Formula 1 em Cartoons – Temporada de 2013 (Grand Prix Toons)

E pronto, acabou a temporada de 2013 da Formula 1. Assim sendo, o Hector Garcia, do Grand Prix Toons, lembrou-se de um clássico dos desenhos animados e fez um “finale” digno desse cartoon. E quem fiz a frase mágica é Mark Webber!

Em 2014, haverá mais. Isto, se a pré-época não for muito agitada…

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Foirmula 1 2013 – Ronda 18, Estados Unidos (Qualificação)

A ronda americana da Formula 1 parece que veio para ficar. Apesar de todos os preconceitos anteriores – circuito no meio do Texas, desenhado por Hermann Tilke – após dois anos, já conquistou toda a gente. Austin não é Texas – aliás, um dos ditados mais famosos localmente é “Keep Weird, Austin!” – e desta vez, Hermann Tilke acertou a mão, fazendo um circuito desafiador para os pilotos e atraente para os espectadores.
O Circuito das Américas tornou-se num destino popular, e a prova disso são as bancadas cheias de espectadores para este fim de semana. Não estarão só cheias de americanos, como também de estrangeiros, especialmente mexicanos, que terão este ano dois representantes na categoria máxima do automobilismo para os aplaudir e apoiar, mesmo que nesta altura, saibamos que Perez esteja de saída da McLaren e Esteban Gutierrez esteja em dúvida na Sauber.
Sem possibilidades de chuva -mas com tempo encoberto – a qualificação começa normalmente, com os pilotos a queixarem-se de falta de tração na pista. Estes só conseguiam marcar tempos mais tarde do que o habitual, e os últimos a sair para a pista foram os Red Bull. Webber foi o primeiro e… ficou com o melhor tempo até então: 1.38,493. A seguir, veio Lewis Hamilton respondeu, marcando 1.37,959 e à medida que o tempo acabava, o tempo melhorava com um surpreendente Valtteri Bottas, com 1.37,821. Em contraste, o seu companheiro de equipa Pastor Maldonado não conseguia passar da Q1.
Ao mesmo tempo que o jovem finlandês marcava um tempo, Adrian Sutil saia de pista no final da curva 1 e teve depois problemas de transmissão no seu Force India. Com isso, o alemão de origem uruguaia fazia companhia a Maldonado e aos Caterham e Marussia como os primeiros eliminados nesta qualificação americana.
Passado para o Q2, os pilotos começaram a marcar temos, com Hamilton a ser o melhor, com 1.38,104 segundos. Mas a meio da qualificação, a temperatura da pista baixou e o asfalto estava a melhorar, fazendo com que os tempos baixassem. Romain Grosjean tirou meio segundo, com 1.37,523, antes de Mark Webber tirar mais um pouco, com 1.37,312. A dois minutos do fim, Sebastian Vettel faz 1.37,065 segundos e fica no topo da tabela.
Com o final do segundo sector, houve algumas surpresas. Bottas e Heiki Kovalainen conseguiram passar para a Q3, em contraste com Felipe Massa, que não conseguiu mais do que o 16º tempo, pior do que Nico Rosberg, que foi o 14º e Jenson Button, apenas com o 12º melhor tempo. Como ele vai perder mais três lugares devido ao incidente de ontem, onde passou um carro sob bandeiras vermelhas, as coisas para ele também não andam boas.
E assim passamos para a Q3, onde os dez melhores estavam lá. Mark Webber foi o primeiro a marcar tempo, com 1.36,699 segundos. Vettel não conseguiu marcar melhor tempo, e parecia que iria ser o australiano a fazer a pole, melhorando para 1.36,441. Mas no último momento, Vettel faz a pole, com 1.36,338, fazendo a 44ª pole-position na sua carreira. E a Red Bull esteve numa liga à parte, pois o terceiro classificado, o francês Romain Grosjean, fez apenas 1.37,155 segundos. E o Lotus ficou na frente do Sauber de Nico Hulkenberg – 1.37,226, fabuloso! – e o Mercedes de Lewis Hamilton.
Quanto ao resto da grelha, Fernando Alonso foi apenas o sexto no seu Ferrari, enquanto que Sergio Perez conseguiu um ótimo sétimo posto, na frente do regressado Heiki Kovalainen, o Williams de Valtteri Bottas e o outro Sauber de Esteban Gutierrez.
Com isto, a grelha estava definida para a corrida de amanhã. Parece que poderemos ver mais um passeio dos energéticos, como é apanágio desta temporada, mas toda a gente deseja que em Austin, possamos esperar algo mais interessante do que isso.   

