Youtube Motorsport Classic: Formula Ford Festival, Brands Hatch, 1986

O Francisco Cunha colocou este video no fórum do Motorart, e eu resolvi meter aqui também: este é o video completo do Formula Ford Festival de 1986, provavelmente uma mais mais concorridas, renhidas e fantásticas corridas que jamais vi na minha história do automobilismo. Normalmente disputado no circuito de Brands Hatch, é disputado desde 1972 e já teve vencedores como Derek Daly, Johnny Herbert, Eddie Irvine, Jan Magnussen, Jenson Button e Mark Webber, bem como os brasileiros Chico Serra, Roberto Moreno e Niko Palhares.
O video que coloco aqui é o da corrida final da edição de 1986, dominado por um jovem austriaco de 26 anos, de seu nome Roland Ratzenberger, que teve de bater pilotos como o suiço Philippe Favre, o britânico Steve Robertson – o atual manager de Kimi Raikkonen – e o finlandês J.J. Letho, entre outros participantes, como Paul Warwick, o irmão de Derek Warwick, que iria ter um trágico fim em 1991, em Oulton Park, quando corria na Formula 3000.
Vale a pena ver a corrida. Divirtam-se, porque vão gostar do final. E recordar quer Ratzenberger, quer Favre.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Youtube Motorsport Crash: um impressionante acidente em Philipp Island

Isto aconteceu esta madrugada no circuito australiano de Philipp Island, durante a corrida da V8 Supercars. Os Holden do australiano James Courtney e do francês Alexander Premat sofreram uma forte colisão que fez extensos estragos em ambos os carros e deixou Courtney preso por instantes antes que Premat conseguisse tirá-lo de lá.
O acidente lembrou-me fortemente do que aconteceu a Nick Heidfeld e Takuma Sato em Zeltweg, em 2002. E para Premat, isto não é novo: há três anos, em Adria, destruiu um Audi de DTM numa impressionante cambalhota…

Noticias: Vai chover em Interlagos!

Pelo que ando a ler por aí, o tempo em Interlagos vai ser “épico” neste fim de semana. Sexta-feira e sábado, pelo menos, estão previstos calor e chuva ao longo do dia, embora não se saiba se irá chover à hora das sessões, quer de treinos livres, quer de qualificação.
Segundo a Meteo-France, sexta-feira e sábado serão dias chuvosos, com temperaturas a oscilar entre os 16 e os 21 graus, e muita chuva. Para domingo, também se prevê chuva, com temperaturas entre os 17 e os 23 graus.
Contudo, segundo o site brasileiro Climatempo, indica uma tendência climática um pouco diferente. Aparentemente, o sol irá aparecer no dia, mas existe oitenta por cento de hipótese de acontecer aguaceiros a partir das 14 horas locais (16 horas em Lisboa), altura em que ocorrerá a corrida. Quanto às temperaturas, serão as mesmas.
Curiosamente, esta corrida de 2013 poderá coincidir com outras duas corridas que ocorreram em anos terminados em três na pista de Interlagos: em 1993 e 2003, as provas aconteceram debaixo de chuva, e foram confusas. Na primeira, Alain Prost se despistou quando foi apanhado desprevenido após uma carga de água ter caido a meio da corrida, deixando a vitória nas mãos de Ayrton Senna
No segundo caso, a confusão foi ainda maior, com vários despistes e uma prova que não chegou ao fim com o despiste de Fernando Alonso, com o espanhol a ter de ser hospitalizado após uma forte pancada com o Jaguar de Mark Webber. No final, mais confusão quando os comissários declararam Kimi Raikkonen como vencedor, quando na realidade a prova tinha sido ganha pelo Jordan de Giancarlo Fisichella. O erro foi corrigido na corrida seguinte, em Imola. 

Noticias: Vai chover em Interlagos!

