The End: Andy Granatelli (1923-2013)

Andy Granatelli, uma das lendas do automobilismo americano nos anos 60 e 70, morreu este domingo na sua casa de Santa Barbara, na California, devido a uma falha cardíaca. Tinha 90 anos. Dono de equipa e presidente da Scientificaly Treated Petroleum (STP), ajudou nas carreiras de pilotos como Bobby Unser, Mário Andretti – na IndyCar – e de Richard Petty, na NASCAR, para além de ter sido ele o cértebro por trás do carro a turbina, que apareceu nas 500 Milhas de Indianápolis de 1967.
Nascido a 18 de maio de 1923 em Dallas, no Texas, Granatelli começou a meter-se no automobilismo em 1946, quando ele e os seus dois irmãos, Vince e Joe, correram sob a equipa Grancor, embora sem resultados. Vince ainda tentou a sua sorte como piloto, em 1948, mas este acabou no muro, ficando com lesões nas pernas.
Granatelli volta a estar nas 500 Milhas a partir de meados dos anos 60, quando é contratado pela STP para ser o seu CEO, no sentido de promover os seus produtos junto do automobilismo. A STP era na altura controlada pela Studebaker, e as 500 Milhas era um excelente meio para promover os seus produtos. Granatelli aproveitou a ocasião com as duas mãos, e nessa altura comprou os motores Novi, potentes mais com historial de pouca fiabilidade. Com ele, veio um jovem piloto, chamado Bobby Unser, e teve ali os seus primeiros resultados.
Contudo, é em 1967 que dá realmente nas vistas quando aparece com o “carro-turbina”. Guiado por Parnelli Jones, o automóvel foi a sensação da corrida e esteve prestes a vencer, quando a três voltas do fim, sofre uma falha de transmissão (na realidade, tinha-se partido uma peça que custava seis dólares…) e viu A.J. Foyt herdar uma vitória quase certa – e que seria histórica. No ano seguinte, volta à carga, desta vez aliado com Colin Chapman – que construiu o modelo Lotus 56 – mas a prova foi marcada de novo por azares e acidentes fatais, como a que sofreu Mike Spence, durante a qualificação. Na corrida, Joe Leonard esteve na frente por muito tempo, mas depois o carro sofreu uma falha mecânica na parte final da corrida.
Mas em 1969, pôde exorcizar o azar graças a Mário Andretti, que venceu aquele que foi a unica vez que ambas as personagens conseguiram estar no “Victory Lane” na Indianápolis Motor Speedway. Quando isso aconteceu, Granatelli foi ter com Andretti e mal ele desligou o carro, lhe deu um grande beijo na face, tornando-se numa das imagens mais icónicas da história da competição.
Granatelli continuou a explorar a sua equipa até 1973, ano em que se retirou, passando a ser patrocinador na Patrick Racing. Graças a isso, Gordon Johncock venceu duas edições das 500 Milhas, em 1973 e em 1982, nessa vez numa chegada em “photo-finish”.
Por essa altura, Granatelli patrocinava Richard Petty, na NASCAR. A associação entre ele e o lendário corredor é das maiores da história, pois durou cerca de 30 anos. Contudo, este acordo quase não aconteceu devido a uma teimosia entre os dois: Petty sempre guiou os seus carros com cor azul, que ficou conhecido como “Azul Petty”. Granatelli queria que ele mudasse para vermelho, a cor da marca, mas o piloto recusou. No final, chegou-se a um acordo, onde o carro seria pintado de azul e vermelho, e Granatelli lhe oferecia 50 mil dólares extra o acordo de 250 mil dólares, caso Petty alguma vez decidisse pintar o carro todo de vermelho. Depois dos sucessos nas pistas, ambos os lados decidiram que ele seria patrocinado pela marca enquanto se mantivesse em competição, algo que o fez até ao final da sua carreira, em 1992.
Retirado da competição, os seus feitos fizeram com que fosse incluído em 1992 na International Motor Sports Hall of Fame, em 2001 no Motorsports Hall of Fame of America, em 2011 na National Sprint Car Hall of Fame e em 2013 na National Midget Racing Hall of Fame, reconhecendo a sua inestimável contribuição no automobilismo americano na segunda metade do século XX. 