Foirmula 1 2013 – Ronda 18, Estados Unidos (Qualificação)

A ronda americana da Formula 1 parece que veio para ficar. Apesar de todos os preconceitos anteriores – circuito no meio do Texas, desenhado por Hermann Tilke – após dois anos, já conquistou toda a gente. Austin não é Texas – aliás, um dos ditados mais famosos localmente é “Keep Weird, Austin!” – e desta vez, Hermann Tilke acertou a mão, fazendo um circuito desafiador para os pilotos e atraente para os espectadores.
O Circuito das Américas tornou-se num destino popular, e a prova disso são as bancadas cheias de espectadores para este fim de semana. Não estarão só cheias de americanos, como também de estrangeiros, especialmente mexicanos, que terão este ano dois representantes na categoria máxima do automobilismo para os aplaudir e apoiar, mesmo que nesta altura, saibamos que Perez esteja de saída da McLaren e Esteban Gutierrez esteja em dúvida na Sauber.
Sem possibilidades de chuva -mas com tempo encoberto – a qualificação começa normalmente, com os pilotos a queixarem-se de falta de tração na pista. Estes só conseguiam marcar tempos mais tarde do que o habitual, e os últimos a sair para a pista foram os Red Bull. Webber foi o primeiro e… ficou com o melhor tempo até então: 1.38,493. A seguir, veio Lewis Hamilton respondeu, marcando 1.37,959 e à medida que o tempo acabava, o tempo melhorava com um surpreendente Valtteri Bottas, com 1.37,821. Em contraste, o seu companheiro de equipa Pastor Maldonado não conseguia passar da Q1.
Ao mesmo tempo que o jovem finlandês marcava um tempo, Adrian Sutil saia de pista no final da curva 1 e teve depois problemas de transmissão no seu Force India. Com isso, o alemão de origem uruguaia fazia companhia a Maldonado e aos Caterham e Marussia como os primeiros eliminados nesta qualificação americana.
Passado para o Q2, os pilotos começaram a marcar temos, com Hamilton a ser o melhor, com 1.38,104 segundos. Mas a meio da qualificação, a temperatura da pista baixou e o asfalto estava a melhorar, fazendo com que os tempos baixassem. Romain Grosjean tirou meio segundo, com 1.37,523, antes de Mark Webber tirar mais um pouco, com 1.37,312. A dois minutos do fim, Sebastian Vettel faz 1.37,065 segundos e fica no topo da tabela.
Com o final do segundo sector, houve algumas surpresas. Bottas e Heiki Kovalainen conseguiram passar para a Q3, em contraste com Felipe Massa, que não conseguiu mais do que o 16º tempo, pior do que Nico Rosberg, que foi o 14º e Jenson Button, apenas com o 12º melhor tempo. Como ele vai perder mais três lugares devido ao incidente de ontem, onde passou um carro sob bandeiras vermelhas, as coisas para ele também não andam boas.
E assim passamos para a Q3, onde os dez melhores estavam lá. Mark Webber foi o primeiro a marcar tempo, com 1.36,699 segundos. Vettel não conseguiu marcar melhor tempo, e parecia que iria ser o australiano a fazer a pole, melhorando para 1.36,441. Mas no último momento, Vettel faz a pole, com 1.36,338, fazendo a 44ª pole-position na sua carreira. E a Red Bull esteve numa liga à parte, pois o terceiro classificado, o francês Romain Grosjean, fez apenas 1.37,155 segundos. E o Lotus ficou na frente do Sauber de Nico Hulkenberg – 1.37,226, fabuloso! – e o Mercedes de Lewis Hamilton.
Quanto ao resto da grelha, Fernando Alonso foi apenas o sexto no seu Ferrari, enquanto que Sergio Perez conseguiu um ótimo sétimo posto, na frente do regressado Heiki Kovalainen, o Williams de Valtteri Bottas e o outro Sauber de Esteban Gutierrez.
Com isto, a grelha estava definida para a corrida de amanhã. Parece que poderemos ver mais um passeio dos energéticos, como é apanágio desta temporada, mas toda a gente deseja que em Austin, possamos esperar algo mais interessante do que isso.   