Pelo que ando a ler por aí, o tempo em Interlagos vai ser “épico” neste fim de semana. Sexta-feira e sábado, pelo menos, estão previstos calor e chuva ao longo do dia, embora não se saiba se irá chover à hora das sessões, quer de treinos livres, quer de qualificação.
Segundo a Meteo-France, sexta-feira e sábado serão dias chuvosos, com temperaturas a oscilar entre os 16 e os 21 graus, e muita chuva. Para domingo, também se prevê chuva, com temperaturas entre os 17 e os 23 graus.
Contudo, segundo o site brasileiro Climatempo, indica uma tendência climática um pouco diferente. Aparentemente, o sol irá aparecer no dia, mas existe oitenta por cento de hipótese de acontecer aguaceiros a partir das 14 horas locais (16 horas em Lisboa), altura em que ocorrerá a corrida. Quanto às temperaturas, serão as mesmas.
Curiosamente, esta corrida de 2013 poderá coincidir com outras duas corridas que ocorreram em anos terminados em três na pista de Interlagos: em 1993 e 2003, as provas aconteceram debaixo de chuva, e foram confusas. Na primeira, Alain Prost se despistou quando foi apanhado desprevenido após uma carga de água ter caido a meio da corrida, deixando a vitória nas mãos de Ayrton Senna
No segundo caso, a confusão foi ainda maior, com vários despistes e uma prova que não chegou ao fim com o despiste de Fernando Alonso, com o espanhol a ter de ser hospitalizado após uma forte pancada com o Jaguar de Mark Webber. No final, mais confusão quando os comissários declararam Kimi Raikkonen como vencedor, quando na realidade a prova tinha sido ganha pelo Jordan de Giancarlo Fisichella. O erro foi corrigido na corrida seguinte, em Imola. 

Formula 1 2013 – Ronda 18, Estados Unidos (Corrida)

A Formula 1 aproxima-se vertiginosamente do seu final, e com todos os campeonatos decididos a favor da Red Bull, as coisas estavam mais apontadas nos bastidores, onde vários pilotos estavam desesperados por encontrar lugar em 2014 no pelotão, onde o dinheiro teria ainda mais importância, devido aos novos regulamentos e o preço a pagar pelos novos motores, entre outras coisas.

Ao contrário de ontem, o tempo hoje em Austin estava bem melhor, mas a temperatura estava bem mais alta, o que aliado à devida degradação dos pneus, poderia fazer com que os pilotos só parassem por mais do que uma vez, e provavelmente poderia haver pilotos que ficariam por pouco tempo na pista. Era essa a preocupação de todos os pilotos quando entraram nos seus carros, com a esmagadora maioria a correrem com pneus médios.

A partida começou com normalidade na frente, com Sebastian Vettel na liderança e Romain Grosjean no segundo lugar, mas Webber perdeu alguns lugares, superado por Grosjean e o Mercedes de Lewis Hamilton. Contudo, a primeira volta acabou com um acidente envolvendo o Williams de Pastor Maldonado e o Force India de Adrian Sutil. O alemão acabou no guard-rail, provocando a entrada do Safety Car. Outro piloto que teve problemas foi Esteban Gutierrez, que tocou no Ferrari de Felipe Massa e teve de ir às boxes.

A corrida recomeçou na volta 5, sem alterações na frente, com Vettel a distanciar-se de Grosjean, Hamilton e Webber. Atrás, Perez tenta passar Hulkenberg do quinto posto, mas não conseguia apanhá-lo. Com o passar das voltas, e o DRS ligado, o australiano tentava aproximar do piloto da Mercedes, enquanto que o alemão se distanciava do francês da Renault.
Atrás, Pastor Maldonado dava de novo nas vistas quando nas boxes amostraram a bandeira… negra e laranja. A razão? o nariz do venezuelano – uma espécie de Vittorio Brambilla dos tempos modernos – estava parcialmente quebrado devido ao acidente do Sutil, e constituia um perigo para os outros pilotos. Com esse aviso das boxes, ele teve de parar para colocar um novo bico.
Com o passar das voltas, a grande luta era pelo terceiro lugar, mas o australiano não conseguia passar o inglês da Mercedes até à volta 13, quando no final da reta maior, Webber conseguiu travar melhor do que Hamilton e ficou com o terceiro posto. Mas apesar das lutas, na frente estava tudo na mesma: Vettel era o lider, e cada vez mais distante de Grosjean.