Ars longa, vita brevis.   
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Youtube IndyCar Tribute: A Homenagem a Dário Franchitti

Quando se soube esta semana do anuncio da retirada do escocês Dário Franchitti, a IndyCar não perdeu tempo e fez um video em tributo ao piloto escocês, um dos mais vitoriosos da série americana, com quatro títulos e três vitórias nas 500 Milhas de Indianápolis. Os vários pilotos que correram com ele e contra ele ao longo de uma carreira de mais de 15 anos, primeiro na CART, pela Green – depois Andretti Green – depois na IRL, antes de chegar à Chip Ganassi, onde conquistou os seus titulos e as suas vitórias na prova mais importante do automobilismo americano, classificam com vários adjetivos, o mais comum deverá ser de “lenda”.
É verdade, Dário Franchitti deve ter tido tempo para estabelecer um estatuto de lenda, algo raro num estrangeiro, pelo menos desde Emerson Fittipaldi, Nigel Mansell ou Gil de Ferran. Mas merece plenamente esta homenagem.

IndyCar: Dario Franchitti retira-se aos 40 anos

O escocês Dário Franchitti, que recuperava de um grave acidente na pista de Houston, anunciou esta quinta-feira a sua retirada da competição. Aos 40 anos de idade e com uma longa carreira na CART e na IndyCar, desde 2008 ao serviço da Chip Ganassi, foi aconselhado pelos médicos a parar, devido às lesões cervicais sofridas no acidente do passado mês de outubro. Assim sendo, depois de 256 corridas, 31 vitórias e 33 pole-positions, com mais três vitórias nas 500 Milhas de Inmdianápolis e quatro títulos na Indycar, decidiu pendurar o capacete.
Eis o comunicado de imprensa na íntegra:

Desde o meu acidente em Houston, eu estive sob os cuidados de especialistas, médicos e enfermeiros, os quais fizeram da minha saúde, da minha segurança e da minha recuperação a principal prioridade. Sou eternamente grato pela assistência médica que tenho recebido ao longo das últimas semanas. Eu também gostaria de agradecer a minha família e amigos pelo apoio inacreditável.

Um mês após o acidente e com base no aconselhamento dos médicos que trataram e avaliaram minha cabeça e lesões na coluna vertebral pós-acidente, a opinião médica é que eu devo parar de correr. Eles deixaram muito claro que os riscos envolvidos em mais corridas são grandes e pode ser prejudicial para o meu longo prazo bem-estar. Com base nessa orientação médica, eu não tenho outra escolha a não ser parar.

O automobilismo tem sido a minha vida por mais de 30 anos e é muito difícil pensar que minha carreira acabou. Eu estava realmente ansioso para a temporada de 2014 com a Target Chip Ganassi Racing, com o objetivo de ganhar uma quarta Indianapolis 500 e um quinto campeonato IndyCar Series.

Gostaria de agradecer a todos os meus colegas concorrentes, colegas, equipa e os patrocinadores pelo apoio incrível ao longo deste período incrível de tempo. Também gostaria de agradecer a Hogan Racing, Team KOOL Green e Andretti Green Racing pelas oportunidades de competir na pista e, especialmente, Target Chip Ganassi Racing, que se tornaram como uma família para mim desde que entrei para a marca em 2008. Eu seria negligente se eu não agradecesse a todos os meus fãs à volta do mundo. Eu não tenho como agradecer o suficiente a todos que estiveram do meu lado por todos esses anos.

Guardarei boas lembranças de minha carreira na CART e IndyCar Series e as relações que eu forjei neste desporto irão durar toda uma vida.

Espero que com o tempo, eu seja capaz de exercer alguma atividade nos bastidores com a IndyCar Series. Eu amo as corridas de monopostos e eu desejo o seu sucesso. Eu conversarei com Chip para ver como posso ficar envolvido com a equipa e com todos os amigos incríveis que eu fiz ao longo destes anos.