Formula 1 2013 – Ronda 17, Abu Dhabi (Qualificação)

Uma semana depois de Sebastian Vettel e a Red Bull ficar com ambos os tetracampeonatos nos seus bolsos, máquinas e pilotos rumavam para Abu Dhabi para cumprir calendário. Faltam agora três corridas para o final da temporada, e tal como em 2011, o ambiente já deveria estar bem mais descontraído, agora que tudo estava resolvido, e começando a pensar no que vinha para 2014. Descontraído para uns… e não tão descontraído para outros, especialmente na Lotus, onde Kimi Raikkonen lentamente colocava a boca no trombone, reclamando de salários por pagar e ameaçando com um abandono precoce da equipa onde está a correr, caso não regularizassem os salários o mais depressa possível. Desde o incidente da semana passada que muitos achavam que a relação estava estragada, mas os eventos de quinta-feira, mais as confissões do dia seguinte faziam pensar que a relação já estava desfeita e que esta poderia ser a última corrida do finlandês.
Era com este ambiente que máquinas e pilotos partiam para a qualificação de Abu Dhabi. Querendo ser uma corrida única, desde 2010 que os árabes decidiram que esta seria uma corrida ao “lusco-fusco”, seguindo o horário europeu, com o sucesso que é medido pelo dinheiro investido pelo governo local, tentando rivalizar com a sua irmã Dubai. Mas na pista propriamente dita, a Q1 não teve grandes problemas, com todos os pilotos da frente a fazerem os seus tempos, enquanto que na cauda do pelotão, com Jules Bianchi a cumprir uma penalização de cinco lugares, os do costume ficavam nos seus lugares, desta vez com a Caterham a levar a melhor sobre a Marussia, enquanto que o Force India de Adrian Sutil e o Sauber de Esteban Gutierrez a serem os azarados da vez.    
A Q2 teve mais interesse na sua parte final. Enquanto que Nico Rosberg e Sebastian Vettel se davam ao luxo de dispensarem uma volta final para confirmar a sua passagem para a Q3, o resto tentava a sua sorte. E no final havia duas enormes surpresas: Button era apenas 13º e estava de fora, mas dois lugares mais acima estava… Fernando Alonso! Já está a ser normal ver o piloto espanhol atrás do brasileiro na qualificação, mas pela primeira vez nesta temporada, o piloto da Ferrari estava de fora da Q3. É verdade que a sua volta não foi famosa, mas quando se vê que o brasileiro conseguiu apenas o décimo melhor tempo a bordo do outro carro da Scuderia, pode-se ver que as coisas em Maranello andam muito mal. Presumo que eles já pensam em 2014…
Passado para a Q3, as coisas começaram com os Mercedes a tentarem dar um ar da sua graça, antes de Sebastian Vettel marcar o seu tempo e ficar à frente deles. Parecia que o filme das outras qualificações iria repetir-se, mas nos minutos finais, Mark Webber decidiu puxar dos galões e fazer um tempo-canhão, que o colocasse na “pole-position”. E assim foi, com um tempo abaixo do um minuto e 40 segundos, fazendo a sua segunda pole-position na temporada e batendo Vettel pela primeira vez desde o GP do Japão, e igualando o seu compatriota Jack Brabham no número de “poles”, deixando Vettel no segundo posto.
O engraçado é que Webber faz a sua volta canhão no preciso momento em que Lewis Hamilton perde o controlo numa das curvas do circuito de Abu Dhabi, mas não é o suficiente para incomodar os pilotos que iam nas suas voltas mais rápidas. E assim, a Red Bull ficou com o monopólio da primeira fila – nada de anormal – mas agora, com as ordens trocadas. Logo a seguir estavam os Mercedes – pois mesmo com a saida de Hamilton, este manteve o quarto posto – e Kimi Raikkonen era o quinto na grelha, na frente do Sauber de Nico Hulkenberg. Romain Grosjean era o sétimo, na frente de Felipe Massa. O “top ten” era encerrado com o McLaren de Sergio Perez e o Toro Rosso de Daniel Ricciardo.
Claro que domingo de corrida é diferente, pois vai depender de quem arrancar melhor, mas parece que mesmo com o tetra nos bolsos, nem Vettel, nem a Red Bull não querem deixar de ser competitivos em Abu Dhabi. 

