Youtube Motorsport Tribute: a cultura japonesa de Le Mans

O Japão adora Le Mans, isso é um facto. Todos sabe que a Toyota têm a clássica da Endurance “pendurado” na sua garganta, porque tenta ganhar há muitos anos e nunca conseguiu, tal como aconteceu com a Formula 1 na década passada. Mas a Mazda (que ganhou em 1991) e a Nissan têm planos de regressar a Le Mans num futuro próximo, com carros híbridos ou elétricos.
Mas essa paixão vai para além das marcas. Isso está imprimido na cultura “petrolhead” japonesa. Tanto que algumas pessoas têm a possibilidade de andarem com modelos – ou réplicas – de carros que estiveram em eras passadas… na estrada! Há uns tempos falei de um 962, e agora pode-se ver aqui um Jaguar XJ220 que esteve em La Sarthe em 1993 e 1995, bem como se pode ver a demonstração do Mazda 787B que Johnny Herbert, Wolker Weidler e Bertrand Gachot levaram à vitória em Le Mans.
Confesso que me varreu a pessoa de onde vi este video pela primeira vez, desculpem… mas vejam, vale a pena.

Noticias: Cruise e Pitt juntos em "Go Like Hell"?

Já se falava disso mesmo na primeira incarnação, quando Michael Mann tinha sido escolhido para realizar o filme, mas agora parece que Brad Pitt poderá contracenar ao lado de Tom Cruise na adaptação para o cinema de “Go Like Hell, o livro de A.J. Baime que fala da rivalidade entre Ford e Ferrari nos anos 60 pela vitória nas 24 Horas de Le Mans. Pelo menos é o que os sites de cinema andam a falar nos últimos três dias, que houve um convite nesse sentido por parte da produção
O filme será realizado por Joseph Kosinski – o mesmo de “Tron : Legacy” e “Oblivion” – e apesar de não se saber quando é que as filmagens começarão, já se sabe que um argumento foi escrito e mais atores estão a ser recrutados. 
Desconhece-se ainda que papeis ambos os atores poderão ter, mas conhece-se o interesse que Cruise têm pelo papel de Carrol Shelby, enquanto que entre as várias hipóteses que Pitt teria para escolher – caso aceite o convite – o favorito seria a de Ken Miles, o piloto que mais testou o GT40 até à sua quase vitória em Le Mans, em 1966, apenas dois meses antes da sua morte, durante uma sessão de testes na California.
Caso ambos os atores sejam confirmados no filme, será a primeira vez que contracenam juntos em vinte anos, depois de “Entrevista com o Vampiro“.

Endurance: Montezemolo diz que programa de LMP1 é possivel

Desde há pouco mais de um mês que se fala da possibilidade do regresso da Ferrari à Endurance, 40 anos após a sua saída, contudo, hoje, numa conversa com vários jornalistas em Maranello, Luca di Montezemolo, o presidente da Ferrari, afirma que, sobre o assunto do regresso da Scuderia a Le Mans e à Endurance, que isso poderá ser “uma questão de tempo“.
Admito que estamos a trabalhar numa espécie de inovação tecnologia do qual, em teoria, poderemos usar numa categoria como Le Mans” começou por afirmar, em declarações captadas pela Autosport britânica. “Desde há algumas semanas a esta parte que começo a pensar na possibilidade de, caso as regras sigam na direção certa, provavelmente mais cedo ou mais tarde poderemos estar em Le Mans com o objetivo de vencer“, continuou.
Para o patrão da Ferrari, o teto orçamental na Formula 1, previsto para entrar em vigor em 2015 poderá ser um bom pretexto para a Scuderia voltar à Endurance: “Como não posso dizer a cem pessoas para irem embora e procurarem emprego noutro lado, creio que a Endurance seria um boa alternativa, e poderia empregá-los nessa direção“, concluiu.
Contudo, Montezemolo diz que tal programa de Endurance não seria possível antes de 2016.