Como meu amigo Greg Moore dizia: ‘Vejo-te na frente ‘
Este anuncio inesperado na Chip Ganassi acabou de abrir um enorme buraco numa das equipas mais vitoriosas nesta categoria e certamente que interessados não faltarão para preencher a vaga. Nas próximas semanas veremos quem serão os candidatos ao lugar.
Nascido a 18 de maio de 1973, em Bathgate, na Escócia, começou a sua carreira nos monopostos em 1991, na Formula Ford, e venceu a Formula Vauxhall-Lotus ao serviço da Paul Stewart Racing. Em 1994 foi quarto classificado na Formula 3 britânica, mas não avançou mais longe, passando para o DTM e o International Touring Car Championship (ITC), ao serviço da Mercedes, onde venceu uma corrida em 1996, terminando no quarto lugar da geral.
Em 1997, a Mercedes coloca-o na CART, ao serviço da Hogan Racing, mas será no ano seguinte, ao serviço da Team Green, que explode: três vitórias em 1998 fazem-no ficar no terceiro lugar do campeonato, e no ano seguinte, disputa o título com Juan Pablo Montoya, com os dois igualados nos pontos, mas com o colombiano a levar a melhor devido ao numero de vitórias (Franchitti consegue três). As temporadas de 2000 e 2001 não são muito produtivas, mas em 2002, vence três corridas e termina o campeonato no quarto posto.
Em 2003, ele e a Team Green passam para a IndyCar, mas é em 2004 que vence as primeiras corridas, terminando no quarto posto do campeonato. E a primeira vitoria nas 500 Milhas de Indianápolis acontece em 2007, que resulta também no seu primeiro título na categoria. Contudo, em 2008, vai tentar a sua sorte na NASCAR, com resultados modestos. Com isto, regressa em 2009 à categoria, conseguindo três títulos em seguida, alternados com vitórias na “Indy 500” em 2010 e 2012, conseguindo nesta última resistir a um ataque final do japonês Takuma Sato.
A sua familia está ligada ao automobilismo: o seu irmão Marino Franchitti também teve uma carreira, especialmente na Endurance, e o seu primo Paul di Resta é atualmente piloto de Formula 1, ao serviço da Force India. 

Noticias: Bruno Senna quer correr na Indy… mas não nas ovais

Bruno Senna está a considerar o regresso aos monolugares em 2014, depois de uma temporada bem sucedida na Endurance, ao serviço da Aston Martin, e a prioridade poderá ser a IndyCar, mas aparentemente, colocou uma exigência: que apenas corresse em pistas convencionais e de rua. E alega um “histórico familiar conmplicado” como causa.

Comecei negociação com algumas equipes, mas a dificuldade é que não eu correria em ovais, porque tenho um histórico familiar complicado… Não dá para abrir chances para essas coisas. Isso dificulta um pouco as condições para fazer isso lá. Vamos ver se eu consigo fazer uma temporada só de circuitos mistos na Indy, o que provavelmente limita a chance de ganhar campeonato. Não é tão fácil fazer assim, e se sair, pode ser um programa que eu possa fazer no ano que vem”, reconheceu, citado pelo blog A Mil Por Hora, do Rodrigo Mattar.
Comparando o Aston Martin de GTE com um monolugar, o piloto de 30 anos considera que corridas de monoposto são bem mais “divertidas”, mas afirmou ter gostado da experiência com a Aston Martin no WEC: “Foi bom, me adaptei rápido ao carro, temos sido super bem-sucedidos, largamos na pole em todas as corridas – menos uma – e estamos vencendo, as duas últimas corridas eu venci. Estou me divertindo bastante, mas claro que monopostos são sempre os carros mais divertidos de se pilotar”.

Acho interessante ele alegar o “histórico familiar”, quando que eu me lembre, o tio nunca correu na antiga CART, apesar do famoso teste com a Penske em 1992. E acho também curioso que a única oval que ele estaria disposto a fazer seria a das 500 Milhas de Indianápolis, num ano em que vai ser corrido por duas vezes, pois a IndyCar decidiu utilizar o circuito interior, desenhado para acolher a Formula 1. 
Mas lendo há umas semanas atrás um artigo do Bandeira Verde sobre os inimigos da IndyCar, verifico que os pilotos europeus que chegam a esta categoria estão a seguir os passos de Sebastien Bourdais e Mike Conway, ao afirmar que não querem correr nas velozes ovais. E claro, o acidente mortal de Dan Wheldon, em Las Vegas, ainda está fresco na memória…
Mas mesmo assim, acho que não deveria impor esse “veto às ovais”. Deveria experimentar para conquistar os medos, porque é isso que faz parte da história, e deixar isso para a NASCAR abre um precedente perigoso. Digo eu.