Formula 1 2013 – Ronda 17, Abu Dhabi (Qualificação)

Uma semana depois de Sebastian Vettel e a Red Bull ficar com ambos os tetracampeonatos nos seus bolsos, máquinas e pilotos rumavam para Abu Dhabi para cumprir calendário. Faltam agora três corridas para o final da temporada, e tal como em 2011, o ambiente já deveria estar bem mais descontraído, agora que tudo estava resolvido, e começando a pensar no que vinha para 2014. Descontraído para uns… e não tão descontraído para outros, especialmente na Lotus, onde Kimi Raikkonen lentamente colocava a boca no trombone, reclamando de salários por pagar e ameaçando com um abandono precoce da equipa onde está a correr, caso não regularizassem os salários o mais depressa possível. Desde o incidente da semana passada que muitos achavam que a relação estava estragada, mas os eventos de quinta-feira, mais as confissões do dia seguinte faziam pensar que a relação já estava desfeita e que esta poderia ser a última corrida do finlandês.
Era com este ambiente que máquinas e pilotos partiam para a qualificação de Abu Dhabi. Querendo ser uma corrida única, desde 2010 que os árabes decidiram que esta seria uma corrida ao “lusco-fusco”, seguindo o horário europeu, com o sucesso que é medido pelo dinheiro investido pelo governo local, tentando rivalizar com a sua irmã Dubai. Mas na pista propriamente dita, a Q1 não teve grandes problemas, com todos os pilotos da frente a fazerem os seus tempos, enquanto que na cauda do pelotão, com Jules Bianchi a cumprir uma penalização de cinco lugares, os do costume ficavam nos seus lugares, desta vez com a Caterham a levar a melhor sobre a Marussia, enquanto que o Force India de Adrian Sutil e o Sauber de Esteban Gutierrez a serem os azarados da vez.    
A Q2 teve mais interesse na sua parte final. Enquanto que Nico Rosberg e Sebastian Vettel se davam ao luxo de dispensarem uma volta final para confirmar a sua passagem para a Q3, o resto tentava a sua sorte. E no final havia duas enormes surpresas: Button era apenas 13º e estava de fora, mas dois lugares mais acima estava… Fernando Alonso! Já está a ser normal ver o piloto espanhol atrás do brasileiro na qualificação, mas pela primeira vez nesta temporada, o piloto da Ferrari estava de fora da Q3. É verdade que a sua volta não foi famosa, mas quando se vê que o brasileiro conseguiu apenas o décimo melhor tempo a bordo do outro carro da Scuderia, pode-se ver que as coisas em Maranello andam muito mal. Presumo que eles já pensam em 2014…
Passado para a Q3, as coisas começaram com os Mercedes a tentarem dar um ar da sua graça, antes de Sebastian Vettel marcar o seu tempo e ficar à frente deles. Parecia que o filme das outras qualificações iria repetir-se, mas nos minutos finais, Mark Webber decidiu puxar dos galões e fazer um tempo-canhão, que o colocasse na “pole-position”. E assim foi, com um tempo abaixo do um minuto e 40 segundos, fazendo a sua segunda pole-position na temporada e batendo Vettel pela primeira vez desde o GP do Japão, e igualando o seu compatriota Jack Brabham no número de “poles”, deixando Vettel no segundo posto.
O engraçado é que Webber faz a sua volta canhão no preciso momento em que Lewis Hamilton perde o controlo numa das curvas do circuito de Abu Dhabi, mas não é o suficiente para incomodar os pilotos que iam nas suas voltas mais rápidas. E assim, a Red Bull ficou com o monopólio da primeira fila – nada de anormal – mas agora, com as ordens trocadas. Logo a seguir estavam os Mercedes – pois mesmo com a saida de Hamilton, este manteve o quarto posto – e Kimi Raikkonen era o quinto na grelha, na frente do Sauber de Nico Hulkenberg. Romain Grosjean era o sétimo, na frente de Felipe Massa. O “top ten” era encerrado com o McLaren de Sergio Perez e o Toro Rosso de Daniel Ricciardo.
Claro que domingo de corrida é diferente, pois vai depender de quem arrancar melhor, mas parece que mesmo com o tetra nos bolsos, nem Vettel, nem a Red Bull não querem deixar de ser competitivos em Abu Dhabi. 