Endurance: Allan McNish decide abandonar a competição

A um dia da Audi apresentar oficialmente a sua equipa para o campeonato de 2014, o mundi da Endurance é surpreendido com o anuncio da retirada do escocês Allan McNish. Perto de completar 44 anos – irá fazer a 29 de dezembro – o veterano piloto da marca alemã, campeão do World Endurance Championship em 2013, ao lado de Tom Kristensen e Loïc Duval, decidiu que era altura de pendurar o capacete a tempo inteiro, para se dedicar à familia, aos negócios e ao comentário televisivo.
Vai haver uma altura em que precisa ir embora, e agora este era o momento ideal para isso”, disse o piloto escocês à revista inglesa ‘Autosport’.“Eu venci praticamente tudo o que eu queria e completei o circulo com o título mundial. É bom fazer isso agora, com a mudança no novo carro e as novas regras, e isso iria necessitar de um grande compromisso”.
McNish continuou afirmando que planeia trabalhar com jovens – atualmente ele é o empresario do piloto Harry Tincknell, que está na Formula 3 – e ser comentador televisivo. “Apareceram outras oportunidades e eu definitivamente quero fazer outras coisas da vida, como tomar conta de carreiras e trabalhar na TV, e também há outras razões pessoais”, concluiu.
No site oficial da Audi, McNish ainda acrescentou que “encontrei o momento ideal para finalizar a minha carreira nos protótipos. Posso olhar para uma carreira fantástica que não me deixou com objetivos por cumprir. Agora é tempo para a família”.
Nascido a 29 de dezembro de 1969 em Dumfries, na Escócia, começou a correr no karting, em meados dos anos 80, ao lado de David Coulthard e Marino Franchitti. Em 1988, vence a Formula Vauxhall Lotus e no ano seguinte é vice-campeão da Formula 3, sendo apenas batido por David Brabham. Em 1990, vai para a Formula 3000, ao serviço da DAMS, onde conquistou duas vitórias, sendo o quarto classificado, com 26 pontos. Mas a partir dali, a carreira entra em estagnação, e até 1992 – com passagens em 1994 e 1995 – não conseguindo mais vitórias, sendo que o seu melhor ano depois disso doi o de 1995, ao serviço da Paul Stewart Racing, com dois pódios e uma pole-position, conseguindo onze pontos.
Apesar de ter sido piloto de testes da McLaren e da Benetton, McNish apenas chegou à Formula 1 em 2002, quando foi contratado pela Toyota. Não conseguiu melhor do que um sétimo lugar na Malásia, e nesse ano apenas os seis primeiros é que pontuavam, logo, não conseguiu qualquer ponto.
Em 1997, entra na Endurance, primeiro correndo em Porsches, vencendo as suas primeiras 24 horas de Le Mans en 1998, para em 1999 correr na equipa oficial da Toyota. A partir de 2000, está ao serviço da Audi, onde faz tripla com Tom Kristensen e o italiano Rinaldo Capello, acabando por vencer a competição em 2008 e em 2013, desta vez com Duval no lugar de Capello. Para além disso, foi tricampeão da American Le Mans Series (ALMS) em 2000, 2006 e 2007, e teve uma passagem pelo DTM, em 2004.

Noticias: Porsche apresenta o 919 Hybrid

A Porsche apresentou esta noite o seu modelo 919 Hybrid, que irá atacar as 24 Horas de Le Mans e o Mundial de Endurance em 2014. Para além disso, apresentou mais dois pilotos aos quatro já conhecidos no alinhamento da marca para o campeonato: tratou-se do neozelandês Brendon Hartley e do alemão Marc Lieb.
Para Hartley, atualmente com 24 anos, ele já tinha sido piloto do programa da Red Bull e teve atuações na World Series by Renault, entre 2009 e 2011, e algumas passagens pela GP2, uma delas em 2012 pela Ocean Racing Technology. Em 2013, estava a correr na Rolex Sports Car Series americana, onde venceu uma corrida em Elkhart Lake.