Noticias: Bruno Senna quer correr na Indy… mas não nas ovais

Bruno Senna está a considerar o regresso aos monolugares em 2014, depois de uma temporada bem sucedida na Endurance, ao serviço da Aston Martin, e a prioridade poderá ser a IndyCar, mas aparentemente, colocou uma exigência: que apenas corresse em pistas convencionais e de rua. E alega um “histórico familiar conmplicado” como causa.

Comecei negociação com algumas equipes, mas a dificuldade é que não eu correria em ovais, porque tenho um histórico familiar complicado… Não dá para abrir chances para essas coisas. Isso dificulta um pouco as condições para fazer isso lá. Vamos ver se eu consigo fazer uma temporada só de circuitos mistos na Indy, o que provavelmente limita a chance de ganhar campeonato. Não é tão fácil fazer assim, e se sair, pode ser um programa que eu possa fazer no ano que vem”, reconheceu, citado pelo blog A Mil Por Hora, do Rodrigo Mattar.
Comparando o Aston Martin de GTE com um monolugar, o piloto de 30 anos considera que corridas de monoposto são bem mais “divertidas”, mas afirmou ter gostado da experiência com a Aston Martin no WEC: “Foi bom, me adaptei rápido ao carro, temos sido super bem-sucedidos, largamos na pole em todas as corridas – menos uma – e estamos vencendo, as duas últimas corridas eu venci. Estou me divertindo bastante, mas claro que monopostos são sempre os carros mais divertidos de se pilotar”.

Acho interessante ele alegar o “histórico familiar”, quando que eu me lembre, o tio nunca correu na antiga CART, apesar do famoso teste com a Penske em 1992. E acho também curioso que a única oval que ele estaria disposto a fazer seria a das 500 Milhas de Indianápolis, num ano em que vai ser corrido por duas vezes, pois a IndyCar decidiu utilizar o circuito interior, desenhado para acolher a Formula 1. 
Mas lendo há umas semanas atrás um artigo do Bandeira Verde sobre os inimigos da IndyCar, verifico que os pilotos europeus que chegam a esta categoria estão a seguir os passos de Sebastien Bourdais e Mike Conway, ao afirmar que não querem correr nas velozes ovais. E claro, o acidente mortal de Dan Wheldon, em Las Vegas, ainda está fresco na memória…
Mas mesmo assim, acho que não deveria impor esse “veto às ovais”. Deveria experimentar para conquistar os medos, porque é isso que faz parte da história, e deixar isso para a NASCAR abre um precedente perigoso. Digo eu.

Noticias: Juan Pablo Montoya acusado de fraude fiscal

Juan Pablo Montoya poderá voltar à IndyCar em 2014, mas parece que o Fisco americano têm outros planos. Esta segunda-feira, soube-se que o piloto colombiano está a ser processado pelas autoridades tributárias em 2,7 milhões de dólares, por não ter pago multas e impostos referentes aos anos de 2007 e 2008, declarando muito menos do que recebe na realidade.
Segundo a revista Forbes, a acusação remonta a 2007, quando o piloto regressou aos Estados Unidos, para competir na NASCAR, depois de algumas temporadas na Europa, a correr na Formula 1 ao serviço da Williams e McLaren. Nessa altura, ele e a sua mulher declararam 2,4 milhões de dólares, quando na realidade tiveram rendimentos na ordem dos 9,5 milhões. Tudo porque na altura, a sua imagem era gerida por uma firma com sede nas Bahamas, a JPM Motorsport, e nesse ano, essa imagem foi “vendida” para uma firma do Delaware, a Monty Motorsport, onde existe uma maior flexibilidade fiscal. Uma “venda” que foi feita pelo valor de 15 milhões de dólares, do qual pediu deduções no valor acima referido.
Para as autoridades tributárias americanas, essa medida tinha como objetivo tirar o dinheiro de um bolso para colocar no outro. “Servia para reivindicar de maneira imprópria deduções de amortização em valores intangíveis e criar base artificialmente para tais deduções”, apontou.
Contudo, apesar destas reclamações, o IRS ainda não entregou um processo contra Montoya em tribunal, e as autoridades poderão ter poucas provas de que o colombiano poderá ter de facto fugido aos impostos.
Já não é a primeira vez que pilotos da IndyCar têm problemas com as autoridades fiscais. Em 2009, o brasileiro Helio Castro Neves foi acusado de evasão de divisas e enfrentou uma longa batalha judicial, do qual acabou absolvido das acusações. E curiosamente, ambos serão companheiros de equipa na Penske em 2014.