Após as paragens, o alemão continuava na frente, mas as lutas existiam a partir do quinto lugar de Hulkenberg. Alonso lutava com Gutierrez, até conseguir passar, enquanto que Perez se livrava depois do seu compatriota, observado por Valtteri Bottas e Paul di Resta, com Heikki Kovalainen com problemas no seu nariz – depois foi o KERS que não funcionou – que o obrigavam a parar para o trocar. E na volta 35, Valtteri Bottas passou também o mexicano da Sauber.

A partir da segunda metade da corrida, Webber tentou aproximar-se de Grosjean, mas descobriu que no processo, estava a desgastar enormemente os seus travões e pneus. Assim sendo, deixou escapar o francês da Lotus. Mas depois, houve mais emoção: em duas voltas (44-45), o Toro Rosso de Daniel Ricciardo conseguiu passar o Force India de Paul di Resta, para depois o Ferrari de Fernando Alonso passar o Sauber de Nico Hulkenberg para o quinto posto.
As voltas finais voltaram a dar interesse, com a luta pelo segundo posto. Webber tentou aproximar-se de Grosjean, tentando atacar a partir da volta 48, mas nas voltas seguintes, o australiano não conseguiu apanhar o francês da Lotus para tentar uma dobradinha da Red Bull. Atrás, havia um duelo pelo quinto lugar entre o Sabuer de Hulkenberg e o Ferrari de Alonso, mas apesar de uma manobra no inicio da última volta, o espanhol levou a melhor sobre alemão da Sauber.
E na frente, sem ser incomodado, Sebastian Vettel vencia pela oitava vez consecutiva. Com um final de época dominante, o alemão da Red Bull fazia com que tudo isto se tornasse na “normalidade” da Formula 1. Em suma… um dia normal no escritório para os energéticos de Milton Keynes, e para o alemão, era a 38ª vitória da sua carreira. Depois do pódio Vettel-Grosjean-Webber, tinhamos o Mercedes de Hamilton, o Ferrari de Alonso, o Sauber de Hulkenberg, o McLaren de Perez e pela primeira vez na sua carreira, Valtteri Bottas acaba nos pontos, no oitavo posto. E a fechar, o segundo Mercedes de Nico Rosberg e o segundo McLaren de Jenson Button.

Com uma corrida pela frente até fechar o campeonato, parece que muitos suspiram pelo final desta temporada, para ver se com os novos regulamentos de 2014, possam ver outros protagonistas. A bem da Formula 1. Mas até lá… semana que vêm, em Interlagos!

Youtube Touring Crash: O acidente da segunda corrida em Macau

O circuito da Guia têm fama de ser uma das pistas mais velozes, desafiadoras e… propensas ao desastre existente em todo o mundo. Mas em Macau, o Grande Prémio é uma das mais importantes realizações automobilísticas da Ásia e talvez do mundo, e toda a gente deseja competir ali, incluindo o WTCC, que desde há muitos anos que faz desta pista a sua ronda de encerramento.
E ma segunda corrida da competição, as coisas começaram bem mal quando nos metros iniciais da corrida, o húngaro Norbert Mischelisz perdeu o controle do seu Honda Civic e deu um toque no muro, iniciando o caos no pelotão do meio e obrigando a corrida a ser interrompida.
Quando a corrida foi retomada – sem seis carros que não foram recuperados a tempo – houve mais batidas, uma delas com o britânico Tom Chilton, que viu as suas chances para o vice-campeonato perdidas a favor do veterano italiano Gabriele Tarquini. E na sexta volta, nova carambola fez com que a organização declarasse a corrida prematuramente terminada. 
Eis o video da confusão.