Estou muito orgulhoso que a Porsche me tenha escolhido. Fiquei profundamente impressionado com a minha primeira aparição em Le Mans, mas competir ali em LMP1 numa marca emblemática como a Porsche é outra dimensão”, disse o neozelandês.

Quanto a Lieb, atualmente com 33 anos, é um piloto de fábrica da Porsche há 13 anos, participando em várias competições, desde o Porsche Carrera Cup até a várias participações na Endurance, nomeadamente nas 24 horas de Le Mans, conseguindo vitórias na classe GT2 (2008 e 2010) e na GTE Pro (2013). 

“Tenho a sorte de já ter celebrado vitórias com a Porsche em todo o mundo, mesmo na classe GT em Le Mans. As pessoas sempre perguntavam quando iríamos voltar para a classe LMP1 e desde que foi dado projeto luz verde ao projeto, só queria estar envolvido. Ir a Le Mans com a Porsche, nem posso descrever o quão animado isso me faz sentir.”, disse Lieb na apresentação.
Ambos os pilotos juntar-se-ão aos quatro já conhecidos: o suiço Neel Jani, o australiano Mark Webber, o francês Romian Dumas e o alemão Timo Bernhard

Endurance: Audi mostra o seu carro para 2014

A apresentação oficial será apenas a 18 de dezembro, mas a marca de Inglostadt mostrou neste domingo as imagens do seu Audi R18 e-quattro, versão 2014, numa temporada onde para além da Toyota, terá a concorrência da Porsche no Mundial WEC e nas 24 Horas de Le Mans.

Para o diretor desportivo da Audi, Wolfgang Ulrich, a divulgação do novo carro nesta altura serve para se conhecer ao mundo, antes de começar com uma bateria de testes em Sebring. “Nós alcançamos um estágio crucial neste projeto. Depois de construir o primeiro protótipo, agora estamos testando em várias pistas. O objetivo principal dos testes é acumular uma vasta quilometragem, coordenar o complexo sistema híbrido e trabalhar na eficiência total do equipamento, que nunca foi tão complexo quanto este”, declarou.
Para o próximo dia 18, para além de uma apresentação mais completa do carro, servirá também para confirmar os alinhamentos para a próxima temporada, bem como o calendário da marca no Mundial.

O regresso de um nome mítico… na Endurance

Não é novidade para ninguém que a Endurance está a viver um momento de ressurgimento. Em 2014 teremos o regresso da Porsche, e mais alguns nomes do passado estão a querer regressar com chassis e motores na classe LMP1, e hoje soube-se que um nome mítico do automobilismo irá regressar. Não têm um nome tão badalado na Endurance, mas mais na Formula 1: a Ligier.
A Onroak Automotive, até agora o departamento de construção da OAK Racing, de Jacques Nicolet, decidiu tornar-se numa empresa independente, e terá Olivier Quesnel – ex-diretor desportivo da Peugeot – como seu diretor. E com isso, eles estarão nas pistas sob o nome de Ligier, fruto de uma colabiração com o seu fundador, Guy Ligier. Contudo, o nome só será usado nas classes CN, LMP3 e LMP2, já que a LMP1 ficará reservada a outro construtor, logo… é mais um golpe publicitário do que outra coisa, como diz o site Le Mans Portugal.
Esta associação com a Onroak Automotive é muito importante para a minha companhia, e particularmente para a abertura do mercado asiático, que é onde o está o futuro. Além disso, esta aproximação irá dar origem a toda uma gama de sport-protótipos. Tenho toda a confiança em Jacques Nicolet, com o qual tenho uma longa amizade, para levar o nome Ligier de novo à grande cimeira da endurance. Assim, estou muito satisfeito por poder manter o desenvolvimento da marca, confiando na experiência das suas equipas.”, disse Guy Ligier.
A ambição da Onroak Automotive passa por desenvolver uma gama de modelos destinados à endurance e atingir o reconhecimento como referência neste sector. A Onroak está agora na posição de oferecer diferentes tipos de protótipos: o Morgan LMP2, o Ligier LMP2 coupe, O Ligier CN e um LMP1, aos quais está certamente destinado um grande futuro.”, referiu Olivier Quesnel.
Conheci o Guy pela primeira vez em 2006: fui o primeiro comprador do JS49. Fiquei imediatamente sensibilizado pela sua paixão pelo automobilismo. Este encontro levou ao nascimento de uma grande relação com base nessa paixão. A marca Ligier conheceu o sucesso na F1 e terminou diversas vezes no Top 3 em Le Mans. Há toda uma magia relacionada! É um símbolo que se encontra no coração dos fãs e estou muito orgulhoso por me associar a este nome.”, comentou Jacques Nicolet.
Neste momento, a Onroak está a desenvolver chassis de vários tipos, e o LMP3, batizado com o nome de JS53 Evo, terá um motor honda de dois litros e serve para o VdeV, bem como o Asian Le Mans Series, enquanto que o LMP2 será coupé e terá como destino os Estados Unidos da América. Estára pronto no inicio de 2014, e poderá rodar em simultâneo com o LMP2 aberto que fizeram para a Morgan. A Onroak também está a construir um LMP1 desde o final de 2012, mas pelo que se fala, o desenvolvimento está atrasado para a temporada que aí vêm, embora se fale que poderá estar a tempo de correr em Spa-Francochamps, às mãos a OAK Racing.