Formula 1 2013 – Ronda 16, India (Qualificação)

Desde que se começaram a fazer cálculos sobre a maior possibilidade do piloto alemão obter o seu quarto título mundial consecutivo, tudo indicava que Sebastian Vettel o iria comemorar na Índia, dada a vantagem que começava a ganhar desde que começou a vencer corridas consecutivamente, ou seja, a partir do GP da Bélgica. Agora, cinco corridas depois, o circuito de Buddh, um dos “tilkódromos” que surgiram nos últimos anos, recebia – talvez pela última vez – um Grande Prémio da India e poderia coroar, na sua curta história, um campeão do mundo.
A qualificação não foi tão diferente das outras vezes. Sebastian Vettel acabou por ser o melhor, com os dois Mercedes a fazer “escolta” ao piloto alemão, mas para até lá chegar, houve obstáculos e histórias para contar. Como por exemplo, horas antes, quando o terceiro treino livre foi retardado por algum tempo devido ao nevoeiro indiano, que impedia a descolagem e aterragem dos helicópteros de emergência.
Mas a qualificação começou com as primeiras eliminações a ser os do costume, com a grande surpresa a ser a de Romain Grosjean, que ficou para trás – devido a uma má escolha de pneus… – acompanhado pelo Williams-Renault de Pastor Maldonado. As diferenças já começam a não ser muitas, o que poderá indicar que mais para o final do ano – quem sabe – poderemos ver algum Caterham ou Marussia a chegar ao Q2…
Por lá ficaram… os do meio. Não houve pilotos da ponta que tivessem tido uma má segunda parte ou algum grave despiste que interrompesse a sessão, logo, os que ficaram por lá foram os dois pilotos da Toro Rosso, os dois pilotos da Force India, o Williams de Valtteri Bottas ou o Sauber de Esteban Gutierrez, que cada vez mais deixa que Nico Hulkenberg faça os seus brtilharetes, agora que o carro começa a ser mais eficaz com os pneus.
Aliás, foi a escolha dos pneus que ditou a qualificação final, a que define o “top ten”. Um exemplo são os Mercedes, que correrão com pneus duros, ou o Ferrari de Fernando Alonso, que sairá do oitavo posto, depois de ter sido batido – de novo! – por Felipe Massa na qualificação. O brasileiro foi quinto, atrás do segundo Red Bull de Mark Webber, e ambos usaram os pneus médios.
Mas Sebastian Vettel usou os pneus “moles” e acabou com um tempo de 1.24,119 segundos, mais de sete décimos de distância de Nico Rosberg e Lewis Hamilton, ambos em Mercedes. Aliás, para além deles, apenas Mark Webber conseguiu um tempo inferior a um segundo nesta qualificação, o que demonstra o dominio do piloto alemão em paragens indianas.
Agora que a qualificação acabou, toda a gente deverá saber que somente faltam 24 horas para que Sebastian Vettel se coroe como campeão do mundo pela quarta vez consecutiva. Da maneira como andam as coisas, poderemos não esperar pelo inesperado, mas sim pelo inevitável.