Noticias: Vettel considera regra dos pontos a dobrar de "absurda"

Já há reações de um piloto à nova regra dos pontos a dobrar na última corrida do ano. E especialmente de um particular: Sebastian Vettel. O tetracampeão do mundo e atual piloto da Red Bull classificou esta nova regra de “absurda” e fez analogias futebolísticas para justificar a razão, numa entrevista ao jornal “Sport Bild”: “Isso é um absurdo e penaliza todos os que trabalharam no duro ao longo da temporada. É como se de repente, a última jornada do campeonato alemão de futebol passa a valer o dobro de pontos”, declarou. 
Curiosamente, Vettel, mesmo com as novas regras, só seria prejudicado em 2012, onde perderia o título para Fernando Alonso.
Mas poderia ter sido pior. Helmut Marko revelou ao jornal “Bild” que a proposta inicial era de que as quatro últimas provas do ano iriam valer a dobrar. “Inicialmente, havia a intenção [da FIA] de dar pontos a dobrar nas últimas quatro corridas”, revelou. Isso faria que as corridas da Rússia, Estados Unidos, Brasil e Abu Dhabi tivessem ainda mais importância do que o resto da temporada.
Uma coisa é certa: a FIA parece que arranjou “sarna para se coçar“. Veremos mais reações ao longo das horas e dos dias. 

Youtube Motorsport Award: o discurso de Vettel no Autosport Awards

Ainda acho incrível como há pessoas que detestam Sebastian Vettel. Competitivo, boa pessoa, competente, prestativo, e com dom para as imitações e para a comédia! Aliás, quantos pilotos é que conhecem que estejam dispostos a entrar num kart e imitar o Super Mário?

Vejam só o que ele disse ontem à noite nos Autosport Awards, em Londres.

Esta vi eu no WTF1.co.uk

Youtube Formula 1 Video: Despedir em estrondo!

A Formula 1 despediu-se este domingo da era dos V8 de 2.4 litros. E para comemorar e conformidade, algumas equipas decidiram colocar os motores em alta rotação por uma última vez, como a Red Bull, que fez isso nas suas boxes. Neste caso em particular, foi Mark Webber que teve a honra de ligar o motor por uma última vez.

Ano que vêm aparecerá um novo motor: os V6 Turbo de 1,6 litros.

Formula 1 em Cartoons – Temporada de 2013 (Grand Prix Toons)

E pronto, acabou a temporada de 2013 da Formula 1. Assim sendo, o Hector Garcia, do Grand Prix Toons, lembrou-se de um clássico dos desenhos animados e fez um “finale” digno desse cartoon. E quem fiz a frase mágica é Mark Webber!

Em 2014, haverá mais. Isto, se a pré-época não for muito agitada…

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Corrida)

Interlagos é o final da história da temporada de 2013. O final de uma era na Formula 1, a dos motores V8 de 2.4 litros, que darão lugar aos V6 Turbo, de 1,6 litros. Para alguns pilotos, esta irá ser a sua última corrida na Formula 1, embora saibamos que o único que iria sair pelo seu próprio pé seria Mark Webber, que decidiu estar farto de ser o eterno segundo e tentará ser feliz no projeto da Porsche nas 24 Horas de Le Mans. Mas dentro do pelotão, esta iria ser a última corrida para alguns pilotos, especialmente Felipe Massa, que depois de oito anos da Ferrari, iria sair da Casa de Maranello, para tentar ser primeiro piloto na Williams. 