WEC: Eis o calendário de 2014 da Endurance

O Mundial de Endurance teve hoje divulgado o seu calendário para 2014. Sem alterações em relação ao numero de provas que compuseram o calendário de 2013, a grande novidade foi a colocação da corrida de Austin num sábado, bem como a antecipação em 15 dias da corrida final do calendário, no Bahrein.
Numa temporada onde irá haver a entrada da Porsche no Mundial, na categoria LMP1, a reunião da FIA decidiu estabelecer um FIA Endurance Trophy, para os pilotos da classe LMP1 que não estejam a bordo de carros das equipas oficiais, como a Audi, Porsche e Toyota. Contudo, o prémio só será estabelecido desde que pelo menos três carros estejam disponíveis por toda a temporada.
Para além disso, a FIA e a ACO decidiram constituir uma comissão de “equivalência de tecnologia” para os carros de LMP1, onde se adotarão regulamentos baseados naquilo que os carros poderão fazer em pista. Terá duas fases: a primeira, até Le Mans, e a segunda, após Le Mans, onde a partir daí far-se-á a base dos regulamentos para o WEC em 2015.
Eis o calendário completo:
20 de abril – Seis Horas de Silverstone (GB)
03 de maio –  Seis Horas de Spa-Francorchamps (Bélgica)
14-15 de junho – 24 Horas de Le Mans (França)
31 de agosto – Seis Horas de São Paulo (Brasil)
20 de setembro – Seis Horas de Austin (EUA)
12 de outubro – Seis Horas de Mont Fuji (Japão)
01 de novembro – Seis Horas de Xangai (China)
15 de novembro – Seis Horas do Bahrein 

E no Nobres do Grid deste mês…

(…) desde há algumas semanas que corre a noticia de que Tom Cruise poderá fazer a adaptação para o cinema de “Go Like Hell”, o livro de A.J. Baime sobre a luta entre a Ford e a Ferrari nos anos 60 para a vitória nas 24 horas de Le Mans. Eu tenho o livro em casa – em Portugal ficou com o titulo de “Como Uma Bala” – e as personagens são titânicas. Enzo Ferrari, Henry Ford II, Carrol Shelby, John Surtees e Ken Miles, entre outros, são personagens que ajudaram a moldar um periodo de tempo bem interessante que foi entre 1961 e 1966, ano em que os Ford, modelo GT40, ficaram com os três primeiros lugares na clássica francesa. 