Noticias: Alex Lynn vence em Macau, Félix da Costa em segundo

As duas corridas da Formula 3 em Macau, neste fim de semana, deram no final a superioridade ao britânico Alex Lynn, que a bordo do seu Dallara-Mercedes, conseguiu levar a melhor sobre o Dallara-Volkswagen de António Félix da Costa, o vencedor na edição do ano passado, que por sua vez conseguiu superar o brasileiro Pipo Derani, que beneficiou do acidente do italiano Rafaele Marciello, campeão europeu de Formula 3, que desistiu na 11ª volta, após um choque com os rails de proteção.

A corrida desta manhã começou com Lynn – com o seu carro pintado com as cores em que Ayrton Senna venceu há 30 anos – a largar melhor do que a concorrência, com Félix da Costa, que largava de quarto, a subir um lugar antes da curva do Hotel Lisboa, e passando logo ao ataque a Derani. Mas a corrida é logo interrompida quando um acidente na curva do Hotel Lisboa colocou fora de prova o sueco John Bryant-Meisner, o austriaco Lucas Auer e o indonésio Sean Gelael. A corrida retomou na quarta volta, a mesma altura em que o português atacou e conseguiu superar o brasileiro na travagem para a curva do Hotel Lisboa.

Contudo, quando o piloto da Red Bull superou Derani, já Alex Lynn tinha aberto uma distância considerável, na ordem dos 1,5 segundos. Diferença que era estabilizada, apesar das tentativas de aproximação. Atrás, Marciello passou Derani e partiu ao ataque do segundo posto, mas o campeão europeu de Formula 3 e protegido da Ferrari, não chegou ao fim devido a despiste, na 11ª volta, fazendo com que Derani voltasse ao terceiro posto.

Atrás, Alexander Sims ficava com o quarto posto, na frente de Jordan King, o malaio Jazeman Jafaar e do espanhol Carlos Sainz Jr.

Noticias: Alex Lynn vence em Macau, Félix da Costa em segundo

As duas corridas da Formula 3 em Macau, neste fim de semana, deram no final a superioridade ao britânico Alex Lynn, que a bordo do seu Dallara-Mercedes, conseguiu levar a melhor sobre o Dallara-Volkswagen de António Félix da Costa, o vencedor na edição do ano passado, que por sua vez conseguiu superar o brasileiro Pipo Derani, que beneficiou do acidente do italiano Rafaele Marciello, campeão europeu de Formula 3, que desistiu na 11ª volta, após um choque com os rails de proteção.

A corrida desta manhã começou com Lynn – com o seu carro pintado com as cores em que Ayrton Senna venceu há 30 anos – a largar melhor do que a concorrência, com Félix da Costa, que largava de quarto, a subir um lugar antes da curva do Hotel Lisboa, e passando logo ao ataque a Derani. Mas a corrida é logo interrompida quando um acidente na curva do Hotel Lisboa colocou fora de prova o sueco John Bryant-Meisner, o austriaco Lucas Auer e o indonésio Sean Gelael. A corrida retomou na quarta volta, a mesma altura em que o português atacou e conseguiu superar o brasileiro na travagem para a curva do Hotel Lisboa.

Contudo, quando o piloto da Red Bull superou Derani, já Alex Lynn tinha aberto uma distância considerável, na ordem dos 1,5 segundos. Diferença que era estabilizada, apesar das tentativas de aproximação. Atrás, Marciello passou Derani e partiu ao ataque do segundo posto, mas o campeão europeu de Formula 3 e protegido da Ferrari, não chegou ao fim devido a despiste, na 11ª volta, fazendo com que Derani voltasse ao terceiro posto.

Atrás, Alexander Sims ficava com o quarto posto, na frente de Jordan King, o malaio Jazeman Jafaar e do espanhol Carlos Sainz Jr.