Outros, porém, viam esta corrida como a última numa era de incertezas, se iriam ter o dinheiro para continuar a correr em 2014, num paddock onde os rumores fervilharam neste fim de semana: “Será que Hulkenberg assinou pela Force India?” “Fala-se que Maldonado conversa com a Sauber…” “Parece que Perez têm um camião de dólares para entrar na Force India…” “Fala-se que a Lotus deu um ultimato de dez dias à Quantum…”. Enfim, muito falatório, mas nada de concreto. E já se sabe que haverá novatos em 2014…
Mas nesse domingo, o que se falava – e olhava  era o tempo. Tinha chovido na sexta e no sábado, e todos se questionavam se iria haver chuva neste domingo. E se existisse, a corrida seria bem mais interessante, e alguns até suspiravam que Vettel tivesse num dia não e outro pudesse vencer. Esquecendo que o piloto alemão teve a sua primeira vitória na Formula 1 justamente… numa corrida molhada. 
A partida foi algo anormal: os Red Bull largaram mal e quem aproveitou foi Nico rosberg, que ficou na liderança. Vettel reagiu e foi atrás do seu compatriota para ver se recuperava a posição o mais rapidamente possivel, o que conseguiu no final da primeira volta. Atrás, Webber voltou a largar mal e foi superado por Lewis Hamilton. O ingles da Mercedes tracionou melhor e até passou Fernando Alonso, para ficar com o terceiro posto. As coisas ficaram assim até ao inicio da terceira volta, quando o motor Renault do Lotus de Romain Grosjean decidiu explodir em plena reta. Por essa altura, já Vettel tinha um avanço de cinco segundos sobre Rosberge Hamilton.
E nestes primeiros minutos, parecia que iria ser mais do mesmo: os Red Bull na frente, mas os Mercedes perdiam terreno: Rosber começou paluatinamente a ser superado por Alonso, Hamilton e Massa, que subia na classificação: na volta 16, ele já era quinto. E foi nesta altura em que começaram a dar os primeiros avisos de chuva. Chuva fraca, mas o aviso tinha sido dado.
Com as paragens, havia muita confusão no meio do pelotão, mas na frente, os Red Bull seguiam sem serem incomodados. Webber parou na volta 23, mas a paragem nas boxes correu mal, perdendo quase cinco segundos no processo. Duas voltas depois, foi a vez de Vettel, e tudo correu bem. Nessa altura, Ferrari e Red Bull partilhavam os quatro primeiros lugares, enquanto que Jenson Button, com pneus duros, conseguiu passar quatro posições numa só volta, subindo ao sexto posto.
No inicio da volta 26, Webber conseguiu passar Fernando Alonso, voltando para o segundo posto. Mas nas voltas seguintes, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O duelo era bom, com o brasileiro a defender-se da melhor maneira possível, mas na volta 31, Massa cruza a linha de boxes na zona proibida e os comissários obrigam-no a fazer um “drive-through” pelas boxes. Como seria óbvio, o brasileiro não gostou. “Inacreditável, inacreditável, inaceitável”, bradou.
Com o passar das voltas, caiam uns pingos de chuva, mas nada ameaçador para as condições de pista. Pelo meio da corrida, apareciam mais alguns pingos de chuva, mas na volta 48, há agitação. Valtteri Bottas passava Lewis Hamilton quando na travagem para a Curva 3, ambos tocaram-se e o finlandês da Williams estava fora da pista, com o inglês da Mercedes com um furo e danos no chão do carro. Muitos carros foram para as boxes, julgando que iria haver uma entrada do Safety Car, mas acabou por não acontecer. O inglês acabou por voltar para a pista, mas os comissários foram implacáveis: “drive through penalty” por ter causado uma colisão.

Com o passar das voltas, as ameaças de chuva eram consistentes, mas nada acontecia atá ao fim, quando Sebastian Vettel passava pela bandeira de xadrez e vencia pela nona vez consecutiva, 13ª na temporada. Com isso, o piloto alemão igualava dois recordes: o maior numero de vitórias consecutivas – um recorde com 60 anos e que pertencia a Alberto Ascari – e o maior numero de vitórias numa temporada, um recorde que era de Michael Schumacher desde 2004. Claro, Vettel comemorou da única maneira que sabia fazer: fazendo uns “donuts” na pista.

No segundo posto estava Mark Webber, que não só dava a dobradinha à Red Bull como também encerrava a sua carreira na Formula 1, após doze temporadas, 217 Grandes Prémios, nove vitórias, treze pole-positions e dezanove voltas mais rápidas. E como é tipicamente australiano, decidiu mandar o livro de regras para o espaço, tirando o seu capacete na volta de regresso às boxes. no lugar mais baixo do pódio ficava Fernando Alonso, que assm conseguia o tal segundo posto no campeonato de construtores, à custa da Mercedes (Rosberg foi apenas quinto, na frente de… Button!) e da Lotus, onde nenhum dos seus pilotos chegou aos pontos.