Noticias: Juan Pablo Montoya acusado de fraude fiscal

Juan Pablo Montoya poderá voltar à IndyCar em 2014, mas parece que o Fisco americano têm outros planos. Esta segunda-feira, soube-se que o piloto colombiano está a ser processado pelas autoridades tributárias em 2,7 milhões de dólares, por não ter pago multas e impostos referentes aos anos de 2007 e 2008, declarando muito menos do que recebe na realidade.
Segundo a revista Forbes, a acusação remonta a 2007, quando o piloto regressou aos Estados Unidos, para competir na NASCAR, depois de algumas temporadas na Europa, a correr na Formula 1 ao serviço da Williams e McLaren. Nessa altura, ele e a sua mulher declararam 2,4 milhões de dólares, quando na realidade tiveram rendimentos na ordem dos 9,5 milhões. Tudo porque na altura, a sua imagem era gerida por uma firma com sede nas Bahamas, a JPM Motorsport, e nesse ano, essa imagem foi “vendida” para uma firma do Delaware, a Monty Motorsport, onde existe uma maior flexibilidade fiscal. Uma “venda” que foi feita pelo valor de 15 milhões de dólares, do qual pediu deduções no valor acima referido.
Para as autoridades tributárias americanas, essa medida tinha como objetivo tirar o dinheiro de um bolso para colocar no outro. “Servia para reivindicar de maneira imprópria deduções de amortização em valores intangíveis e criar base artificialmente para tais deduções”, apontou.
Contudo, apesar destas reclamações, o IRS ainda não entregou um processo contra Montoya em tribunal, e as autoridades poderão ter poucas provas de que o colombiano poderá ter de facto fugido aos impostos.
Já não é a primeira vez que pilotos da IndyCar têm problemas com as autoridades fiscais. Em 2009, o brasileiro Helio Castro Neves foi acusado de evasão de divisas e enfrentou uma longa batalha judicial, do qual acabou absolvido das acusações. E curiosamente, ambos serão companheiros de equipa na Penske em 2014.

Noticias: Viso reage a noticias sobre fraude cambial

A fraude cambial que foi denunciada hoje pelo governo venezuelano, onde aparentemente houve abusos nas autorizações de alguns pilotos para conseguir autorização para levantar mais dólares do que o previsto, já mereceu a reação de pelo menos um piloto: Ernesto Viso, que corre na IndyCar. Numa entrevista ao jornal local “El Nacional”, Viso, que já disse que não participará na prova final da IndyCar, em Fontana, afirmou que espera um investigação séria e que os que cometeram as fraudes sejam encontrados para a situação ser normalizada.

Creio que esse tema é controverso no ministério, pois quando perguntamos o que está acontecendo com os pagamentos que não recebemos, não temos explicação alguma. Mas é frustrante saber que há oportunistas que buscam se aproveitar do momento desportivo tão bom que vive a Venezuela para tirar benefícios pessoais. No final, os verdadeiros prejudicados somos nós, os atletas que têm números e resultados que comprovam o bom trabalho que fazemos.” começou por comentar.
Acho bom que façam uma investigação séria a este respeito porque isso é algo muito delicado, mas é necessário que o ministério coloque em dia os pagamos porque a minha situação é cada vais mais insustentável porque tenho muitas contas a pagar”, concluiu.

Recorde-se que o esquema de fraude cambial apareceu quando as autoridades de Caracas denunciaram a falsificação de assinaturas da Ministra do Desporto, Alejandra Benitez, para que esses pilotos pudessem usar as permissões especiais, que são passadas pelo governo, para levar muito mais dólares do que o permitido.

Com os venezuelanos limitados a levantar três mil dólares por ano, as pessoas com essas autorizações especiais poderiam levantar muitos mais, e os dólares que sobravam nesse esquema eram muitas vezes canalizados para o mercado negro (onde a diferença entre o câmbio oficial chega a ser seis vezes superior), para conseguir ainda mais lucros do que teriam inicialmente. E num desses casos, denunciada pela ministra, fala que houve aprovações no valor de 66 milhões de dólares.