Fala-se que Cruise quer o papel de Carrol Shelby, o criador dos Cobra e que ajudou a fazer o GT40, e se tornou numa lenda americana “per se”. Caso ele aceite o projeto, seria um regresso, mais de vinte anos depois de ter feito “Days of Thunder”, onde fazia o papel de Cole Trickle, piloto da NASCAR. Ainda não se sabe quando é que vai começar as filmagens, mas fala-se de meados de 2014, depois de Cruise fazer o quinto filme da série “Missão Impossivel”. Quanto ao realizador, depois de Michael Mann se ter metido no projeto, agora fala-se de Joseph Kosinski, o mesmo que fez “Tron: Legacy”.
Estas noticias fizeram-me pensar sobre se estaríamos a caminho de uma era onde Hollywood iria se dedicar ao automobilismo. Sei desde há muito tempo de projetos sobre pilotos e personagens, e lembrei-me de que esta Primavera, tinha tido uma conversa via Twitter com o jornalista Peter Windsor sobre “Rush”. Pelo meio, falamos sobre outros filmes que Hollywood poderia estar a pensar em adaptar. Sabia de “Go Like Hell”, e acabamos a falar sobre a ideia de um filme sobre Richard Seaman, o primeiro britânico a competir no Grand Prix dos anos 30, cujo centenário do seu nascimento de comemora este ano. Ele falou que o projeto existe – eu sabia disso através de um artigo que tinha lido em 2012 – mas que estava em “development hell”. Traduzido para português: esperava por melhores dias. 

 E é se calhar isso que está a acontecer: muitos dos projetos que conheço estavam à espera pelo “hype” de “Rush” para avançarem. E até o “Go Like Hell” estava nesse compasso de espera porque, segundo eles, esperavam para ver o que iria acontecer com a recepção deste filme. Agora que toda a gente sabe, eles avançaram com o projeto, e logo com um nome tão sonante como ele. (…)
Este mês, o meu artigo no site Nobres do Grid fala sobre automobilismo em Hollywood. Pouco tempo depois de estrearem “Rush”, o filme de Ron Howard sobre a temporada de 1976 e o duelo entre Niki Lauda e James Hunt, o sucesso de critica – e de bilheteira – do filme fez avançar novos projetos. “Go Like Hell” poderá ser o próximo filme, e poderá contar com Tom Cruise como o ator principal. Mas outros projetos poderão estar a caminho, sendo que pelo menos quatro estão a ser vistos e construídos por argumentistas e produtores.
No artigo falo também sobre que situações ou personagens mereceriam um filme de Hollywood. O duelo Senna/Prost é inevitável, mas muitas outras personagens do automobilismo, bem como situações e eras ao longo da história do século XX também merecem filmes, pois felizmente, o automobilismo é rico de história… e estórias.

Noticias: ACO cria categoria LMP3 para a Endurance

A ACO (Automobile Club de l’Ouest) anunciou esta tarde que irá criar numa nova categoria, a LMP3, para os iniciantes na Endurance. Tendo como base os modelos CN, que correm um pouco por toda a Europa, os LMP3 servirão basicamente para correr na European Le Mans Series (ELMS) e Asian Le Mans Series, já que serão limitados em termos de motor e caixa de velocidades, apesar de haver liberdade de construção de chassis. Para além disso, o fornecedor de pneus é unico. Tudo isso por causa de um limite fixado pelo ACO: o orçamento não pode passar dos 150 mil euros.
Apesar de ter como base os modelos CN, estes não podem concorrer na ELMS, embora possam aparecer na versão asiática da Le Mans Series, para fortalecer os pelotões dessa série, menos concorrida do que na Europa e América. 
Muito provavelmente o primeiro – e o mais concorrido projeto – poderá ser o da Sora Composites, que têm como base a equipa Pescarolo. Mas outros protótipos poderão aparecer com o tempo. Espera-se que a performance fique entre os LMP2 e os GTE, mas mais pormenores serão divulgados pelo ACO nas próximas semanas.