E assim acabou 2013: é o final de uma era. Muitos vão suspirar que este seja o final da “Formula Vettel” e que o seu piloto favorito domine a temporada para poderem desabafar numa mesa de café – ou num computador perto de si – mas na história, vai ficar um tempo em que os motores V8 de 2.4 litros estiveram ativos nas pistas. Agora, este motores irão para os museus, dando lugar aos V6 Turbo de 1.6 litros, e onde se espera que haja mais equilibrio e novos tipos de chassis. E que não seja outro ano aborrecido, ou polémico… 

Só em março saberemos.

Formula 1 2013 – Ronda 19, Brasil (Qualificação)

A Formula 1 escolhe desde há uns anos a esta parte o circuito de Interlagos como o palco para a corrida final da sua temporada. É assim desde que há dez anos atrás, em 2003, a corrida brasileira terminou em caos devido à forte chuva que caiu naquele ano. Contrariando a tradição de correr no verão – ou inicio de outono austral – decidiu-se que correr em novembro seria melhor, pois poderia ter menos chance de chuva. Só que em 2008 e 2012 as coisas não foram bem assim, e também ela marcou a sua presença na clássica pista brasileira.
A qualificação começou com toda a gente na pista, e a calçar pneus intermédios, para evitarem surpresas. E valeu a pena: com o passar dos minutos, a chuva aumentou de intensidade e os tempos pioraram. Em pouco tempo, a esmagadora maioria dos pilotos foi para as boxes, mas a um minuto do fim, Kovalainen faz um tempo que o coloca no quinto posto, o que indicava uma melhoria ligeira na pista. Mas no final dessa Q1, para além dos Caterham e dos Marussia, quem ficou de fora foi o Sauber de Esteban Gutierrez e o Williams de Pastor Maldonado.
Passando para a Q2, as noticias indicavam que a chuva iria abrandar. Rosberg faz um tempo de 1.26.626, apesar de ter feito “powerslide” na Curva 3. Logo a seguir foi Sebastian Vettel a estabelecer o melhor tempo, com 1.26,515, com os carros a lutarem contra a pista. Os minutos passaram e o alemão melhora para 1.26,449, e pouco depois, Romain Grosjean colocou 1.26,161, para ficar na primeira posição. Mas nos minutos finais, a chuva apareceu com mais força e Sergio Perez bateu na curva 4 com o seu McLaren precisamente na altura em que acaba a Q2. E com isso, os McLaren ficaram de fora da Q3, tal como os Force India, o Williams de Valtteri Bottas e o Lotus de Heiki Kovalainen. Em contraste, os Toro Rosso de Jean-Eric Vergne e Daniel Ricciardo conseguiram entrar na Q3.
Com isso, a direção da corrida decidiu atrasar o inicio da Q3 devido não só para tirarem o carro do mexicano, como também por causa da intensidade da chuva. Primeiro atrasaram em dez minutos, depois acrescentaram mais dez, e mais dez minutos, com o carro médico o único a passear pela pista.
Quando as coisas por fim estiveram seguras para correr, e a pista tinha um minimo apresentável, tinham passado 45 minutos em que os pilotos estiveram parados nas boxes. Começaram com pneus de chuva, mas pouco depois, calçaram pneus intermédios. Grosjean foi o primeiro e compensou, fazendo 1.27,773, mas logo depois, veio Webber… e não superou. Acabou por ser Sebastian Vettel a fazer melhor do que o francês, conseguindo 1.26,479 segundos e a conseguir a sua nona pole-position consecutiva.
Mas atrás, houve alterações. Nico Rosberg conseguiu superar Grosjean e ficou com o segundo posto, conseguindo 1.27,109, enquanto que Fernando Alonso a obter o terceiro melhor tempo, mas nenhum dos dois conseguiu baixar do um minuto e 27 segundos. Mark Webber e Lewis Hamilton ainda foram melhores que Grosjean, que teve atrás de si os Toro Rosso de Daniel Ricciardo e Jean-Eric Vergne, enquanto que Felipe Massa e Nico Hulkenberg fecharam o “top ten” nesta cinzenta, chuvosa e atribulada qualificação de Interlagos.
Mas a grande conclusão é que com todos estes ingredientes extra, a qualificação deu mais do mesmo: Sebastian Vettel era o primeiro a partir em Interlagos e provavelmente será o favorito a vencer nesta corrida de encerramento do campeonato. Amanhã saberemos se o tempo ficará assim e se preparemos para ver mais do mesmo ou algo mais imprevisivel…