Noticias: Viso reage a noticias sobre fraude cambial

A fraude cambial que foi denunciada hoje pelo governo venezuelano, onde aparentemente houve abusos nas autorizações de alguns pilotos para conseguir autorização para levantar mais dólares do que o previsto, já mereceu a reação de pelo menos um piloto: Ernesto Viso, que corre na IndyCar. Numa entrevista ao jornal local “El Nacional”, Viso, que já disse que não participará na prova final da IndyCar, em Fontana, afirmou que espera um investigação séria e que os que cometeram as fraudes sejam encontrados para a situação ser normalizada.

Creio que esse tema é controverso no ministério, pois quando perguntamos o que está acontecendo com os pagamentos que não recebemos, não temos explicação alguma. Mas é frustrante saber que há oportunistas que buscam se aproveitar do momento desportivo tão bom que vive a Venezuela para tirar benefícios pessoais. No final, os verdadeiros prejudicados somos nós, os atletas que têm números e resultados que comprovam o bom trabalho que fazemos.” começou por comentar.
Acho bom que façam uma investigação séria a este respeito porque isso é algo muito delicado, mas é necessário que o ministério coloque em dia os pagamos porque a minha situação é cada vais mais insustentável porque tenho muitas contas a pagar”, concluiu.

Recorde-se que o esquema de fraude cambial apareceu quando as autoridades de Caracas denunciaram a falsificação de assinaturas da Ministra do Desporto, Alejandra Benitez, para que esses pilotos pudessem usar as permissões especiais, que são passadas pelo governo, para levar muito mais dólares do que o permitido.

Com os venezuelanos limitados a levantar três mil dólares por ano, as pessoas com essas autorizações especiais poderiam levantar muitos mais, e os dólares que sobravam nesse esquema eram muitas vezes canalizados para o mercado negro (onde a diferença entre o câmbio oficial chega a ser seis vezes superior), para conseguir ainda mais lucros do que teriam inicialmente. E num desses casos, denunciada pela ministra, fala que houve aprovações no valor de 66 milhões de dólares.

Noticias: Venezuela investiga pilotos por fraude cambial

Descobri isto via Leandro Kojima, o verdadeiro Bandeira Verde. E apesar de ser perturbador, no minimo, é o sinal de como são feitas as coisas na Venezuela, o país de Simon Bolivar, das misses e de Hugo Chavez. Segundo a Reuters, a justiça venezuelana está a investigar um esquema de fraude envolvendo as estrelas do desporto automóvel com o câmbio de bolivares por dólares.
Aparentemente, esses pilotos estão a usar as permissões especiais, passadas pelo governo, para levar muito mais dólares do que o permitido. É que os venezuelanos estão limitados a levantar três mil dólares por ano, e eles poderiam levantar muitos mais. E a diferença entre o câmbio oficial e o mercado negro é de seis vezes. Os dólares que sobravam nesse esquema eram muitas vezes canalizados para o mercado negro, para conseguir ainda mais lucros do que teriam.
O esquema foi denunciado pela Ministra do Desporto, Alejandra Benitez, que numa entrevista feita ontem, denunciou que a sua assinatura tinha sido falsificada em cerca de 60 documentos, para permitir o câmbio de moeda. “Existe um caso em particular de um corredor que, em ano e meio, conseguiu aprovações [de câmbio de moeda] no valor de 66 milhões de dólares.“, disse Benitez, uma antiga atleta olimpica. “Apenas as requisições de dois desses atletas seriam o suficiente para levar uma delegação de 600 atletas [para um determinado evento desportivo]”, concluiu.
Questionado a dar nomes, Benitez declinou, afirmando que “o caso está nas mãos das forças de segurança. E se houver algum funcionário [do ministério] estiver envolvido, vai ter de pagar o preço“, concluiu.
E as coisas parecem que já tiveram impacto: Ernesto Viso já anunciou que não vai estar presente em Fontana, alegando “estar doente”. O seu substituto será o colombiano Carlos Muñoz. E é bom ficarmos atentos para o que aí vêm nos próximos dias…