecendo a sua inestimável contribuição no automobilismo americano na segunda metade do século XX. 

Ars longa, vita brevis.   

Cevert e Stewart em filme? Esqueçam

Na altura não vi isto porque estava de férias, mas sabia desde há algum tempo que havia planos por um filme sobre Francois Cevért e Jackie Stewart, pilotos da Tyrrell entre 1970 e 1973. Esta tarde, enquanto via um artigo na Autosport britânica sobre pilotos de ficção, uma frase despertou a minha curiosidade, e fui espreitar. Acabei por descobrir que, há seis meses atrás, os planos para um filme sobre ambos os pilotos ficaram adiados “sine die” porque Hollywood queria meter o bedelho e “falsificar a história”.

O jornal Daily Mail escreveu uma noticia a meio de junho, onde conta que os planos para um filme entre os dois pilotos foram cancelados porque um dos produtores, William Pohlard, queria meter um “affaire” entre ambos os pilotos com Helen Stewart, algo que ela mesma vetou. “Seria um grande filme, mas eles queriam dizer que eu tive um affair com François Cevért… Eu não os deixaria fazer isso, porque não era verdade. Seria provavelmente a parte mais empolgante, se fosse verdade. Mas não era. François era um grande amigo meu e de Jackie, e eles queriam criar uma situação a respeito disso, o que é de doidos”, contou.
François era descrito como um dos homens mais “sexys” de França naquele período. Divertimos imenso ao seu lado, ele adorava as crianças, amava a todos que estivessem connosco e tinha uma grande namorada. Mas Jackie e eu somos namorados de infância e estamos casados há 50 anos. Eu o conheci quando tinha 16 e casamo-nos quando tinha 21. Temos dois filhos e nove netos juntos. De qualquer forma, eles não vão fazer o filme. Esta foi a única razão por ele ter sido paralisado – o que parece um pouco estúpido para mim, visto que essa história nem era verdadeira, em primeiro lugar”, concluiu.
Já agora, o filme iria custar à volta de vinte milhões de libras – uns 30 milhões de dólares. O que vai acontecer, entretanto, não sei, mas na altura, falava-se que o projeto continuava em desenvolvimento. Em Hollywood há um nome para isso: “development hell“. Ou seja, fica adiado para as calendas gregas.

Mas creio que, a parte disto, Hollywood está a gostar de automobilismo. Tivemos “Rush”, dois documentários – “Senna” e “1” – e em breve, poderemos ver Tom Cruise e – quem sabe – Brad Pitt num Ford GT40 em Le Mans, graças a “Go Like Hell”. Vão ser tempos interessantes.

Formula 1 em Cartoons: o novo trenó do Pai Natal (Riko Cartoon)

O Frederico Ricciardi (a.k.a Riko) decidiu também fazer uns postais de Natal, mas gosto deste em particular, pois coloca o Pai Natal (Babbo Natale em italiano) a bordo de um Ferrari 312B3 de 1974, pertencente a Niki Lauda. Com o numero 25 estampado no chassis e os provavelmente 500 cavalos… perdão, renas de potência, de certeza que iria entregar as prendas o mais rapidamente possivel.
Contudo, aparenta haver uma certa pessoa que não está muito feliz com essa troca. Pelo menos é o que vejo da atitude daquele sujeito do fundo do desenho… 

Formula 1 em Cartoons – Dijon 1979 (Riko Cartoon)

Vi esse desenho há uns tempos – e até gravei-o para o meu depósito – mas depois esqueci-me. E agora, o Fredico Ricciardi (a.k.a Riko Cartoon) se lembrou de colocar no F1passion.it para recordar aos mais novos o que foi o duelo entre Gilles Villeneuve e René Arnoux, no GP de França de 1979.
E o diálogo têm o seu ar de irónico:
Gilles: “Sabes que daqui a alguns anos, nos impedirão de fazer manobras como a nossa?”
René: “Sim, mas depois eles nunca saberão o que andaram a perder…” 

Mas quem conhece a história sabe que mesmo no tempo deles, Vileneuve e Arnoux foram admoestados pela sua manobra em Dijon. Só que eles reagiram com… desprezo e risos. Podem ler essa história por aqui.

Noticias: Capacete de James Hunt vendido por quase 40 mil euros

No mesmo dia em que “Rush” conseguia duas nomeações para os Globos de Ouro, um capacete pertencente a James Hunt foi vendido em leilão por 37.500 libras, mais do que o preço estimado pela leiloeira Bonhams, em Oxford. O valor foi um pouco superior às estimativas, pois acreditava-se que poderia chegar entre os 18 e as 20 mil libras.

Para além disso, uma réplica do capacete e o fato de James Hunt usados durante o filme “Rush” foram vendidos por 1937 libras, cerca de dois mil euros.

Curiosamente, capacetes que Hunt usou na Formula Ford e na Formula 3, em 1969-70, e que tinham como preço base de cinco mil e sete mil libras, respectivamente, acabaram por não ser leiloados devido à falta de interesse dos compradores. 

Noticias: Rush leva duas nomeações para os Globos de Ouro

Já se sabia que “Rush” era um sucesso de critica e de público, mas agora é que surgem as nomeações e os prémios. E o filme de Ron Howard começa a compensar: duas nomeações para os Globos de Ouro, a antecâmara dos Oscares. E logo em categorias importantes: Melhor Filme e Melhor Ator Secundário, para o alemão (mas de origem catalã) Daniel Bruhl, pelo seu papel de Niki Lauda. E está não é a primeira nomeação: Bruhl já foi nomeado para o mesmo lugar no Screen Actors Guild Awards.
As nomeações para o Globos de Ouro são normalmente uma antecâmara para os Oscares, e apesar de haver uma divisão entre os filmes de Drama e de Comédia ou Musical, o filme que retrata a temporada de 1976 poderá ter uma boa hipótese de conseguir uma nomeação na categoria mais importante.
Aqui não se costuma dar prémios nas categorias técnicas, mas existe uma forte hipótese nesse sentido nos Prémios da Academia – vulgo Óscares – principalmente nas categorias de edição, som e efeitos especiais. Veremos.

Youtube Motorsport Soundtrack: "Rush" ao piano

Para que não haja enganos, quando falo de “Rush”, é sobre o filme do Ron Howard e não da clássica banda canadiana de rock. Dito isto, volto a falar da banda sonora de Hans Zimmer por causa deste arranjo ao piano que descobri no Youtube, onde o pianista, alcunhado de “Silfimur”, em quase um quarto de hora, coloca aqui um “medley” das musicas que compõem a banda sonora.
E o resultado é este que vocês ouvem. Eu gostei imenso, confesso.